Fala, Brasil! - 7% dos Brasileiros Têm Sangue Árabe
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7% dos Brasileiros Têm Sangue Árabe PDF Imprimir E-mail
Escrito por Marina Sarruf   
Monday, 20 September 2004

Emílio Bonduki, dono da empresa Bonfio, narra a saga dos imigrantes arábes no BrasilEles chegaram no país a partir do século 19.Traziam na bagagem muita vontade de trabalhar e sonhos de riqueza. Vieram em navios para aqui estabelecer suas residências, suas lojas, suas indústrias. Hoje, os árabes, seus filhos e netos somam 12 milhões de pessoas. Estão à frente de algumas das mais importantes fábricas e entidades empresariais. Sua cultura e seus costumes estão na nossa culinária, música, vocabulário.

O empresário Gabriel Issa Bonduki desembarcou no Brasil em 1897. Bonduki tinha então apenas 18 anos. Veio da Síria para São Paulo de navio. Trouxe pouca coisa na bagagem, mas muita vontade de desbravar o país que na sua pátria era descrito como o paraíso do trabalho, a terra das oportunidades. Os europeus já sabiam disso e chegavam no Brasil aos milhares. Os árabes também começaram a chegar.

Para Bonduki não foi nenhum esforço comprar tecidos e rendas, colocá-las na mala e vender de loja em loja, de casa em casa. O Brasil era uma grande promessa de riqueza. E foi no país que falava um idioma bem diferente do seu que o jovem ficou. Chamou os irmãos, abriu duas lojas, mais tarde uma fábrica.

A história do patriarca Gabriel Issa Bonduki, já falecido, cuja família hoje mantém uma das mais importantes fiações da cidade, pode ser repetida com nomes e sobrenomes de outras mulheres e homens sírios, libaneses, egípcios, iraquianos, palestinos. A comunidade árabe começou a desembarcar no país há mais de cem anos. Hoje são mais de 12 milhões de imigrantes e descendentes espalhados pelos principais estados do país.

"Eles vinham atrás de uma nova vida", conta o jornalista e historiador goiano José Asmar, filho de imigrantes libaneses. A profissão de mascate, que a maioria exercia assim que punha os pés em terra brasileira, era uma honra para quem tinha viajado milhares de quilômetros em porões de navios, sem nenhum tipo de conforto. A maior parte dos imigrantes era pobre, sem terras para plantar ou trabalho no país de origem.

Não foi só por isso, no entanto, que eles ficaram. Mesmo quem tinha vindo apenas para fazer patrimônio e retornar, acabou mudando de idéia. O Brasil se tornou uma segunda pátria. Os imigrantes e seus descendentes são a maior colônia árabe do mundo.

"Os imigrantes árabes se adaptaram muito bem aqui, se integraram ao povo brasileiro. Hoje encontramos muitos árabes mais apaixonados pelo Brasil do que os brasileiros", diz Asmar.

Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Goiás foram escolhidos por eles para estabelecer residência, abrir suas lojas e indústrias. Em praticamente todos os estados, porém, há descendentes de árabes. No Paraná, onde chegaram entre 1915 e 1920, foram eles os pioneiros na indústria de madeira, móveis e construção. "Os árabes favoreceram a industrialização, a agricultura, o comércio e o setor bancário", diz o dirigente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira (CCAB) do Paraná, Kamal David Curi.

Em todo o Brasil eles se tornaram conhecidos como "homens de negócios". E fizeram jus ao título. Em São Paulo, são os filhos e netos de imigrantes que levam adiante centenas de lojas e indústrias da área de confecção. A maioria começou pequena, no Bom Retiro, no Brás, na Rua 25 de Março, abriu filiais, se tornou rede.

Hoje os árabes não estão apenas no comércio e na indústria, mas também no setor de serviços, na política e na saúde. Alguns ocupam o top do ranking de se seus setores e profissões, como Adib Jatene, reconhecido como o mais importante cardiologista do país, e Fuad Mattar, presidente da Paramount, uma das maiores indústrias têxteis brasileiras.

Guilherme Afif Domingos, presidente da maior associação comercial da América do Sul, a Associação Comercial de São Paulo, e Paulo Skaf, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) que toma posse ainda este mês como presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), são outros dois descendentes de árabes à frente da indústria e do comércio brasileiros. 

