Fala, Brasil! - Paulo Henrique Amorim: Dispara Contra o Jornalismo Brasileiro
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Paulo Henrique Amorim: Dispara Contra o Jornalismo Brasileiro PDF Imprimir E-mail
Escrito por Cassiano Elek Machado e Giuliano Cedroni, Marcos Vilas Boas (foto)   
Thursday, 14 July 2005
Ele já passou pelos maiores canais de tv do país. Já sofreu processos e ameaças, teve a conta e o telefone grampeados e atualmente "usa" os serviços de um segurança particular. O jornalista Paulo Henrique Amorim está prestes a lançar um livro e uma fundação que prometem mexer com a história da mídia no Brasil. Seu lema é simples "sou independente".

Anarquismo de gravata

Paulo, o jornalista, é visto como um cara difícil. “Obsessivo”, para quem trabalha para ele; “briguento”, de acordo com quem já o contratou; “workaholic”, segundo os que convivem com ele.

Paulo Henrique, o profissional, é dono de um dos currículos mais raros do jornalismo brasileiro. Antes da Globo, passou pelo jornal A Noite , pelas revistas Realidade , Exame e Veja [foi o primeiro correspondente da publicação em Nova York], para depois dirigir o Jornal do Brasil entre 1976 e 1984. Estreou na televisão há 21 anos, na extinta TV Manchete. Depois da Globo editou telejornais na TV Bandeirantes, na TV Cultura, dirigiu todo o jornalismo do megaportal UOL para, finalmente, chegar à TV Record, onde atualmente apresenta um programa diário nos fins de tarde chamado Tudo a Ver.

Paulo Henrique Amorim, o apresentador, só ficou realmente famoso no Brasil com o casamento com a Rede Globo. Foram cinco anos como comentarista econômico e editor de economia, e mais sete como correspondente da emissora em Nova York.

O divórcio, no entanto, não foi amigável. “A hegemonia da Globo é supernociva”, diz ele nesta entrevista exclusiva, no momento em que prepara o lançamento de Plim, Plim — A Peleja de Brizola Contra a Fraude Eleitoral [Conrad Editora, com previsão para julho].

Paulo Henrique, o pai de família, contradiz a versão oficialesca do apresentador que ancorou milhões de televisores na emissora do plim. Pai de Maria, fruto do único casamento, ele não economiza entusiasmo em relação ao trabalho da artista plástica Cláudia Amorim, sua esposa, juntos desde 68. “Aquela é minha mulher, aquela também”, aponta Amorim para as telas de uma das fases mais producentes da artista — uma série de auto-retratos nus.

Em três horas de conversa franca e objetiva, o bem-humorado apresentador ensina que para ser independente profissionalmente é preciso ganhar dinheiro.

Mas ataca o silêncio de jornalistas, escritores e artistas que, ao enxergarem injustiças nas empresas onde trabalham, viram o rosto com o argumento de que precisam trabalhar.

Sua mais recente paixão é a filosofia, mas acredita em software livre, torce pelo Google e defende a contracultura.

Paulo, o homem, garante que é feliz e, aos 62 anos de idade, sonha: “Quero ser mais anarquista”.

Jornalismo decadente

Como confiar no jornalismo?
Paulo Henrique Amorim: As perspectivas são assustadoras, a queda da qualidade do jornalismo é muito grande. Mas como diz um grande amigo: “O jornalismo é essencial para a democracia”, então é possível que a sociedade acabe encontrando mecanismos para melhorar isso.

Você costuma criticar bastante a opinião no jornalismo. Por quê?
Paulo Henrique Amorim: Isso sempre me preocupou muito. Quando você troca fato por opinião, você perde.

Mas seu programa atual na Record não é só feito de fatos, é?
Paulo Henrique Amorim: 
Estou fazendo um programa que tem ingredientes de show business e ingredientes de jornalismo. Cada vez é menos perceptível o limite entre o entretenimento e a informação, e isso é um perigo. Agora, depende da mão de quem está lá. Eu espero deixar claro para o meu telespectador quando estou fazendo entretenimento e quando estou fazendo hard news [notícia] — o que já é um desafio.

