Fala, Brasil! - A Saga dos Libaneses no Brasil, Começou Há 125 anos
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A Saga dos Libaneses no Brasil, Começou Há 125 anos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Marina Sarruf e Isaura Daniel   
Wednesday, 20 April 2005
A comunidade de libaneses e descendentes no Brasil é maior até do que a população do próprio Líbano. Atualmente, há cerca de 7 milhões de libaneses e descendentes no Brasil, a maioria vive em São Paulo, mas eles estão espalhados por todo Brasil. 

Com tanta gente, não faltam histórias para contar. Como a da família Massud, que chegou ao país no final do século 19 e cujos integrantes se espalharam por vários ramos de atividade, como o comércio, a política e a medicina; ou dos Nabhan, que imigraram mais recentemente, em 1979.

A imigração libanesa começou oficialmente no Brasil por volta de 1880, quatro anos após a visita do imperador Dom Pedro II ao Líbano.

A maioria dos imigrantes veio ao país fugindo da falta de perspectiva econômica da região, então dominada pela política turco-otomana. O Brasil, na época, atravessava a sua primeira fase de urbanização e industrialização, o que tornava propício os novos negócios.

Diferente dos imigrantes europeus, que procuraram no Brasil as terras para cultivo, os libaneses encontraram nas cidades um local para a criação de indústrias e casas de comércio.

A maioria deles começou a sua vida no país vendendo mercadorias de porta em porta como mascate. O dinheiro juntado acabou sendo o pontapé para a abertura de pequenas confecções e lojas de tecidos.

Apesar da data oficial do início da imigração ser 1880, antes disso alguns libaneses já viviam no Brasil. Em 1808, por exemplo, quando a família real portuguesa chegou ao Brasil foi um libanês, Antun Elias Lubbos, quem ofereceu sua casa para o rei D. João VI como residência imperial.

O libanês era proprietário de terras, possuía um açougue de carne de carneiro e uma casa de secos e molhados.

O local se tornou Casa Imperial Brasileira, onde nasceu Dom Pedro II, e depois virou Museu Nacional da Quinta da Boa Vista.

Muitos dos imigrantes libaneses que vivem ou viveram no Brasil colaboraram inclusive com o desenvolvimento do próprio Líbano, com envio ao país de recursos que propiciaram a construção de hospitais, escolas e bibliotecas.

No Brasil, eles também fizeram obras importantes, como o Hospital Sírio-Libanês e o próprio Clube Atlético Monte Líbano.

A culinária libanesa é um exemplo de como a cultura libanesa se tornou popular. Quibes e esfihas são vendidos em restaurantes e lanchonetes de todo o país.

Histórias de libaneses

Com tanta gente na colônia, a imigração é repleta de histórias. Alguns vieram e voltaram para o Líbano, para depois retornar novamente ao Brasil, outros chegaram e nunca mais retornaram à sua terra natal. Uma das famílias que chegaram a São Paulo no final do século 19 foi a Massud.

O médico João Massud Filho, neto do imigrante Amin Massud, conta que seu avô era um dissidente político na época do domínio turco e, por isso, resolveu fugir para o Brasil junto com sua mulher.

Como vários de seus compatriotas, Amin foi trabalhar no comércio junto com os irmãos. "Meu avô teve três filhos aqui. Ficou no Brasil por 65 anos e depois voltou para o Líbano", disse. Posteriormente Amin retornou definitivamente ao Brasil com os filhos. "Meu pai (João, filho de Amin) foi dono de cartório e chegou a ser prefeito da cidade de Getulina (no interior de São Paulo)", afirma Massud Filho.

Ele conta que sua mãe, Hania Massud, também saiu do Líbano e veio morar no Brasil, onde conheceu e se casou com seu pai. "Minha mãe foi para os Estados Unidos com 16 anos para se casar com uma pessoa muito mais velha do que ela, um homem que ela não conhecia. Era casamento arranjado.

Quando chegou lá e viu o homem ela fugiu para França e depois veio para o Brasil", disse. "Meus pais nunca mais voltaram para o Líbano", acrescentou.

Uma outra história mais recente é a do libanês Tanos Nabhan. Ele veio para São Paulo com 29 anos de idade, em 1979, junto com sua esposa Marie Nabhan. Os dois saíram da cidade de Fharzabed por causa da guerra civil que durou 15 anos.

Nabhan, que era professor de árabe, história e geografia, chegou em São Paulo sem falar uma palavra em português, mas aos poucos foi aprendendo e começou a trabalhar no comércio.

