“Após a queda da Monarquia veio uma nova era de guerras. Napoleônicas, Imperialistas e tensões ideológicas. O sonho de instituir a paz definitiva sempre foi surpreendida por um ato que contradiria o ludibriar.”
O momento mais decisivo na história de uma nação é a hora em que um regime é substituído por outro. O evento mais conhecido, que mudou a era política do velho-e-absoluto para o novo-e-justo, foi a revolução francesa, em que impôs seus predicamentos (ou pelo menos, assim diria Woodrow Wilson, Idealista e presidente americano) de liberdade, fraternidade, e igualdade.
Ao cair a monarquía absolutista francesa, uma onda de nacionalismo invadiu o país, trazendo igualdade social jamais visto antes, e contentamento - mesmo que inicialmente - com o novo regime que estava brotando. Mais igualdade social nem é sempre acompanhado de harmonia e eficiência.
Após a queda da monarquia veio uma nova era de guerras. Napoleônicas, Imperialistas, e tensões ideológicas. O sonho de instituir a paz definitiva sempre foi surpreendida por um ato que contradiria o ludibriar. A enfermeira que estremeceu a Europa durante o fim monárquico: a Liberdade, estava sendo questionada pelo continente inteiro.
Quando adota-se um tema motivante para o pubis garantir certas qualidades de um regime, o ser humano pode ser conduzido a fazer coisas inacreditáveis.
As leis al-Sharia é um exemplo, que após o vento de mudança - fim de colonialismo Africano, assim como chamou Harold Macmillan - invadiu países como a Nigéria, mostrou o quanto certos países podem se manter indiferentes em relação a certos tratados, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948.
A troca de regime novamente trouxe problemas graves em relação a questões humanitárias. Nesse momento, passamos por uma grande mudança de regimes, principalmente em estados pós-Soviéticos, com a instituição quasi-definitiva da democracia no quadro político.
Em 2003, após eleições incertas que ergueram Eduard Shevardnadze ao poder na Georgia,o povo se encaminhou na rua para protestar contra o que parecia ter sido uma eleição irregular, com denominações de fraude.
O recém eleito ja governava o país desde a queda do comunismo e a rejeição da participação da CEI (Comunidade de Estados Independentes), o seu regime era popularmente criticado por corrupção, inserindo uma grande probabilidade do fim da sua incumbência.
Foi principalmente com as incertezas do governo que a inflação aumentou dramaticamente na economía ex-soviética. Escalando quase 4% do PIB no fim de 2003, com incertezas políticas e alegações de irregularidade no voto.
Após as eleições, o candidato do partido democrático (Mikhail Saakashvili) disse que venceu a maioridade dos votos. O congresso entregou, portanto, a vitória a Shevardnadze revoltando os Georgianos. Após dias de revoltas, o governo concluiu com unanimidade que devería ocorrer uma reeleição para designar o verdadeiro executivo do país.
No dia 22 de Novembro, 2003, durante um discurso considerado ilegal no parlamento de Tbilisi (capital de Georgia), civis invadiram o prédio e derrubaram o governo. Floresce a democracia em Georgia.
Também em 2003, a queda do ditador Saddam Hussein foi denominada como a revolução roxa, em que democracia será inserida num país já então secular - em comparação com o Irã, que desde 1979 funciona a base do velayet-e faqhi - um sistema de 18 cleros que trabalham num conselho governamental para ajudar o executivo tomar conta do país.
A revolução Roxa, porém, despertou um alarme democrático pelo Oriente Médio. Após altas críticas sobre a legitimidade da invasão do Iraque, a Arábia Saudita promete, em 2005, entregar mais poder político e voto universal para as mulheres.
No Líbano, recentemente, um partido Xiita (Hezboolah) ganha as eleições, comprometendo uma paz com a Democracía após a expulsão do líder Assad no inicio do ano. Se a democracía for desenvolver no Oriente Médio, não havera mais guerra.
Um tema bastante idealista, que causou alguns políticos e economistas a concluírem que a história esta chegando a seu fim, já que o mundo vem abraçando liberalismo e não havera mais rival ideológico.
É portanto essencial que referimos a essas mudanças, que iniciaram no ano 2003, como as revoluções de 2003. Quando houve um ressurpação da democracia inprecedente e momentária. Assim como houveram as ondas democráticas: a primeira entre 1828-1926 [Austria, Hungria, Prussia], a segunda entre 1943-1962 [Alemanha, Itália] e 1974, com o fim do regime de Papadopoulos na Grécia e Salazar no Portugal, devemos tratar as Revoluções de 2003 como a quarta onda democrática, e como essas ondas ajudarão garantir um futuro de paz e consenso na política moderna, e talvez integracional, que esta crescendo perante provas como a ASSEA e, com uma falha recente do referendum, a União Européia.
Essa nova onda democrática, que também envolveu países como Ukrânia, e até de certo ponto: Líbia, vem trazendo pouca preocupação, mais alívios a Washington.
Uma política muito unilateralmente orientada (tendo rejeitado a Corte Internacional por medo de culparem o sistema Guantanamo) e com suas crenças enraizadas na democracia universal.
Desde a instituição da Constituição Americana em 1787, a nação norte-americana vem visando a Democracia como o sistema para liberdade civil e igualdade social.
A próxima década terá muito a provar, principalmente em relação aos novos regimes poliárquicos do mundo.
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