Que tipo de informação você mais consome?
Paulo Henrique Amorim: 
Televisão, telejornalismo e Internet. Sou um blogueiro e vivo acrescentando blog na minha área de trabalho. Estou louco para ver o que o Google vai fazer com o vídeo nos blogs. Isso me interessa muito, é sensacional. Quero que o Google ganhe, torço pelo Linux.

O problema dessa informação de Internet, de blog, é que os bloquieros precisam encontrar uma maneira de ganhar dinheiro, para poder investir na informação de qualidade. Do contrário, vai haver uma substituição da informação pela mera opinião.

É fácil você pintar um quadro assustador, “o fim do jornalismo informativo de profundidade”. Porém, com o blog, o Google e a Internet você rapidamente sai da informação superficial — se quiser. A Internet pode te levar a um blog, que te leva para as universidades, que te leva para os livros. Você pode domar a tecnologia, usá-la a seu benefício.

Contra o mainstream, pró-Linux... Você é um anarquista?
Paulo Henrique Amorim: 
Eu gostaria de ser mais, mas sou obrigado a não ser [risos]

 

Livro Bomba

Você está para lançar um livro que investiga uma possível tentativa de fraude nas eleições para governador do Rio de Janeiro, em 1982, contra o Brizola, que acabou ganhando. Por que reviver essa história agora?
Paulo Henrique Amorim: 
Porque algo precisa ser dito. Quando ainda estava no UOL, fiz uma série de entrevistas por conta da morte de Brizola. Ao término, escrevi um artigo intitulado “O outro golpe que o Brizola evitou”, que mereceu uma resposta muito dura de um funcionário da Globo chamado Ali Kamel, e uma réplica minha bastante mal-humorada. Foi quando surgiu o livro com a versão oficial da Globo [ Jornal Nacional — A Notícia Faz História , lançado por conta dos 35 anos do programa]. Eu disse “bom, então vou fazer a minha tréplica em forma de um blog na Internet”, que eu chamei de Plog, o blog do Paulo [www.plogdopaulohenrique.zip.net]. Por não ter condições de fazer esse levantamento sozinho, contratei uma equipe de profissionais e preparei esse Plog, que é a base do livro.

O jornalista em trânsito; Ouvindo José Simão, na época do UOL; Comemorando com a equipe e amigos do Tudo a Ver , seu atual programa na Record; “Orgulho da minha carreira” — com Mr. Jordan.

O debate que mudou o Brasil

Como foi aquele 14 de dezembro de 1989, o dia da famosa edição do debate entre Collor e Lula?
Paulo Henrique Amorim: 
[...] A história é inequívoca, lapidar, cristalina no meu modo de ver. Você acha que na véspera da eleição do segundo turno, numa eleição entre Collor e Lula, o Dr. Roberto não ia dizer nada sobre a edição do debate? E no livro [ Jornal Nacional ] tem depoimentos de todos, só não tem o mais importante...

Comparamos as versões dos depoimentos no livro e nenhuma bate com a outra...
Paulo Henrique Amorim: 
Claro, é aquela coisa, entrevistaram a orquestra, mas falta o maestro. Eu apareço no livro mais do que o Dr. Roberto! Uma maluquice desenfreada... [risos].

Quando o debate foi ao ar a Globo tinha grandes jornalistas trabalhando para ela que, mesmo depois de 16 anos, nunca se pronunciaram sobre o assunto. Gente do calibre de Armando Nogueira, Joelmir Betting, Lillian Witte Fibe, Monica Waldvogel...
Paulo Henrique Amorim: 
Não posso falar por eles. Quando escrevi sobre isso, disseram que eu era um ressentido porque tinha trabalhado na Globo. Ora, eu trabalhei no jornal A Noite, na Editora Bloch, na Abril, na TV Bandeirantes... Uma discussão interessante é a confusão entre o trabalho servil e o trabalho assalariado. Fico perplexo com esse tipo de argumento pois eu não era trabalhador escravo, não tinha grilhões, não ia para o pelourinho, não andava descalço para não fugir da senzala. Eu sou trabalhador livre e vou trabalhar para quem eu quiser.