"Primeiro abri uma loja de confecções em Maringá (interior do Paraná), mas não deu certo. Depois voltei para São Paulo, onde abri uma lojinha, no Brás, de roupas e acessórios infantis", disse. Em 2003, o imigrante abriu uma fábrica de jeans infantil, a Parizi, também localizada no Brás.

Hoje, com 55 anos de idade, Nabhan afirma que se acostumou com o Brasil. "Já fui visitar o Líbano duas vezes. Mas o povo brasileiro é muito carinhoso, diferente de outros países, e isso nos ajudou muito a continuar aqui", disse.

Ex-primeiro-ministro libanês Rafik Hariri, assassinado em 14 de fevereiro/2005, vítima de um atentado com carro-bomba que matou também outras 18 pessoas, entre elas o deputado e ex-ministro da Economia Bassen Freijan.

Presidente Lula destaca a importância dos libaneses para o desenvolvimento do Brasil

O presidente participou, em São Paulo, da solenidade que marcou o início das comemorações dos 125 anos da imigração libanesa. 'Eles ajudaram a construir uma nação e se integraram em todas as esferas da sociedade brasileira', disse. Também estiveram presentes os governadores de São Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia e Goiás, além do prefeito da capital paulista, José Serra.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, participou das comemorações dos 125 anos de imigração libanesa no Brasil, no Clube Atlético Monte Líbano em São Paulo, que ocorreu no período de 1 a 10 de abril/2005, destacando a importância dos imigrantes para o desenvolvimento do país.

"Os libaneses levaram sua energia e conhecimento aos quatro cantos do mundo, mas reservaram um carinho especial para o Brasil", declarou. "Eles ajudaram a construir aqui uma nova nação e se integraram em todas as esferas da sociedade brasileira", acrescentou.

Para o presidente, a história dos libaneses e descendentes se confunde com a expansão do Brasil. "Primeiro como mascates, depois como engenheiros, médicos, escritores e homens públicos", disse.

Ele acrescentou que assim como a cultura libanesa faz parte do Brasil, também a cultura brasileira precisa fazer parte do Líbano. O presidente voltou a falar sobre a abertura da Casa do Brasil em Beirute, projeto lançado durante sua vagem ao país árabe no final de 2003. Lula foi o primeiro chefe de estado brasileiro no exercício do cargo a visitar o Líbano após o imperador Dom Pedro II, que esteve na região na década de 1870.

Lula disse ainda que era um sonho seu visitar o país.

"Pude ver a alegria do povo libanês. Quem for ao Líbano não verá diferença entre a alegria do povo brasileiro e a do povo libanês", declarou.

O presidente brincou com a platéia ao falar que os libaneses devem ter começado a chegar no Brasil muitos anos antes do início oficial da imigração, em 1880. "Não sei se é só isso, se não tinha libanês infiltrado no navio de Cabral quando ele chegou aqui", disse.

Cúpula

Ele afirmou também que o Líbano foi um dos primeiros países árabes a abrir um canal de diálogo com o ocidente. Esse canal, de acordo com o presidente, deve ser reforçado com a cúpula dos países árabes e sul-americanos, que será realizada em maio em Brasília. "A cúpula vai oferecer a oportunidade de se identificar vínculos e lançar um diálogo entre países latinos e árabes", declarou.

Para o presidente, distância não é um problema. Ele disse que nem sempre o irmão mais próximo é o melhor companheiro, mas que todo bom companheiro é um grande irmão. "O que existe entre brasileiros e libaneses é mais do que imigração, é cumplicidade", afirmou.

Em torno de 1,7 mil pessoas participaram da solenidade. A maioria integrante da comunidade libanesa.

Entre as autoridades estavam também os governadores de São Paulo, Geraldo Alckmin, do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto, da Bahia, Paulo Souto, e de Goiás, Marconi Perillo, além do prefeito da capital paulista, José Serra, e do cônsul-geral do Líbano em São Paulo, Joseph Sayad.

Serra lembrou que grande parte da comunidade libanesa do Brasil está em São Paulo, em torno de 2 milhões de pessoas.

"O Líbano nos mandou jovens ousados, corajosos, com facilidade de adaptação, que cruzaram 10 mil  quilômetros para chegar até aqui", disse.

Ele lembrou da importância da comunidade libanesa no desenvolvimento de uma das ruas de comércio mais importantes do Brasil: a 25 de março, no centro da capital paulista. Serra afirmou que conviveu de perto com os comerciantes libaneses. "Trabalhei no Mercado Municipal e lá aprendi a comer comida árabe", afirmou.

