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A "Carta" dos Movimentos Sociais ao Povo Brasileiro PDF Imprimir E-mail
Escrito por Márcia Xavier   
Wednesday, 22 June 2005
Face à crise, movimentos sociais lançaram Carta ao Povo Brasileiro

A Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS), que reúne o MST, CUT, UNE, Ubes e outras entidades nacionais, divulgou ontem (21), uma “Carta ao Povo Brasileiro”, de defesa do governo Lula face à ação golpista da oposição conservadora. A coletiva de imprensa foi às 14 horas no Centro Cultural de Brasília.

O documento foi aprovado pela CMS em reunião pela manhã. Os movimentos defendem “a mobilização popular contra o golpismo de direita, a apuração das denúncias de corrupção, mudanças na política econômica e a reforma política como elementos fundamentais para o país avançar na construção de uma sociedade mais justa e igualitária”.

Mobilização por "agenda positiva"

O objetivo do movimento é, diante da crise, lançar uma ampla mobilização nacional em defesa de uma "agenda positiva" para o governo federal, que inclui a redução dos juros e do superávit primário, além do aumento de recursos para áreas sociais como forma de acelerar a geração de emprego e renda em todo o país.

No calendário da CMS está o reforço da manifestação de rua marcada para 1º de julho, em Goiânia, por motivo do 49º Congresso da UNE. A previsão é que a passeata reúna 20 mil pessoas.

Os movimentos também vão defender uma ampla reforma política democratizante – tema que voltou às discussões do Congresso Nacional nas últimas semanas depois das denúncias do deputado Roberto Jefferson (PTB/RJ) sobre a existência de suposto esquema de pagamento de mesadas a parlamentares do PP e PL.

Defesa da unidade

As entidades afirmam que as denúncias do deputado Roberto Jefferson têm o objetivo de enfraquecer o governo federal, isolando o projeto de mudanças previsto para ser colocado em prática pelo Executivo. O MST defende uma "necessária e forte" unidade entre todos os setores da sociedade para o enfrentamento das denúncias.

"Neste momento, a união e a mobilização são fundamentais, pois estamos numa verdadeira guerra", diz João Pedro Stédile, dirigente do MST.

O secretário nacional de comunicação da CUT, Antonio Carlos Spis, acredita que as denúncias de Jefferson vêm sendo manipuladas pela mídia para interferir no inconsciente coletivo, "transformando uma mentira em verdade", e paralisando o país.

"Os movimentos defendem a apuração das denúncias, a investigação e punição dos culpados, mas não vão fazer o jogo da direita, que quer enfraquecer e tomar de assalto o governo, abrindo espaço para a privatização e a terceirização. Ou seja, para mais corrupção", encerrou.

Posicionamento do MST

Nesta segunda-feira, o boletim eletrônico "Letra Viva", do MST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra), traz como matéria principal o texto "Uma opção pelo povo brasileiro", analisando a crise política em curso. Assinado pela Secretaria Nacional do Movimento, o texto afirma que "a direita utilizou a situação para antecipar o calendário eleitoral".

Em 2002 elegemos Luís Inácio Lula da Silva presidente do Brasil. Foi a primeira vez que um representante do povo, liderança da classe trabalhadora, assumiu o comando da nação.

Mas já durante a campanha eleitoral, no lançamento da Carta aos Brasileiros, demonstrava-se a intenção de garantir aos credores internacionais e ao mercado brasileiro medidas semelhantes às que marcaram o governo Fernando Henrique Cardoso.

Mesmo com essa sinalização, o povo brasileiro se encheu de esperança e expectativas e votou em Lula pela mudança nessa política econômica.

Com o passar dos meses, as perspectivas de mudanças em prol da justiça social foram diminuindo conforme os juros aumentavam. Ficou nítida a opção por uma política claramente neoliberal, baseada na alta de juros - a taxa básica, Selic, se mantém em 19,75% e é considerada a maior do mundo - , no estímulo às exportações e na garantia do superávit primário, que deve atingir R$83 bilhões em 2005.

Os recursos para a Reforma Agrária, a educação, a saúde, o saneamento e a infra-estrutura do país foram para segundo plano.

Por outro lado, a política externa de diálogo com a Venezuela de Hugo Chávez e as mobilizações populares no Equador e na Bolívia, deixavam o capital transnacional e o governo estadunidense de George W. Bush inquietos.

Para acalmá-lo e garantir o funcionamento do governo, alianças com setores conservadores da política e da sociedade, inclusive a imprensa, foram firmadas.

A base do governo não era mais apenas os movimentos populares e a sociedade civil, apesar da experiência histórica demonstrar que o Congresso Nacional jamais deixou de aprovar um projeto que conseguiu obter apoio na opinião pública.