Até no samba! 

A cultura árabe se incorporou até mesmo às coisas mais simples do cotidiano brasileiro, como ao idioma. De acordo com o historiador Asmar, muitas palavras que começam com al, como alface e algarismo, são de origem árabe. "A cultura árabe está muito enraizada aqui", diz. Em torno de cinco mil palavras originárias do idioma árabe fazem parte do vocabulário brasileiro. Algumas foram assumidas regionalmente, como alfombra, usada pela população dos estados do Nordeste para denominar "cortina".  

A cultura e os costumes árabes se misturaram até aos pratos e à música brasileira. Kibe e esfiha, por exemplo, podem ser encontrados em todo lugar pelo Brasil. Há influência árabe até no samba. O instrumento de percussão adufe, árabe, deu origem a um tipo específico de batida de samba, utilizada hoje por escolas como a Portela.

Brasil, a nova pátria

A comunidade árabe brasileira é formada principalmente por sírios e libaneses, mas há imigrantes e descendentes de quase todas as nações árabes. Os imigrantes árabes e seus descendentes somam 6,5% da população brasileira. Há no Brasil mais libaneses do que no próprio Líbano, onde são 3,7 milhões os habitantes. Tanto que as histórias dos árabes que chegaram no Brasil entre o final do século 19 e 20 são numerosas.

Todas elas contam sobre muito trabalho. O empresário brasileiro Emílio Bonduki, 95 anos, gosta de relatar a história que começou em 1897, quando seu pai, Gabriel, chegou da cidade síria de Homs no Brasil. "Papai contava que todo mundo queria vir para América, pois diziam que era mais fácil arrumar emprego e começar um negócio", diz Emílio.

Depois de trabalhar como mascate por vários anos, Gabriel abriu, em 1905, sua primeira loja de varejo na rua São Caetano, no bairro da Luz. Mais tarde, em sociedade com o amigo Bechara Moherdaiu, abriu a loja de tecidos B. Moherdaiu e Cia, que vendia por atacado na rua 25 de Março. Já em 1915, Bonduki e seus sócios construíram a fábrica de fiação de algodão. Gabriel também foi o primeiro presidente sírio do Clube Homs, formado por ex-moradores da cidade síria.

"Papai adorava o Brasil. Era um país que oferecia grandes possibilidades de negócios e recebia os imigrantes com muito carinho e uma atenção fora do comum", explica Bonduki. Gabriel gostou tanto do país que acabou convencendo os irmãos e os primos, que estavam na Síria, a se mudarem também para o Brasil.

Emílio Bonduki acabou nascendo, em 1909, em um dos ninhos árabes de São Paulo: no bairro do Bom Retiro, pólo de confecções. Em 1921, Emílio foi estudar na Síria, onde recebeu do governo um diploma de literatura árabe de Damasco. "Aprendi a falar árabe, francês, alemão e inglês", diz Bonduki.

Depois de se formar, ele trabalhou por cinco anos no Banco da Síria e do Grande Líbano e voltou para o Brasil, no final de 1934. Encontrou um país devastado, se recuperando de uma crise. Foi a vez de Bonduki retribuir e dar sua contribuição ao país.

Trabalhou como gerente na fábrica de fiação de um primo e alguns anos depois, em 1941, abriu a loja Bonduki Bonfio, que vende todos os tipos de tecelagem para costura e funciona até hoje sob sua direção. Ele também foi diretor da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira (CCAB) e responsável  pelo reconhecimento oficial da entidade perante a União Geral das Câmaras em 1994. Emílio é ainda um dos diretores do orfanato Lar Sírio Pró - Infância e ajudou no desenvolvimento da Sociedade Beneficente A Mão Branca, que cuida de idosos.

"Meu apelido era 'o mendigo', pois sempre procurava firmas que tinham posses para arrecadar fundos para as crianças carentes", lembra Bonduki. "Como eu sempre gostei do Brasil, achava que tinha que fazer alguma coisa para a classe menos favorecida", diz.

Do árabe

Alguns exemplos de palavras árabes incorporadas ao vocabulário brasileiro: alface, almanaque, alfaiate, bazar, mascate, almofada, alcaide, arroz, açúcar e alfombra.