Você chegou a dizer que tinha “autonomia de vôo de uma barata”?
Paulo Henrique Amorim: 
Lá na Globo, sim. Eu, editor de política, despachava com o Dr. Roberto...

Qual a sua versão sobre a edição do debate?
Paulo Henrique Amorim: 
É importante observar que o Dr. Roberto entrou na eleição do Collor vendido. O Collor me disse em Nova York: “Eu não era o candidato do Roberto Marinho”. Dr. Roberto não era Lula e não era amigo do futuro presidente. O candidato dele foi o Covas e depois o Quércia. Ele errou a mão e depois usou o Alberico [de Sousa Cruz, diretor de telejornais de rede na época] como um instrumento da aproximação dele com o Collor.

Qual é a memória que você tem da figura do Dr. Roberto Marinho?
Paulo Henrique Amorim: 
Eu tive pouco contato... Ele era uma pessoa muito gentil, muito arguta e muito objetiva. Uma vez dei uma notícia política delicada e ele me chamou na sala para dizer que eu não podia dar esse tipo de notícia sem sua autorização. E eu disse: “Mas Dr. Roberto, na minha coluna do Jornal da Globo, eu tenho dado muito furo”. E ele disse: “A coluna não é sua, a coluna é do Globo [risos] .

na parede

Você passa a impressão de ser um cara com bastante independência e que sempre diz o que pensa. Já sofreu retaliações?
Paulo Henrique Amorim: 
...de alguma independência e que às vezes diz o que pensa [risos]. Eu costumo dizer que a essência do sistema capitalista é você ganhar dinheiro para contratar advogado.

Você pensa na morte?
Paulo Henrique Amorim: 
Ah, eu vou morrer num blog quando o blog tiver vídeo, nessa fundação que a gente está fazendo...

E tem a última?
Paulo Henrique Amorim: 
A ultima é que eu sou um workaholic alucinado e preciso ir trabalhar! [Risos.]

 

trip

Comentarios (20)Add Comment
...
escrito por Visitante, 2005-07-17 19:43:58
__O cara é um Showman, não sou fã dele. . . Mas uso Linux... Contudo não me considero anarquista por usar Linux, e sim inteligente!
__COnconrdo com muitos aspectos do que ele fala. É preciso usar o capitalismo para atacar a ele próprio: Encha o cofre de dinheiro e aí metralhe todos com sua opinião própria. Michael Moore faz isso, Frank Zappa fez, e espero que ele também, com seu livro bombástico!
Confirmao. . .
escrito por Visitante, 2005-09-02 14:15:53
. . . daquilo que eu sempre admirei no Paulo:
um gênio do jornalismo brasileiro, inteligên-
cia que não bate com "as viseiras" que a Globo
coloca nos seus funcionários. Que ótimo, Paulo, que você tem autonomia e coragem para não ser mais um da "Plim, Plim". O seu programa está maravilhoso, com humor e seriedade na medida certa. Parabéns e beijos,
sucesso! Sandra Steigels, Jundiaí, 02/09/05
Que moral vc tem?
escrito por Hilda de Moraes, 2006-10-19 13:02:55
Quem trabalha numa empresa do muito suspeito empresário Edir Macedo, que ficou rico explorando a fé, a dor e o sofrimento alheio, e de ter um passado mais sujo que pau de galinheiro (VEJA 03/11/99), não tem moral para criticar ninguém! Aliás, o partido da IURD deveria se chamar: Ou dá ou desce.
Hilda de Moraes
Um Pedido
escrito por Hilda de Moraes, 2006-10-19 13:56:33
Caro Paulo Henrique
O teu problema pessoal com a TV Globo é tão grande que te leva fazer parte de uma das empresas de um sujeito que deve explicações ao M.Público, à Receita Federal e a justiça por tantos crimes? Vc sabe como foi realizada a compra da TV Record? Leia INSTINTO DE REPÓRTER da jornalista da Folha de S P, Elvira Lobato, NOS BASTIDORES DO REINO de Mario Justino, ISTOÉ (25/05/05), além de uma boa pesquisa na internet. Será que as diferentes empresa, jornais e revistas, que concorrem entre si, formam um complô contra Macedo e Crivella? Por favor, procure conhecer ex-pastores e suas famílias. Não vá até a IURD, pois vc seria reconhecido, mas convide pessoas de aparência simples, mas de sua total confiança e verá quem são esses abutres. É angustiante o teu silêncio a respeito desses criminosos que respndem por crimes nos Estados Unidos, França e até mesmo na África.
Abraços
Hilda e mais Tereza, Marly, Leda Almeida, Maria José e Antonia Celeste, todas mães de pastores e e-pastores da famigerada Igreja Universal
Livro Bomba
escrito por ivo eckert, 2006-10-23 18:36:08
Estou procurando nas livrarias.
...
escrito por Gustavo, 2006-10-27 22:30:43
Paulo,