Durante a cerimônia foi feito um minuto de silêncio em homenagem ao ex-primeiro ministro libanês, Rafik Hariri, morto em fevereiro. No início do evento, o coral do clube Monte Líbano cantou os hinos do Líbano e do Brasil. Algumas autoridades presentes, inclusive o presidente, foram presenteadas com esculturas da artista Odette Eid, descendente de libaneses.

Exposição

A solenidade serviu também para marcar a abertura de uma exposição fotos e objetos da época do início da imigração e também para o lançamento de um selo postal comemorativo da data.

A mostra aberta ontem no Monte Líbano tem como objetivo resgatar a memória da chegada dos imigrantes libaneses. Até o dia 10 de abril ficaram expostos no clube documentos históricos, roupas e objetos utilizados pelos libaneses nos primeiros anos da imigração, além de fotos e livros que remetem ao tema. "Até malas utilizadas pelos libaneses que trabalhavam como mascates foram colocadas em exposição", disse a encarregada administrativa da mostra, a libanesa Dolly Lahoud.

Além da exposição, como parte da comemoração dos 125 anos também houve palestra, sobre a imigração libanesa no Brasil. O geógrafo e professor emérito da Universidade de São Paulo (USP), Aziz Ab'Sáber, vai falou sobre o tema, no teatro do Monte Líbano.

anba

Comentarios (33)Add Comment
informaao
escrito por Visitante, 2005-05-12 06:05:46
Me chamo Joao Carlos Ferreira, e atualmente vivo em Roma, meu avo era Libanes e se chamava Manuel Patruni. Gustaria de saber como posso saber um pouco mais sobre a minha origem. Muito obrigado
Informaao
escrito por Visitante, 2005-05-12 06:06:40
meu e-mail Esse endereço de e-mail está sob proteção contra Spam (spam bots).Por conseguinte, você deve ativar o recurso Javascript para poder visualizar isso
Patrcia
escrito por Visitante, 2005-06-28 09:13:48
Gostaria de saber como comeou a CPI dos correios aqui no Brasil.
Muito grata.
STÉFANO AMIM ALTOÉ
escrito por Visitante, 2005-07-06 03:53:39
Caro Amigos;
Estava eu navegando pelo google e entrei em (historias de libaneses), com isso chegando até vocês do saite BRAZIL-BRASIL.COM, e me surpreendi quando lí uma matéria na página inicial de título (HISTORIAS DE LIBANESES), quando traz notícias sobre a família AMIM, que coincidentemente creio que seja parte da minha família que ainda não encontrei!!!!!!!!!
Peço que se for possível, me coloquem em contato com a pessoa de autoria deste texto para que possa estar conversando!!!!!
Meu email é Esse endereço de e-mail está sob proteção contra Spam (spam bots).Por conseguinte, você deve ativar o recurso Javascript para poder visualizar isso e peço mais uma vêz a atençào para eu estar conhecendo melhor sobre meus ancestrais!!!!! Atenciosamente;