Com as denúncias de corrupção divulgadas nas últimas duas semanas, o circo foi armado. A elite utilizou as declarações de Roberto Jefferson (PTB), da base governista, para criar uma cortina de fumaça e enfraquecê-lo, levantando até a possibilidade de impedimento.

O Movimento Sem Terra defende a apuração de todas as denúncias, até as últimas conseqüências. Mas está claro que a direita utilizou a situação para antecipar o calendário eleitoral.

Ou eles investem de vez no enfraquecimento do governo e partem para a consolidação de uma candidatura, ou fazem um novo pacto, com o estabelecimento de políticas mais à direita e sem alteração na economia. Um exemplo claro é a proposta de privatizar os Correios como forma de evitar a corrupção, seguindo assim os ditames das mudanças neoliberais.

Somos contra a corrupção, mas também somos contra esse golpismo. Por isso, defendemos a apuração de todas as denúncias do governo Lula e dos governos anteriores, principalmente FHC.

Este é um momento de decisão. Trata-se de uma disputa de projetos. O governo pode ampliar a política que vem aplicando até agora ou pode vir para o lado do povo, retomar seus compromissos de campanha com os 53 milhões de brasileiros e brasileiras que o elegeram. Precisamos ir para as ruas, mostrar o apoio às decisões de mudanças na política econômica e a prioridade do cumprimento dos direitos sociais.

Vamos exigir do governo demonstrações de que está ao lado do povo com a democratização e a defesa das empresas estatais e dos direitos sociais, a favor das reformas políticas democráticas e da Reforma Agrária!

21 de Junho de 2005

COORDENAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS

CARTA AO POVO BRASILEIRO !


Contra a desestabilização política do governo e contra a corrupção: Por mudanças na política econômica, pela prioridade nos direitos sociais e por reformas políticas democráticas!

A sociedade brasileira mudou e, na Constituinte de 1988, decidiu por mudanças . Constituiu novos poderes e elegeu novos governantes, para promover processos de transformação social. Criou novas estruturas, combateu velhas instituições e gerou novos mecanismos para fazer valer os direitos de todas e cada uma das pessoas a uma vida digna.

Com a força desta história recente, mas vigorosa, de fortalecimento e radicalização da democracia em nosso país que nós, representantes das organizações populares, das organizações não governamentais, do movimento sindical, dos movimentos sociais e personalidades, convocamos toda a sociedade brasileira, cada cidadão e cada cidadã, para uma grande e contínua mobilização que torne possível enfrentar a crise política e fazer prevalecer os princípios democráticos.

Nas últimas eleições, com a esperança de realizar mudanças na política neoliberal que vinha sendo praticada desde 1990, o povo brasileiro elegeu o Presidente Lula. Até este momento, avaliamos que pouca coisa mudou e presenciamos um mandato cheio de contradições. De um lado, o governo seguiu com uma política econômica neoliberal, resultado de suas alianças conservadoras. De outro, adotou um discurso da prioridade social e uma política externa soberana e de aliança com as nações em desenvolvimento. A eleição do Lula reacendeu as esperanças na América Latina, e influiu de forma positiva em alguns conflitos políticos na região.

De olho nas eleições de 2006, as elites iniciaram, através dos meios de comunicação uma campanha para desmoralizar o governo e o Presidente Lula, visando enfraquecê-lo, para derrubá-lo ou obrigá-lo a aprofundar a atual política econômica e as reformas neoliberais, atendendo aos interesses do capital internacional.

Preocupados com o processo democrático e também com as denúncias de corrupção que deixaram o povo perplexo, vimos à publico dizer que somos contra qualquer tentativa de desestabilização do governo legitimamente eleito, patrocinada pelos setores conservadores e antidemocráticos.

Exigimos completa e rigorosa investigação das denúncias de corrupção, feitas ao Congresso Nacional e à imprensa, e punição dos responsáveis. Sabemos que a corrupção tem sido, lamentavelmente, o método tradicional usado pelas elites para governarem o país.

Exigimos também a investigação das denúncias de corrupção, por ocasião da votação da emenda constitucional que aprovou a reeleição e dos processos de privatização das estatais ocorridas no governo de Fernando Henrique Cardoso.

Trata-se portanto, de fundamentar a vida política em princípios éticos como a separação entre interesses privados e interesses públicos, de transparência nos processos decisórios e a promoção da justiça social.

Diante da atual crise, o governo Lula terá a opção de retomar o projeto pelo qual foi eleito, e que mobilizou a esperança de milhões de brasileiros e brasileiras. Projeto este que tem como base à transformação da sociedade e do Estado brasileiros, uma sociedade dividida entre os que tudo podem e tudo têm e aqueles que nada podem e nada têm.