Se vc sabia de tudoi isso , como pode trabalhar por 9 anos em uma emissora que conspirava e te censurava diariamente?
Me desculpe mas vc foi cumplice.
Nao pode nem dizer que nao sabia de nada. a confissao ja esta feita
CARTA QUE ESCREVI AO SENDOR ATHUR VIRGILIO
escrito por Carlos Magno, 2006-11-05 19:25:30
Prezado Senador.,

De inicio esta é a primeira vez que escreve ou entro em contanto com um senador da República.
De inicio lhe digo que sou apolítico.
Não votei nunca no Lula.
Então considero que o direi eh isento de magoa política.
Recentemente trabalhei como vendedor e entregador de minha empresa e como passava longas horas rodando pelo distrito federal e Goiás ligava o rádio na Radio Câmara, Rádio Senado e Rádio CBN.
Fiquei muito assustado com que ouvia quase todos os dias e quase todas as horas.
Imaginava eu, na minha indiferença política que o Senado e a Câmara erão locais de alta distinção. Lugar para se tratar de coisas sérias e de modo sério.
Mas quero aqui lhe confessar algo., ESTOU MUITO DECEPCINADO.
O que ouvi e vi que acontecia nesta casa ede ficar arrepiado.
Não eh um lugar para discusão de coisas sérias. Um lugar pra se tratar do bem do brasileiro. O que eu ouvi foi uma discursão sem fim sobre o que considero um monte de banalidades.
Desculpe-me o termo forte.,: PUNHETEIROS DO EGO.
Os senhores, isto inclui o digníssimo senador, “digníssimo” apreendi que eh umtermo chique para meter o pau nos políticos inimigos.., gastam o tempo a vós confiado para defenderem interesses próprios, interesses paneliticos, (panelinhas políticas) partidários. Num determinado momento ouvi pessoas que ateh então poderia se colocar dúvidas no comportamento parlamentar, (diga-se Senador Antonio Carlos Magalhães – o homem da violação do painel) rasgar o verbo metendo o pau nos adversários políticos como se o mesmo fosse portador de uma áurea santíssima, de conduta.
Pelo amor de Deus, terminava o dia e eu ficava cada vez mais chocado com a maneira como o senado e câmara era usado por vossas Senhorias.
O senhor subiu a tribuna do Senado também para defender interesses próprios e usava de termos pessados para teus adversários, punhetava os aliados e mais pauladas nos adversários.
Confesso-lhe uma coisa., se eu fosse do estado de Tua origem eu não votaria no Excelentíssimo Senhor., achei que o senhor agiu de uma forma com interesse próprio e magoado com o fato de que o teu oponente, (no caso em questão o atual Presidente da República, Luís Inácio da Silva) estava largamente a frente do teu candidato o Excelentíssimo Senhor Alkimim.
Acreditava eu que o cargo de Presidente merecia o mínimo de respeito, mas não foi isto que ouvi neste segundo turno das eleições. A coisa funciona mais ou menos assim, se os senhores, que acredito eu, deviam mostrar respeito a entidades nacionais não respeitam, então eu que sou um mero vendedor não preciso mostrar do mesmo jeito. Este raciocínio é certo? Mas este é o exemplo que os senhores me deram.
Achei o Senhor rancoroso, eu não o havia notado antes, mas por tido estado em tamanha evidencia neste período, rancoroso, choroso e aliado de pessoas que eu pessoalmente não gosto, (Antonio Carlos Magalhães, FHC – Mão Santa)
Gostaria de saber do Senhor: Qual o Estado que o Senhor Representa? No teu estado os teu aliados ganharão a eleição? Se caso não, o que isto pode lhe transmitir?
Vou lhe repetir algo., nunca votei no Lular. Acho que ele não tem a solução dos problemas do Brasil., mas há algo que admiro nele: ESTÁ INTERESSADO NO BEM ESTAR DA CLASSE QUE SOFREU MUITO NESTES ÚLTIMOS ANOS.
Se Ele sabia ou não sabia acredito que a justiça eh que tem correr atrás para punir a todos eles, tenho confiança na policia federal e nos promotores públicos. Se Ele for culpado deve pagar pelo erro., mas fazer disto um palanque político., me desculpe, está errado. Justiça é para todos, e quem deve julgar é a justiça., lugar de ladrão eh na cadeia, mas quem julga eh a justiça. Os senhores passaram do ponto. ABUSARAM. Deixaram de mostrar conteúdo e pagaram o preço por isso.
Se o senhor vai me responder este email. 90% que não. Mas saiba que como disse acima estou muito chateado como os senhores usam as Casas do Senado e da Câmara. Até então achava que era um lugar para debater coisas sérias e não para se defender interesses próprios.
Lamento muito que o Senhor tenha feito isto, e vejo agora que o Senhor luta por interesses próprios e dos teus associados no clube dos PUNHETEIROS DO EGO.

