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O Brasil é governado por três PTs, a saber: o PT da economia, o PT do poder e o PT ideológico. O primeiro tem num "quadrilátero de ouro" a essência de seu sucesso.
Palocci, Meirelles, Furlan e Rodrigues dirigem, com consciência,
a economia do País, acertando muito mais do que errando e
gerando respeitabilidade internacional, por cumprirem metas
acordadas, inspirando confiança em investidores nacionais e internacionais.
O "boom" da economia mundial, semelhante àquele que houve antes
do primeiro choque do petróleo, no final da década de 1960, indiscutivelmente
facilita a desenvoltura com que dirigem a economia brasileira, só não sendo
mais brilhantes em face de uma dose excessiva de juros e tributos e de uma
esclerosada burocracia - que Nelson Jobim, presidente do STF, sugere, quando
ineficiente e corporativa, seja tratada a pontapés.
Palocci consegue driblar as oposições internas e administrar uma política
econômica fora do ideário petista, que tem gerado empregos e desenvolvimento.
Meirelles administra bem a política cambial e monetária, tendo a inflação sob
controle.
Rodrigues - apesar dos incendiários do MST e de seu descompassado líder,
cujas teorias econômicas são da idade da pedra e das cavernas - fez do
agronegócio um espetacular sucesso empresarial. E Furlan dá autênticos "shows"
no palco das exportações.
O "PT não petista" vai muito bem!
O segundo PT é o PT do poder. Do ponto de vista estratégico - segundo o plano
previamente estabelecido -, também vai bem. Vai bem para o PT, o que não quer
dizer que vá bem para a Nação.
É, como nunca negaram os seus líderes, um partido socialista e, por essa
razão, pretende impor o dirigismo econômico e político com o mínimo de
resistências e o máximo de redução dos valores de uma sociedade pluralista.
O "PT do poder" quer uma sociedade, se possível, unitária, no estilo do
ditador cubano, mas, se não for possível, com a oposição reduzida a sua
expressão quase nenhuma.
O PT do poder, estrategicamente, é hábil, lançando suas idéias, recuando
quando necessário, mas acuando a sociedade, em suas teses.
José Dirceu, Tarso Genro, Jaques Wagner e outros são seus idealizadores,
havendo um contínuo processo de lançar tentáculos sobre as instituições para
reduzir seu poder de reação.
Exemplo destas incursões redutoras da força de uma sociedade pluralista está
no controle Judiciário (controle externo), no controle da imprensa (Conselho
Federal de Jornalismo), no controle das universidades privadas (estatização de
vagas das universidades privadas), no controle das agências regulatórias
(retirada do seu poder de ação), no controle da intimidade do cidadão (quebra do
sigilo bancário por mero decreto, a favor da polícia), no controle da terra
(passando-a para seus correligionários do MST), no controle das finanças
públicas (contratação sem licitação, em contratos ditos de emergência com
empresas amigas), no controle dos servidores (contratação de emergência de
correligionários sem concurso público, que passam a doar 30% de seus vencimentos
ao partido), no controle das eleições (graças às doações de correligionários e
empresas, o PT é hoje o maior detentor de recursos para a promoção de seus
candidatos), no controle da advocacia (obrigar a revelar sigilo profissional) e
em diversos outros controles que facilitarão a introdução de uma República
socialista no País.
O PT do poder, por seus artífices, é absolutamente coerente com tudo o que
sempre pregou, razão por que não aceito a alegação dos que dizem que age de
má-fé.
Age é na convicção daquilo que sempre foi seu objetivo político - que,
embora, a meu ver, equivocado, é o que sempre idealizou.
Por fim, há o PT ideológico (de um Rossetto ou daqueles dentro do partido
que, ostensivamente, combatem a política econômica do governo e o modelo
adotado), gerando intrigas, algumas desventradas pela imprensa, cujo objetivo
seria a implantação de uma nova Cuba ou de uma nova Venezuela, causando luta de
classes e perseguindo aqueles que não pensam como seu movimento.
É neste segmento que o desrespeito à lei, como as invasões de terras, é
tolerado e os ataques verbais destemperados contra as autoridades, feitos pelo
medíocre economista que os lidera, não são punidos pelo governo.
À ação dos três PTs, o presidente Lula assiste, deslumbrado com a recepção -
de resto, merecida - que vem recebendo no mundo e com o apoio, ainda sem
eficácia, de países emergentes à candidatura de um assento permanente no
Conselho de Segurança da ONU para o Brasil.
Correndo o mundo, cometendo escorregões verbais, mas acertando muita vezes,
deverá, com seu novo avião, intensificar essa peregrinação
turístico-governamental pelos quatro cantos do mundo, com o que, certamente, os
três PTs do governo manterão a sua linha de conduta.
E dizer que Fernando Henrique foi duramente criticado pelo candidato Lula
por fazer algumas viagens ao exterior...
Ives Gandra da Silva Martins, professor emérito da Universidade
Mackenzie e da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, é presidente do
Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo.
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Um livro polêmico em conteúdo e forma, que promete ser uma das revelações editoriais para 2005
Uma publicação totalmente independente. Mais de 500.000 exemplares distribuídos em todo País. Um tema altamente polêmico e atual. ‘Holocausto Brasileiro’, esse é título do livro que com certeza será a revelação editorial de 2005. O jornalista e escritor Ayrton Ferreira Précoma faz um grande questionamento quanto aos valores sociais aplicados pelos poderes públicos à infância e adolescência; propõe a criação de leis ao legislativo federal, com a apresentação do Projeto de Iniciativa Popular. Précoma quer com isso mobilizar a sociedade na apresentação e fiscalização na aplicação de leis que auxiliem nas transformações sociais que tanto o Brasil precisa.
No Brasil do Século XXI muito se têm falado da problemática da desigualdade social, seus desvios e conseqüências. A elaboração do Estatuto do Menor e do Adolescente teve como intenção primeira a proteção à criança, dando condições de bem-estar, educação e saúde.
Atualmente o Brasil amarga 65 milhões de menores abandonados, sendo 25 milhões drogados, armados e prostituídos. E de quase nada serviu o Estatuto para minimizar esses números.
O jornalista Ayrton Ferreira Précoma ao analisar a realidade brasileira escreveu ‘Holocausto Brasileiro’. Um livro polêmico em conteúdo e prático na forma. Muito além de discutir, fazer considerações e críticas ao Estatuto do Menor e do Adolescente trata de frente problemas como a prostituição infantil; a isenção de impostos a produtos destinados a deficientes físicos; educação básica obrigatória, de direito e de fato; e planejamento familiar. Com a criação do Projeto de Iniciativa Popular, Précoma desperta nos leitores os valores de cidadania e os direitos e obrigações para efetivar mudanças nas várias esferas do poder legislativo.
A intenção de ‘Holocausto Brasileiro’ é a de dar um verdadeiro chacoalhão no leitor. Após ler ‘Holocausto Brasileiro’ haverá apenas duas alternativas: a omissão ou a ação.
www.holocautobrasileiro.com.br
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