Por isso, vimos a público defender, e propor ao governo Lula, ao Congresso Nacional e a sociedade civil, as seguintes medidas:

1- Realizar e apoiar uma ampla investigação de todas as denúncias de corrupção que estão sendo analisadas no Congresso Nacional e punir os responsáveis

2- Excluir do governo federal setores conservadores que querem apenas manter privilégios, afastar autoridades sobre as quais paira qualquer suspeição e recompor sua base de apoio, reconstruindo uma nova maioria política e social em torno de uma plataforma anti-neoliberal.

3- Realizar mudanças na política econômica no sentido de priorizar as necessidades do povo e construir um novo modelo de desenvolvimento. A sociedade não suporta mais tamanhas taxas de juros, as mais altas do mundo, sob o pretexto de combater a inflação. A sociedade não sustenta a manutenção de um superávit primário, que apenas engorda os bancos.Os recursos públicos têm de ser investidos, prioritariamente, na garantia dos direitos constitucionais, entre eles, emprego, salário-mínimo digno, saúde, educação, moradia, reforma agrária, meio ambiente, demarcação das terras indígenas e quilombolas.

4- Realizar, a partir do debate com a sociedade, uma ampla reforma política democrática. Uma reforma que fortaleça a democracia e dê ampla transparência ao funcionamento dos partidos políticos e aos processos decisórios. Por isso, somos favoráveis à fidelidade partidária, ao financiamento público exclusivo das campanhas, à exclusão das cláusulas de barreira, e à apresentação de candidaturas em listas fechadas com alternância de gênero e etnia, obedecendo critérios de representação política pluriétnica e multiracial. Queremos também a imediata regulamentação dos processos de democracia direta, que implica o exercício do poder popular mediante plebiscitos e referendos, conforme proposta apresentada pela CNBB e a OAB ao Congresso Nacional.

5- Fortalecer os espaços de participação social na administração pública e criar novos espaços nas empresas estatais e de economia mista, viabilizando o controle social e real compartilhamento do poder.

6- Fortalecer as iniciativas locais em favor da cidadania e da participação e da educação popular, como por exemplo os comitês pela ética na política, conselhos de controle social, escolas de formação política.

7- Enfrentar o monopólio dos meios de comunicação, garantindo sua democratização, inclusive através do fortalecimento das redes públicas e comunitárias.



Neste momento de mobilização, conclamamos as forças democráticas e populares a se mobilizarem para realizar manifestações de rua e protestos, e trabalhar para promover as verdadeiras mudanças que o país e o povo precisa.

Brasília, 21 de junho de 2005.

Atenciosamente

Seguem-se entidades e movimentos da sociedade e da CMS (Coordenação dos Movimentos Sociais)

CUT - Central Única dos Trabalhadores
MST - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra
UNE - União Nacional de Estudantes
ABI - Associação Brasileira de Imprensa

UBES – União Brasileira de Estudantes Secundaristas
ABONG - Associação Brasileira de ONGs
INESC - Instituto de Estudos Socioeconômicos
CNBB/PS - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil / Pastorais Sociais
UBM - União Brasileira de Mulheres

CONAM – Confederação Nacional de Associações de Moradores

CMP - Coordenação dos Movimentos Populares
CONEN – Coordenação Nacional de Entidades Negras
IBASE – Instituto Brasileiro de Analises Sociais e Econômicas
CEBRAPAZ
- Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz
JOC - Juventude Operária Cristã
MTD - Movimento dos Trabalhadores Desempregados
MTST - Movimento dos Trabalhadores Sem Teto
CONTEE – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino
CNTE - Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação
UNMP - União Nacional por Moradia Popular
ABRAÇO – Associação Brasileira de Rádios Comunitárias
CIMI - Conselho Indigenista Missionário
CPT - Comissão Pastoral da Terra
FENAC - Federação Nacional das Associações
AMB...-. Articulação de mulheres brasileiras
CFEMEA - Centro Feminista de Estudos e Assessoria
IBRADES - Instituto Brasileiro de Desenvolvimento
EDUCAFRO - Educação e Cidadania de Afrodescendentes e Carentes
MSU - Movimento dos Sem Universidade
CONIC - Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil
ANPG - Associação Nacional dos Pós Graduandos
CSC - Corrente Sindical Classista
MPA - Movimento dos Pequenos Agricultores
CBJP - Comissão Brasileira Justiça e Paz
Ação da Cidadania Contra a Fome a Miséria e pela Vida
Federação Nacional dos Economistas
Federação Nacional dos Advogados
Sindicato dos Economistas do DF
Conselho Nacional de Iyalorixás e Ekedes Negras
Campanha Jubileu Brasil contra as dívidas e contra a Alca
P.O Nacional - Pastoral Operária Nacional
Grito dos Excluídos
Marcha Mundial de Mulheres