CARLOS MAGNO
VENDEDOR GRÁFICO.
BRASILIA-DF
OS: não vou corrigir a gramática desta carta ou email pq quero deixar aqui expresso meus sentimentos do mesmo modo como eles afluíram do meu cérebro.
Cagão
escrito por Emanoel, 2007-03-25 14:14:42
Realmemte eu não consigo entender como ainda dão espaço a profissional com vç. Trabalha amordaçado durante tanto tempo em veiculo, e hoje é considerado o baba ovo maior de um sistemo, onde a coerência não existe nos seus agurmentos, e trabalha em uma Tv. sem crédito.
...
escrito por rosangela, 2007-10-15 15:24:26
Tá todo mundo se coçando, a derrubada vai ser grande o mais forte é que vence, burro vai ser quem ficar do lado mais fraco. Agora o cara é puxa saco, eu acho que Paulo foi é esperto

Abraços Pauloooo

chucessooo
não dá mais, Paulo.
escrito por Ivo Eckert, 2007-10-24 08:19:07
Tenho uma admiraçao especial pelo seu trabalho, por onde passou. Lógico é difícil suportar todas as investidas dos patrões. Eles sempre querem ter razão. Às vezes até tem, porque se consideram donos do veículo, no qual você é apenas seu empregado. Mas que diabo! Então prá que contratam um profissional se eles próprios dirigem tudo? Que dispensem os Jornalistas e contratem taquígrafos...
texto do Benjamin - (Casa do Saber - Classe Giacoia)
escrito por Pérsio Righini, 2007-10-25 15:19:41
Paulo, boa tarde.
- desculpe-me se estou utilizando o "e-mail" inadequado. Pareceu-me porém, o único.
- conforme conversamos ontem, o texto do Benjamim é: - Crítica da Violência: crítica do Poder.
- o texto pode ser encontrado no www.espaçoacadêmico.com.br
abraço,
Pérsio
E-MAIL
escrito por Eduardo, 2007-11-30 11:33:59
Bom dia ,

Estou impressionado com a cara de pau deste Jornalista de 5a categoria , afetado . Já que deu o e-mail de vários senadores que irão votar contra a CPMF ( ainda bem que tem gente que vai votar contra ) deve dar o seu pessoal , para que os leitores possam expressar o que pensam sobre os seus artigos pornográficos , demagógicos , safado.
É fácil se esconder , pois não se encontra um e-mail para falar com este safado , petista corruPTo , que não vale o que come.
Se o IG e o BRTURBO querem ser democrático , e não apenas ficar pondo reportagens a favor do PT , publiquem o E-MAIL deste Jornalista afetado.

Peçam para ele parar de falar que nem um débil mental no Programa Espetacular da Record e onde se apresenta . Para de ser afetado .