 

anba

Comentarios (47)Add Comment
Belisa
escrito por Visitante, 2004-10-22 17:28:31
Adorei o site me ajudou muito num trabalho de escola. Tenho 11 anos, sou de SP.
Elisangela
escrito por Visitante, 2004-10-22 17:29:04
Oi, tudo bem, adorei essa apresentação sobre o Sr. Bonduki ele tem uma bela história, mais gostaria de saber mais, se possível, sobre sua
fábrica de fios se ainda existe, pois eu trabalho para uma empresa que ele deve conhecer Arena Bureaux de Estilo o presidente é muito amigo do sr. Paulo Skaf
telefone 33112996
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escrito por Visitante, 2004-12-07 12:09:18
Gostaria de entender mais sobre a cultura rabe, religiao, crenas? Sabe onde encontrar por favor me diga ! Obrigado
Lena Lanusse Duarte
escrito por Visitante, 2004-12-29 11:32:48
Gostei muito desta pequena biografia do Sr. Bonduki e que no me surpreendeu quanto ao meu senso a respeito do povo rabe, que admiro muito por sua alegria e for㡧a!! Um abrao fraternal aos rabes, as salame aleikom ;-)
Graça (15)91025766
escrito por Visitante, 2005-01-23 18:39:15
Gostaria de me corresponder com libaneses residentes no brasilSou apaixonada pela cultura e pelos homens libaneses. aguardo seus e-mails.
Para Sr. Alfredo e Sr. Emilio Bonduki
escrito por Visitante, 2005-01-29 15:21:36
Amei essa reportagem. E o que posso dizer é o seguinte:
Sr. Emilio a pesar da idade sempre esteve bem cedinho trabalhando no escritório, é honesto, bondoso e acima de tudo amigo. Eu posso dizer isso porque trabalhei quase 5 anos na Bonduki Bonfio. E eu posso dizer com muito orgulho que o que eu sei hoje eu agradeço ao Sr. Alfredo e ao Sr. Emilio que me deram o prazer e o privilégio de trabalhar com pessoas tão legais e carinhosas comigo. Quando eu mais precisei, Sr. Alfredo não pensou duas vezes em me ajudar quando meu pai faleceu. Sou muito grata a essa pessoas. Que a Bonduki Bonfio continue crescendo mais e mais.Quem da Bonduki Bonfio quiser se comunicar comigo o meu e-mail é: Esse endereço de e-mail está sob proteção contra Spam (spam bots).Por conseguinte, você deve ativar o recurso Javascript para poder visualizar isso
Imigrantes do Brasil
escrito por Visitante, 2005-03-28 14:20:48
Achei legal falar um pouco da história brasileira e conta um pouco do país que vivemos estou 6a série estudando sobre immigrantes e estou gostando muito pois algumas pessoas brasileiras também são imigrantes
MEG
escrito por Visitante, 2005-03-30 12:24:06
Eu vivo na europa e fico feliz que os árabes aí são pessoas de paz que eles não pensam em terorismo e guerra como os árabes que viven em seus países de origens árabes, aqui na europa para eles se você não é um islamita da religião deles e se você é uma mulher e não cobre sua cabeça com pano então você é uma prostituta mesmo que eles não estejam no país deles e fora os problemas que eles causas em outros países que não são deles, concluindo estou feliz que esses que vivem aí são pessoas de paz. Mas tem uma pergunta eles Islamistas?
Adorei! Despertou-me curiosidade
escrito por Visitante, 2005-04-03 05:02:17
Olá