Stéfano AMIM Altoé.
pesquisa escolar
escrito por Visitante, 2005-08-11 22:22:53
não seria um comentario. eu estou pesquisando sobre o povo libanes e preciso saber sobre as festas, os mitos, as lendas, as comidas, as musicas, as danças, enfim,contar como um povo manifesta a festa religiosa,quais são os rituais o simbolo desta festa. tudo que faz parte das tradiçoes de um povo libanes .Obrigada por enquanto
Pesquisa
escrito por Visitante, 2005-08-19 10:31:14
Estou fazendo uma pesquisa de quando comeou a corrup秣o no Brasil,vcs podem me ajudar?
Val
escrito por Visitante, 2005-08-23 06:30:26
gostaria de mais informações sobre a culinária. Tenho muita curiosidade em saber como surgiu a Esfiha, sua receita original entre outras coisas.
Se puderem me enviar uma resposta meu e-mail é Esse endereço de e-mail está sob proteção contra Spam (spam bots).Por conseguinte, você deve ativar o recurso Javascript para poder visualizar isso
pedao do mundo
escrito por Visitante, 2005-12-19 07:53:04
Os libaneses estão em todas as partes do mundo e isto faz com que em seu território esteja presente muitas culturas, tornando-o cada vez mais rico. Estive no Líbano em 2002 e lá pude ver bandeiras no Brasil, do Canadá, da Austrália e de vários outros países o que comprova sua diversidade cultural. Sou filho de Libaneses da região norte e tenho muito orgulho disto. Hanna Mtanios Hanna Jr. Goiânia - Brasil
nada
escrito por Guest, 2006-02-19 06:14:47
oioioioioioioioioioioioioioioi
...
escrito por Visitante, 2006-05-31 11:04:57
porra s parada chata caralho porra vai tomar no c
Sem título
escrito por Norma, 2006-08-01 17:38:22
Na minha busca não pude deixar de ler esse artigo porque gosto tudo o que se relaciono com libaneses, pois na minha opinião, os homens libaneses são os que mais cuidam, dão atenção aos filhos e as mulheres, mesmo elas reclamando da vida que tem ao lado deles. Trabalho no ramo de confecção e as vezes cruzo com algum deles, homens bonitos, inteligentes, atenciosos.......se existir reencarnaçãp, na próxima quero me casar com um libanes.
Libanez
escrito por Edson Assef, 2006-12-05 14:36:36
Também sou descendente de libanezes e sigo fazendo minhas pesquisas. Gostaria imensamente de saber mais sobre as origens e checar a arvore genealógica. Procuro informações a respeito do meu sobrenome ASSEF. Ficarei muito grato se puder obter mais informações a respeito.
BEDNAYEL
escrito por PERSIO SOUZA LIMA AKIL, 2006-12-24 12:04:34
MEU AVÔ CHEGOU AO BRASIL EM 1891, VINDO DE BEDNAYEL, NÃO CONSEGUI NENHUMA INFORMAÇÃO SOBRE A SUA CHEGADA NA CASA DO IMIGRANTE, TALVES TENHA VINDO POR CONTA PROPRIA, RADICOU-SE NA CIDADE DE BARRETOS-SP.ONDE TERIA SIDO O SEGUNDO OU TERCEIRO LIBANEZ A CHEGAR, DEPOIS DISSO AO LONGO DO SECULO 20 CHEGARAM MUITOS OUTRO DA MESMA BEDNAYEL, EM 48 UM PRIMO SEU RETORNOU A BEDNAYEL, CASSADO COM UMA BRASILEIRA DESCEDENTE DE LIBANEZ, AI ENTÃO SE PASSARAM 56ANOS SEM NENHUMA NOTICIA DA NOSSA FAMILIA DO LIBANO, QUANDO EM 2004, ATRAVES DA INTERNET E DO CLUBE MONTE LIBANO DE S.J.DO RIO PRETO, CONSEGUI CONTA CONTACTO COM UM FILHO DO PRIMO, QUE A SUA MÃE LHE ENSINOU PORTUGUES, AI ENTÃO PUDE SABER QUE A MINHA FAMILIA LIBANEZA É MUITO GRANDE, QUE OS DESCENDENTES DA FAMILIA DO MEU AVÔ SÃO NUMEROSOS, ENTÃO ESTOU PLANEJANDO UMA VIAGEM AO LIBANO PARA PODER CONHECER A TODOS E AO PAÍS QUE SEM MUITO CONTATO E CONHECIMENTO POR FALTA DE INFORMAÇÕES, APRENDI A AMAR, CONSIDERO-ME UM BRASILEIRO- LIBANEZ.