diáriovermelho
Comentarios (7)Add Comment
Também acredito em Papai Noel
escrito por Visitante, 2005-06-22 20:00:05
Acredito que ninguém do PT roubou e que tudo isso são acusações infundadas. Acredito em papai noel, que Abi Laden é um homem do bem, acredito no saci pererê na mula sem cabeça. Acredito que o José Dirceu é um santo e que tudo isso não passa de intriga. Acredite se quiser.
Acredito em Papai Noel
escrito por Visitante, 2005-06-22 20:02:50
Esqueci. Acredito também que todo mundo que trabalha em sindicato, o faz com intuito de melhorar a sua classe e não por ser imcopetente no que faz e não ter o que fazer se limitando a organizar sindicatos para ganhar dinheiro fácil, não trabalhar e um dia depois de 24 anos de férias, quem sabe ser presidente de um país. Acredite se quiser.
Pois é
escrito por Marcelo Luccio é viado., 2006-11-28 18:12:02
eu passei um trabalho idiota pra ser feito desses pros meus alunos - sou professor de história - e eu sei que não tem nada a ver e tal,mas realmente o PT é uma merda que vive me indignando a cada dia mais e mais.
afinal,aiai eu sou viado mesmo.
...
escrito por suzi, 2008-04-18 22:11:48
Companheiros e companheiras nesse meu peito de aço bate um coração que é de carne e osso.De um presidente assim queriam O QUE?
Eu não vi nada ;Eu NÃO SEI DE NADA. VÓVÓ MORREU VIRGEM smilies/grin.gif
acredita
escrito por Jass, 2008-06-13 23:31:55
o adventista, a musica do camiza de venus nos anos 90's, escutem novamente, e ainda existe bobos que axam que o PT é santo...
santo do inferno, seus otários, ....
Sacanagem
escrito por Francisco das Chagas, 2009-03-09 03:42:33
O potêncial do País, requer 'RESPEITO E DIGNIDADE', para o povo que tanto sofre com tamanhas iludibriações em épocas de campanha política, dos mesmos que manipulam a plebe com a velha promessa, que agora vai mudar!... De bolso os impostos que suponhe-se que deveria ser revertido para o bem estar social, e na verdade só aumenta o sofrimento devido o egoísta de poucos que só se ver... smilies/angry.gif Como se diz: o povo tem seu representante merecido
NÃO VOTAR UMA FORMA DE REPENSAR O BRASIL
escrito por Carlos Magno ALEXANDRE, 2009-07-20 04:06:28
:'HOJE;19/07/2009 AO ME DEPARAR COM A PAGINA 12 CADERNO O PAIS DE O GLOBO INTITULADO DE "LOGO" me senti uma ameba,fiquei envergonhado sim porque outrora acreditei que um sapo barbudo pudesse mudar as formas de vida de um lago chamado Brasil. Só que hoje ele se transformou em um grande "PIZZAIOLLO DA NAÇÃO BRASILEIRA". Gostaria que fosse difundida a;ideia;proposta;uma nova bandeira de luta e isto é possivel, pacificamente dentro dos movimentos sociais,dos diretorio academicos de faculdades e universidades, nos gremios secundaristas,acredito que alguns sindicatos, enfim é preciso se mobilisar dizer não a corrupção,as aliança e coligações esclusas que os governantes fazem para se perpetuar no poder.Apartir do centro de poder da Republica; o legislativo federal, o senado federal, o judiciario, dai não se tem muito que falar dos estados e municipios. O que se esperar de um presidente que diz:" justiça para COLLOR ; chamar usineiros de herois; que cpi é coisa menor ou seja não assusta porque tudo termina em pizzas;desmatador não é bandido;que Sarney não uma pessoa comun;que Renan lhe da sustentação, quea imprenssa corre risco ;que a eleição do Irã foi dentro da lei,que muitas vezes, violência é questão de sobrevivencia. e muitas outras citações que se encontram nos arquivos da nossa imprensa. Portanto senhores tudo isso é possivel de se mudar, apenas usando o poder e o valor do nosso voto e do nosso titulo de eleitor. Sem baderna;greve;violência;apenas nos conscientizarmos que possuimos vergonha, que merecemos um pais justo,sem desemprego,com melhor distribuição de renda,sem aceitar mandos do FMI,BIRB,OMC. Porque até aqui os politicos que elegemos ou que somos obrigados a engolir somente penssam neles, nos grupos financeiros,banqueiros,leis que somente os favorecem e atualmente quando se afastam,são cassados ou suspensos entra em cena o "Suplente' que nunca ouvimos ou mesmo tomemos conhecimento. Esta é minha proposta, ou estaremos delegando as gerações futuras e mesmo a nossa o ostrcismo politico,social e economico. O Brasil social já falil so nos resta clamar para que o Brasil Nação não vá falência. Acorda Brasil.(

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