Me chamo Julia Curi Abaid. Por casualidade encontrei seu site. Adorei saber um pouco da família Bonduki, e esse fato remete-me a outro. Nunca soube nada de meus avós, além de que eles chegaram ao Brasil no fim do século XVIII ou início do século XIX. Meu avô veio do Líbano, região de Jounier, minha avó não sei. Seus nomes eram Paulo Curi e Julia Curi, ou Julia Hab Nour. Em cada certidão de meus tios haviam nomes diferentes. Só ainda não descobri onde nasceu um tio meu: Anuar Curi. Eles devem ter desembarcado no Porto de Santos. Onde posso buscar maiores informações?
De onde venho?
escrito por Visitante, 2005-04-04 09:47:01
Me chamo Giovanna Cury Pereira(nome de nascimento) e sei que meus bisavs maternos vieram do Lbano por volta de 1880 e se chamavam Ayub Cury e era casado com Emily Elou tamb㭩m do Lbano, gostaria de saber como descobrir se h algu�m ainda por l que seja da mesma famlia.? meu email: Esse endereço de e-mail está sob proteção contra Spam (spam bots).Por conseguinte, você deve ativar o recurso Javascript para poder visualizar isso
...
escrito por Visitante, 2005-04-18 13:38:38
Exatamente o que precisava para a pesquisa, que vai para UFRGS - UNITI - 3 Idade.
Geiza Ardion
escrito por Visitante, 2005-04-21 10:37:39
Gostaria de maiores informaes sobre a imigra絧o rabe em Vit㡳ria, Esprito Santo.
Obrigada
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meu nome tambem julia curi
escrito por Visitante, 2005-06-30 15:10:17
que coincidenciia..
Adib Jatene
escrito por Visitante, 2005-07-17 19:04:05
gostaria de saber o site oficial e email do Dr. Adib Jatene
grata
Marcia
Ricardo Youssef Amer
escrito por Visitante, 2005-07-25 11:57:25
sou libanes e gostei da atençao com que brasileiros tem com imigrantes e princiapalmente com arabes, é sempre um orgulho ter descendentes de carater e bem sucedidos valeu
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escrito por Visitante, 2005-07-25 23:34:31
A matéria sobre meu tio e meu avô está incompleta, pois faltou falar de meu pai, Georges Gabriel Bonduki (1906-1976), que também deu sequencia aa atuação do pioneiro emigrante Gabriel Issa, que na Siria se chamava Jubran.
Sendo o filho mais velho, Georges, ou melhor, Jorge, acompanhou os passos empresariais e asociativos de seu pai, tendo também exercido uma liderança, e também um papel exponencial, na divulgação da cultura árabe participado de todas as atividades nacionais e internacionais ligadas à imigração sirio-libanesa, ao lado de seu irmão e socio, Emilio, citado nessa reportagem. Papai foi jornalista, dono de editora e também Presidente do Club Homs de São Paulo, na gestão em que se construiu a Nova Sede na Av. Paulista, de 1968 a1970.
Atuou também nos meios culturais e sociais paulistanos, nas décadas de 1930 a 1980, especialmente em seus aspectos literários, sociais e políticos, vinculados aos assuntos das Americas e do Mundo Arabe.

JB

kalyenny
escrito por Visitante, 2005-08-07 19:04:54
adorei essa materia! Era essa pesquisa que eu presisava para o meu trabalho!
URGENCIA em falar C/ DR ADB JATENE
escrito por Visitante, 2005-08-08 11:42:29
PRECISO CONTATAR DR ADIB JATENE. TENHO UM ASSUNTO SÉRIO, SOBRE A ATUAÇÃO DE UMA EQUIPE MEDICA NO HOSPITAL DO CORAÇÃO. MINHA MÃE VEIO A FALECER, E O RESPEITO POR NÃO EXISTIU.
POR FAVOR DR ADIB, CONSIDERO IMPORTANTE COMEÇAR ESTE ASSUNTO C/ O SR, DAÍ EM DIANTE OUTRAS PROVIDÊNCIAS FAREI.
GRATA PELA ATENÇÃO
CÉLIA
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Re: Marcia, Clia
escrito por Brazil-Brasil, 2005-08-08 13:12:33
Olá Marcia e Célia,

Acesse:
[u]Fundação Adib Jatene[/u]. Adib Jatene, é diretor do Hospital do Coração - E-mail: Esse endereço de e-mail está sob proteção contra Spam (spam bots).Por conseguinte, você deve ativar o recurso Javascript para poder visualizar isso