OBRIGADO POR DAR-ME A OPORTUNIDADE DE CONTAR A MINHA ISTORIA.
24/12/2006 - 09:00 hs- am
...
escrito por diego mota, 2006-12-28 23:08:21
ola , gostaria muito de saber como posso entrar para o exército americano, tenho 20 anos
servi um ano na academia militar das agulhas negras em Resende no rio de janeiro
(aman) gostaria muito de uma informação qualquer informaçao pode ligar
para o meu cel 031(024)8808 9619 ou meu e mail ( Esse endereço de e-mail está sob proteção contra Spam (spam bots).Por conseguinte, você deve ativar o recurso Javascript para poder visualizar isso )
informação
escrito por kildary lobo, 2007-01-14 04:10:54
gostaria de obter informações de Libaneses vindo para o interior do Ceara.
Imigração dos Libaneses de Akkar
escrito por Mozes Jacob, 2007-01-19 01:37:28
Chegaram no Sul de Minas Gerais e Leste Paulista, um grande contingente de imigrantes libaneses oriundos da provincia de Akkar, mais especificamente das alteias de Gebrayel, Hakour, Rahbe, Miniara, Dahleicine e arredores, lá essa gente trabalhadora se instalaram, progreiram e deixaram cravados seus nomes até nossos tempos. Histórias cansamos de ouvir, descendentes dessa bra gente, ainda se encontram nessa região. Cada família traz consigo uma triste história de seus antepassados que são passados geração por geração e até nossos dias ainda perduram em nossas mentes, sendo que pelo qual já transmiti aos meus filhos, a saga de meus avós Yaqoub Elias e Mariam Sber, ou seja traduzindo ao portugues, Jacob Elias e Maria Esper. Em nossa cidade e região, ainda quando visito, ouço carinhosamente, contos e histórias de meus avós, pelo qual nos orgulhamos muito. Meu pai, Aniz Jacob, muto de seu pai nos passou, cansava em contar histórias desde a Querida Gebrayel, até aqui no Brasil, contava-me meu pai que no dia do casamento de meus avós houve uma briga ao lado externo da igreja e que meu avô pediu permissão para o Padre (Abuna) para verificar quem estava brigando, ao ver, acabou entrando na briga, posteriormente voltou à igreja para concluir o casamento, histórias assim estava cansdo de houvir de meus avós, até os Patrícios mais velhos, tinham o prazer de contar passagens de meus avós, uma engraçada é contada até nossos dias em Mococa, dizem que meu avô, muito seguro, não gostava de gastar dinheiro, ficava na saída da cidade esperando carona para Arceburgo, sua cidade aqui, um belo dia, final de ano, aproximadamente véspera de natal, ia passando um caminhoneiro e meu avô pulou na frente do caminhão, dizendo, "vai brá arceburgo ulê ?" o caminhoneiro respondeu, não vou prá p...que p....., mas meu perguntou, se bassá em arceburgo, dexa Jacob", então são coisas desse tipo que ficou na memória de grandes pessoas, como também o nome de nossa honrosa família.
Com muito respeito, tenho o prazer de tocar no nome de meu Honroso Avô, Pai, Tios, Primos e Irmãos, que são os verdadeiros descendentes dessa brava gente, que tanto contribuiram para o progresso de nossa região, pelo qual buscamos reconhecimento às autoridades municipais da região, para que de alguma forma homenageiem esses bravos imigrantes que contribuiram de muitas formas para o progresso e o desenvolvimento dessa região.
algo sobre meus antepassados (familia joao descententes de sirios cidade gebrayel)
escrito por Decio luiz joao, 2007-07-09 21:19:55
gostaria de saber se ,alguem possui descendencia com seccor rossi,miguel joao,ana elias joao e domingos joao,pois como meus pais morreram qdo ainda eu era jovem nao tenho contato com meus familiares ,pois gostaria de ter algosobre meu passado,pois um homem sem passado e um homem sem futuro ............
Zarzur
escrito por Ligia Maria Zarzur, 2007-11-09 21:56:47
Boa noite, procuro quem saiba o nome da cidade,localidade,vila de onde vieram os primeiros imigrantes da família Zarzur, gostaria de saber a história da imigração de minha familia.
Obrigada.
Quero ser feliz
escrito por Isabel reis, 2007-12-06 14:44:26
gOSTARIA DE CONHECER UM LIBANES SEI QUE MUITO FIEL ASSIM VENHO A BUSCA DE UM PRA ME CASAR ,TENHO 40 ANOS SOU MINEIRA JA FILHOS ADULTOS 23 20 SOU DIVORCIADA SE ALGUEM INTERESAR ME ESCREVA BEIJOS.
...
escrito por Isabel reis, 2007-12-06 14:46:00