Eduardo
De operário da informação a patrão!
escrito por RGS, 2008-03-20 20:02:51
Pela sua competência e experiência, entre outras qualidades - você deveria ser patrão, ter o seu jornal , a sua emissora de televisão!.
inveja.
escrito por adriano jose lopes, 2008-03-24 00:13:21
na verdade esse pessoa tem inveja do edir macedo,e de voç que livre para dizer o que pensa,isso incomoda muita gente...arrebenta paulo henrique amorim estou com voçe ate a morte. abraço.
Quem faz a diferença?
escrito por Julio Gomes, 2008-03-30 14:17:28
PHA, vc eh o cara. Vc eh o responsável direto pela alfabetização política de muitos brasileiros. Continue lecionando...
PHA - NADA MAIS DO QUE UM OPORTUNISTA
escrito por Antonio Carlos de Oliveira, 2008-04-07 12:13:26
Paulo Henrique não mudou absolutamente nada. Antes, na Globo, era subserviente aos patrões da direita; hoje na Record é subserviente ao Bispo (ou seria vigarista?) e ao seu chefete que está presidente.

Um Zé nulo.
CARA AMARGO!!!
escrito por Liz, 2008-06-06 07:07:43
Acho que PHA, deve estar precisando de um tratamento urgente. Esse cara é louco!!!
Os noticiários do momento
escrito por RGS(pesquisador), 2008-07-02 23:10:40
Os jornais, na sua grande maioria - televisivos, impressos e radiofônicos, transmitem cêrca de 70% de notícias relacionadas a violênicas e conflitos.Na sua opinião é o estilo conteporâneo e linear de fazer jornalismo(?).Tenho observado que há mais de uma década que o jornalismo(com raras exceções), trilha tão somente por este caminho.Chegando ao ponto de transformar a violência em espetáculo novelesco!.
PHA - Ícone legítimo do jornalismo brasileiro
escrito por Lúcia Santos - Curitiba - Pr, 2008-07-15 23:27:13
É válido ler comentários equivocados e raivosos neste espaço. Pessoas despolitizadas, desprovidas de memória cultural ou cheias de intenções ocultas vociferam o que bem entendem sem qualquer responsabilidade social. Este é o preço da liberdade de expressão, é o que confere o título de espaço democrático entendido por esta sociedade.
PHA é um ícone legítimo do jornalismo brasileiro para aqueles que acompanharam a sua trajetória enquanto profissional, para os que ouviam os questionamentos sutis por ele feitos; para os que percebiam na sua expressão facial um sinal de alerta para o telespectador,um movimento de sobrancelhas e um olhar de preocupação sempre presentes quando necessário. Questionador sim! Doutrinador não! Ousado e não agressivo, flexível e não cumplice. Louco? Talvez sim, por defender uma independência jornalística na qual a maioria dos "jornalistas"julgam conveniente não crer.Talvez louco por se expor tanto para uma sociedade corrompida e estúpida até a medula.
A diferença é q o PHA não faz parte do PIG!
escrito por Caio Cézar, 2008-08-26 21:50:31
Esta é a diferença, Não odeia o Lula, Não trabalha no Globo e ganha na justiça do Mainardi, critica a VEJA, não da bola para os DEMOcratas, é claro que as MARIONETES do PIG iram se movimentar, ou melhor, serão movimentadas.
O PHA é um jornalista serio, o fato dele trabalhar na Record é prova disso. Os jornalistas que trabalham no Globo não merecem confiança, todos que saem de lá, dizem que seus textos eram modificados e q não tinham liberdade para dizer oq pensavam, diferente da Record que todos os jornalistas dizem que nunca foram censuradas com seus textos.
O PIG é muito grande, e usa sua grandeza contra os que dizem a verdade e contra os verdadeiros jornalistas q tem a missão de informar, não de formar!
.
PARABÉNS PAULO HENRRIQUE AMORIM.
.
.
Você é um dos poucos jornalistas que merecem confiança e respeito neste Brasil! È claro que as marionetes guiadas por radiodifusão pelo PIG, não enxerga ou então não reconhecem isso.
.
Eu leio e confio. VIVA PHA!

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