abraços,
Jessica Pio
escrito por Visitante, 2005-08-21 08:45:16
adorei! estou fazendo um trabalho sobre imigrantes arabes no brasil, esse foi o unico local onde encontrei tudo oq queria; na verdade nao bem um trabalho um reencontro entre as na驧oes(super-trabalho de colegio)
descendente rabe
escrito por Visitante, 2005-08-31 11:20:29
Gostei da historia da familia Bonduki.
Gostaria tambm de saber a origem e historia da minha familia de descendencia rabe, que 顩 Turibio. Se alguem sabe ou conhece, me contate pelo e-mail: Esse endereço de e-mail está sob proteção contra Spam (spam bots).Por conseguinte, você deve ativar o recurso Javascript para poder visualizar isso
Andra
escrito por Visitante, 2005-09-07 06:43:00
Gostaria de fazer amizade com pessoas rabes,adoro essa cultura...meu e-mail Esse endereço de e-mail está sob proteção contra Spam (spam bots).Por conseguinte, você deve ativar o recurso Javascript para poder visualizar isso
lingua
escrito por Visitante, 2005-09-07 18:20:05
Achei engraçado o facto do autor parecer estar a atribuir o facto de haver palavras de origem árabe no "vocabulário brasileiro" à imigração árabe para o Brasil. Parece que nem sabem que palavras como alface, algorismo e alfombra, apesar de serem realmente de origem árabe, fazem parte do "vacabulário brasileiro" por causa dos mouros que influenciaram a língua portuguesa. E isso foi séculos antes do Brasil ser descoberto.
estudante!!!
escrito por Visitante, 2005-09-15 05:59:08
Olá, meu nome é Mariana e sou estudante do curso de graduação de Turismo na PUC em Campinas. Estou fazendo um trabalho sobre a imigração sirio-libanesa aqui no Brasil, gostaria que me enviasse materiais a respeito no meu e-mail.
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Muito obrigada pela atenção!!
siria
escrito por Visitante, 2006-03-02 06:38:57
meu
ajuda-me !!!
escrito por Visitante, 2006-03-04 10:32:26
ola !! eu sou francesa, estudante em português , estou atualmente a passar o concurso para ser professor de português em frança , estudamos o livro de Milton Hatoum "Dois irmaos " que acho, teve muito sucesso no brasil, queria então receber informaçoes sobre a imigraçao sirio-libanesa em manaus sobretudo. Obrigado pela ajuda Eis o meu mail : Esse endereço de e-mail está sob proteção contra Spam (spam bots).Por conseguinte, você deve ativar o recurso Javascript para poder visualizar isso
Muito obrigada!
escrito por Visitante, 2006-05-15 05:36:29
Oi.. meu nome é Paolla, tenho 11 anos e estou fazendo um trabalho sobre os imigrantes árabes no Paraná. Deixei este comentário para dizer que o seu texto me ajudou muito nesse trabalho. Muito obrigada!! Nota 1000!!smilies/cool.gif
gostaria de saber
escrito por Visitante, 2006-06-13 05:18:20
como se escreve ANGELA em arabe.

grata

simone
Maria Lucy Mehler Elias Monteiro Campos
escrito por Visitante, 2006-07-02 14:52:42
Sou descendente deárabes.Gostaria Muito saber minha origem.Meu avô era Elias djarousse Nahle e minha avó Maria Ganani hassisse.Êsses foram os nomes que vieram comseus documentos daARCHVÊCHÉ GREC-CATHOLQUE de Homs,Hama,yabroud.Disseram que somos da família dos reis da arábia .Quero muito saber dos meus anscestrais.Se for possível.Meus agradecimentos.Resido emFlorianópolis--Servidão Revoar das Perdizes 128----CEP-88063-077
quero um namorado arabe
escrito por Visitante, 2006-07-09 15:00:06
eu quero conhecer um homen arabe
sou brasileira tem de ser entre30 a 40anos.meu email e: Esse endereço de e-mail está sob proteção contra Spam (spam bots).Por conseguinte, você deve ativar o recurso Javascript para poder visualizar isso
...
escrito por maria angelica francisco, 2006-09-30 00:27:30
sou descendente da família skaf, neta de adélia skaf. gostaria de encontrar parentes em são paulo
grata
mariah angelica fernandes
...
escrito por Flávia, 2006-09-30 13:40:06
Eu gostei muito das informçaoes obtidas mas, queria saber por que os árabes que imigraram para o Brasil se adaptaram bem na nova terra?