MEU IMAI Esse endereço de e-mail está sob proteção contra Spam (spam bots).Por conseguinte, você deve ativar o recurso Javascript para poder visualizar isso
HOSPITAL SIRIO LIBANES
escrito por HASSAN ALI SROUR, 2007-12-27 13:50:58
OLÁ SOU FISIOTERAPEUTA ESPECIALISTA EM ACUPUNTURA E PROFESSOR DE ANATOMIA HUMANA, SOU FILHO DE LIBANESES JÁ VIVIE NO LIBANO E TRABALHEI EM DUBAI NOS EMIRADOS ARABES E GOSTARIA DE UM CONTATO COM ALGUEM OU AJUDA DE PESSOAS PARA TRABALHAR NO HOSPITAL SIRIO LIBANES SE ALGUEM TIVER ALGUMA INFORMAÇÃO OU PUDER AJUDAR ESCREVA PRA MIM POR FAVOR.
Descendentes de Libaneses
escrito por Juliana Teixeira de Carvalho, 2008-02-07 13:55:16
Sei que meu AVÔ e minha BISA Materna, eram chamados de Turcos, chegaram 18 e alguma coisa, se irradicaram em PIRANGA - MG, seus nomes BISA - Emilia TEIXEIRA e AVÔ Pedro Inácio TEIXEIRA, possuia mais três irmãos onde só sei apelido Mariquinha, JOCA, e RITA, casou -se com descendentes de indio da familia FERES
Akkar
escrito por Renata Calil, 2008-03-11 00:12:33
Meu nome é Renata Calil.
Meu avô veio de Akkar, gostaria de saber mais sobre essa cidade e de pessoas que ali vivem.
O que eu devo fazer para saber mais sobre esse lugar que eu achei maravilhoso, quando vi algumas fotos.
Ah! o nome do meu avô é Tuffy Calil, mais ele já faleceu há muito tempo eu era muito pequena na época, por isso não tenho nada sobre ele ou sobre o lugar de onde ele veio.
Muito obrigada.
Renata Calil
...
escrito por vera nassif, 2008-04-06 04:14:57
GOSTARIA DE SABER DE ONDE È A FAMILIA ZARZUR DE LIGIA SOU ZARZUR DE SÂO PAULO POR PARTE DE MÂE.
musico professional
escrito por ibrahim zein akil, 2008-04-12 18:45:45
meu nome e ibrahim akil.. sou primo do percio susa lima akil.. estou procurando ele.. quem pode mandar o e-mail dele.. com agradecimento. quero convidar ele pra visitar o libano. meu e-mail e Esse endereço de e-mail está sob proteção contra Spam (spam bots).Por conseguinte, você deve ativar o recurso Javascript para poder visualizar isso
casamento
escrito por Nilce, 2008-04-29 13:55:00
Gostaria de saber se os libanese so se casam com libanesas? , pois conheci uma familia que sempre volta ao libano para casar
Zarzur
escrito por Jorge Zarzur, 2008-05-22 20:25:11
...eu sou Zarzur e moro em Sao Paulo.
Ligia Maria gostaria de saber quem sao seus pais?ou em q cidade vc mora?
VC tb Vera Nassif.
Ateh logo, espero uma resposta.
Zarzur
escrito por Jorge Zarzur, 2008-05-22 20:25:11
...eu sou Zarzur e moro em Sao Paulo.
Ligia Maria gostaria de saber quem sao seus pais?ou em q cidade vc mora?
VC tb Vera Nassif.
Ateh logo, espero uma resposta.
Familiares
escrito por Rejane Aparecida Cassarotti, 2008-07-24 02:27:59
Sou neta de Helena jorge Iunes do líbano, que era casada com José Elias Esper.
Culturas Diferentes
escrito por Rebeca, 2008-08-06 01:53:52
Este ano conheci um libanÊs...
Ele é uma pessoa muito legal, educada, lindo e engraçado...As vezes paro pra conversar com ele e fico impressionada com as coisas que ele me diz de lá.
Ele é um alguém muito d
Depois de conhece-lo passei a ter vontade de conhecer o LIBANO!
ahau!!
escrito por ahau!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!, 2008-08-25 23:17:38
mto lokuh sabeh sobrih uh libanuuuuuh!!! num é pessual??????????????????????????????????????????????????????????????????qria conhece!!!!!!! smilies/grin.gif smilies/grin.gif smilies/grin.gif smilies/grin.gif smilies/grin.gif smilies/grin.gif smilies/angry.gif smilies/angry.gif smilies/angry.gif smilies/shocked.gif smilies/shocked.gif
...
escrito por Euu, 2008-08-26 19:17:52
Aff !Mais feio!Povo lerdo,burro!Parece o ceis! smilies/grin.gif smilies/cheesy.gif smilies/grin.gif smilies/grin.gif smilies/grin.gif smilies/cool.gif smilies/tongue.gif smilies/kiss.gif
liiibanuuh
escrito por crisneide, 2008-08-26 21:46:25
oo libanuuh eh um lugaar mto liiindoh neaah smilies/grin.gif smilies/cheesy.gif smilies/angry.gif euh amuuuh u libaanuuh i os libanesis que saau meeus amiguss, euh amuuuh u libaanu i voxeeis ? smilies/smiley.gif smilies/wink.gif smilies/cheesy.gif smilies/grin.gif smilies/angry.gif

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