"Seremos implacáveis com adversários e com aliados que acharem que podem continuar se utilizando do dinheiro público para ficar ricos."
Palavras do presidente da República ao ser questionado sobre a crise politica que atingiu o Brasil cedo neste ano.
Com a economia caindo por quase 1%, desde o terceiro trimestre do ano passado (IBGE, 2005) que denota a seriedade da crise, e crescentes impostos pelos produtos que são importados, o Brasil (que se prepara ao inicio das campanhas eleitorais) se prepara para mais uma possivel crise econômica. "Todo processo político, que não se ordenar, causa um impacto na economia e no país como um todo. Mas sou daqueles que confiam fortemente nas instituições brasileiras, o Congresso Nacional, os tribunais de Justiça e a Promotoria," disse Antonio Palocci o mês passado.
O país se mantém confiante sobre os numeros negativos que vem aparecendo sobre o pais recentimente: a Federação de Indústrias de Minas Gerais concluiu que a queda de produtividade atingiu 10,3% relativo ao ano passado.
Ao receber a proposta de analisar um novo caso de corrupção envolvendo o tesoureiro do Partido de Trabalhadores, Delúbio Soares, o presidente da República decidiu adiar a reunião nas quais seriam discutidas tais alegações, com o objetivo de contornar as novas denúncias. O Brasil poderia encontrar novamente outra crise financeira, que já abalou o pais em 1999 e causou uma desvalorização do real perante ao dolar.
Por falta de reserva no Banco Central, não haveria outra opção, fazendo da agenda politica no Brasil, então, um pouco mais dificil ao Presidente que prometia reformas como a da previdência que foi sugerido durante o seu mandado.
A desvalorização ainda não é obvia, nem tão pouco certa, tudo depende da confiança dos investidores e os acionistas. A crise politica trouxe certas turbulências, e acordou vários Brasileiros sobre a legitimidade da Democrácia no Brasil.
Sem lei não haveria comportamento humano na sociedade: mais então, com um legislativo impioso: Qual é o próximo passo do Brasil?
Stephan Reichenberger, faz Relações Internacionais e Politica na University of Westminster, em Londres (RU). Compõe músicas. Escreve artigos. Recentemente elaborou uma série em jornais com o tema de politica internacional, escritos em português. Você pode contatá-lo pelo e-mail:
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Com referência ao primeiro tópico "Seremos Implacáveis etc." acho que a maioria de políticos ao assumirem o poder, mudam logo sua maneira de pensar ao agir com os compromissos que para tal foi eleito. Confio no Presidente Lula, que terá a capacidade de poder definir o "verdadeiro do aparente" e ele deveria ouvir a Senadora Heloisa Helena. Esta Senhora, sim, tem um propósito brilhante, é séria, é verdadeira. Ontem eu a ví numa entrevista com o Jô Soares e somente pelas suas palavras, anima a qualquer brasileiro inconformado com essa sujeira nacional e pasmém!!! Nenhuma autoridade lembrou de investigar as cidades interioranas, onde prefeitos e vereadores de mãos-dadas fazem o que querem. Eu particularmente, tenho vergonha de ser brasileiro, imaginem o nosso país como esta sendo visto no exterior. Que vergonha!! Lá fora também existem corrupção, só com uma diferença: o ladrão é preso e devolve o roubo.
O Trabalhador, o povo brasileiro já não suporta mais essa agonia de ver sempre estampado nos noticiários, nomes de políticos envolvidos em roubalheiras e depois acaba em risadas em plenários.
Presidente Lula, tenha fé em Deus e faça com que a Policia Federal retire de circulação essa bandidagem e PRENDA NUMA CADEIA DE SEGURANÇA MÁXIMA. Parabéns!!Parabéns!!Parabens!! para a Senadora Heloisa Helena, que Deus a ilumine sempre na sua tragetória política ajudando o nosso país a ter políticos sérios (que é uma minoria)
Como um cidadão comum, porém interessado com as coisas certas, gostaria de poder falar com a Senadora Heloisa Helena. Como devo proceder? (até por E-mail se for o caso)
Obrigado pelo meu desabafo, igual a mim, existem centenas de milhares de brasileiros desiludidos com a situação atual.
Cordialmente,
Erisvaldo Marinho