Arabes obrigada por contribuir na formção da cultura brasileira!!!!!!!!
...
escrito por Betinho, 2006-12-08 15:05:25
Gostaria de saber como se escreve esses nomes que são da minha( avó ch. Maria josé), mãe ch.( Irene),pai ch.(Luiz Carlos),irmão(Jorge), ( Betinho)
GOSTARIA DE CORRESPONDER COM ÁRABES
escrito por LUCINHA, 2007-02-19 13:40:29
SOU JOVEM BONITA MORO EM PERNAMBUCO DOU LOURA BONITA E GOSTARIA DE CORRESPONDER COM ÁRABES. POIS ADORO A CULTURA E FORMA QUE SE RELACIONA.
QUE HISTORIA
escrito por TOUFIC WADIH TANSA E.ISSA JUNIOR, 2007-04-09 05:46:48
TENHO MUITO ORGULHO DE TER NASCIDO NO LIBANO SERA QUE ENCONTRO ALGUEM DE MINHA CIDADE BEKARZELA SE TIVER ALGUEM COMUNIQUE
QUEM QUER UM NAMORADO ARABE
escrito por TOUFIC WADIH TANSA E.ISSA JUNIOR, 2007-04-09 05:53:14
QUEM QUER UM NAMORADO ARABE (IALA)PODE VIM HABIBE TINIBAUS
parente?
escrito por juan enrique lanusse, 2007-05-02 20:50:48
gostaria de me comunicar com a sra. lena lanusse da silva duarte,se é possivel,acho que a familia lanusse é uma só,eu sou descendente de françes, basco,de saint jean de luz,moro no uruguay.obrigado.
gostei
escrito por wesley, 2007-05-24 21:17:57
EU GOSTEI PQ FOI FACIL PRAM MIM PODER ACHAR O TRABALHO DE ESCOLA MUITO LAGAL smilies/tongue.gif
Procuro informações
escrito por Fabiana, 2007-07-11 20:13:57
Sou professora e vamos fazer uma "Feira das Nações". A minha sala ficou responsável pela influência árabe no estado de São Paulo. Gostaria de saber onde posso obter mais informações e se há algum lugar onde meus alunos possam visitar para conhecer melhor essa cultura. Obrigada
QUERO UM NAMORADO ARABE
escrito por SAMARR FAROUQ, 2007-11-30 20:10:22
NAO AGUENTO MAIS ESSES BRASILEIROS...QUEREM QUE NOS MULHERES DIVIDIMOS A CONTA DO RESTAURANTE....E TUDO MAIS...APRECIO A CULTURA ARABE...E QUERO FAZER CONTATOS , AMIZADES, COM PESSOAS DE OUTROS PAISES...SERA GRATIFICANTE SOMAR EM MEUS ESTUDOS. BJS
Mais informações
escrito por Danielle Bacil Bueno, 2008-01-08 01:11:02
Sou descendente de sírios mas não sei ao certo qual a região. Gostaria de saber através do meu sobrenome que é Bacil e nos registros de outros parentes também é escrito Bassil de qual região meus bisávos vieram e o significado do sobrenome.
Att Danielle
Família na Síria
escrito por JOSE ERANI MOYSES, 2008-04-01 13:38:21
Gostaria de saber como localizar meus parentes na Síria, mais especificamente na cidade de Homs, onde ficou minha avó Maria Jacob e minhas tias Laila e Maria. Agradeço qualquer indicação que facilite minha busca!
um abraço
José Erani Moyses
...
escrito por Marina, 2008-04-10 23:45:29
Gostaria de saber em qual bairro existe a maior concentração dos árabes e seus descendentes.
procuro informações
escrito por joão gualberto Motta de araújo, 2008-04-11 18:18:09
meu avô é de origem árabe, arabia saudita, da cidade de salino. Gostaria de informações sobre a imigração ´´arabe no final do século 19. Será que conseguiria informações de onde desembarcaram, pois colocaram nomes brasileiros quando chegaram.
Obrigado.
Memorial do Imigrante
escrito por Leandro de Paula, 2008-04-30 18:37:22
Em São Paulo há um memorial com dados relativos ao desembarque de imigrantes que desembarcaram no Porto de Santos. Naturalmente, há muitas informações acerca de imigrantes oriundos do Oriente Próximo. Estão disponíveis por meio da página do Memorial: http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/
quero me comunicar com as farcs
escrito por stony, 2008-05-15 21:10:21
como eu poderia entrar para as farcs?
duvida
escrito por Regilane Melo, 2008-07-15 19:48:58
Ola tenho um amigo da Arabia Saudita que esta estudando aqui comigo no Canada e ele pretende visitarb o Brasil quando terminarmos o curso aqui na escola, mais ele quer saber a respeito do visto se ele precisa de visto ou nao para visitar o Brasil.

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