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Planejamento Familiar ou Controle de Natalidade? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Mariana Loiola   
Thursday, 09 December 2004

Sabemos que é a concentração de renda injusta que causa exclusão social. A pobreza não depende do resultado do número dos filhos que se tem, diz Dulce Xavier, integrante da ONG Católicas Pelo Direito de Decidir, ex-ministra-chefe da Corregedoria Geral da União.

No início do ano 2004, a declaração da ex-ministra da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres, Emília Fernandes, sobre a proposta de inclusão do planejamento familiar entre as contrapartidas exigidas das famílias beneficiadas pelo programa Bolsa Família causou confusão e a reação de organizações de mulheres de todo o país.

A obrigatoriedade do planejamento familiar remeteu ao controle de natalidade, proibido por lei.

A possibilidade de o planejamento familiar vir a ser condição imposta pelo governo para se obter acesso a outros benefício foi descartada pelo novo ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, mas reacendeu um debate que provavelmente não será encerrado enquanto não forem esclarecidas algumas questões que envolvem os direitos sexuais e reprodutivos.

Para Sonia Corrêa, coordenadora nacional de pesquisa e ação em saúde e direitos sexuais e reprodutivos da Rede Dawn - Development Alternatives with Women for a New Era, esse debate está apenas começando junto a grande parte da população, embora seja antigo entre algumas organizações feministas.

O grande problema dessa discussão, na opinião de Sonia, é o desconhecimento dos formadores de opinião e - por incrível que pareça - dos políticos sobre as políticas existentes.

"O nível de falta de entendimento é surpreendente. Política de planejamento familiar existe e as ações têm sido realizadas, mas tudo se passa como se não fosse assim. O debate está muito ideologizado. O que devemos discutir é a eficácia dessa política - falta avançar em áreas que ainda não foram tocadas".

A lei...


O direito ao planejamento familiar está previsto na Constituição brasileira e foi regulamentado pela lei 9.263, de 1996.

De acordo com essa norma, mulheres e homens têm o direito de decidir livremente sobre o número de filhos que querem ter, assim como devem ter acesso à informação e aos meios para regular a sua fecundidade - que abrangem a educação sexual, o acesso aos serviços de saúde e ao uso de contraceptivos, como camisinha e pílula anticoncepcional, e também a esterilização voluntária (laqueadura das trompas ou vasectomia).

"Não é o governo que deve dizer quantos filhos as pessoas devem ter e como devem ter. Cada um deve decidir o que é melhor para si e sua família, de forma autônoma e responsável. As políticas públicas devem respeitar esse direito de decisão", diz Dulce Xavier, coordenadora de comunicação da ONG Católicas pelo Direito de Decidir.

Ou seja, o exercício desse direito só pode acontecer quando o poder público fornece, sistematicamente, todas as informações e as condições sociais e materiais necessárias para tanto.

"É dever do Estado defender a liberdade reprodutiva e materializar em políticas públicas os direitos das pessoas", reforça Fátima Oliveira, secretária executiva da Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos.

O reconhecimento do direito ao planejamento familiar é uma conquista do movimento feminista, que luta há mais de três décadas pela sua garantia. Na Conferência Internacional de População e Desenvolvimento, realizada no Cairo (Egito) em 1994, e na Conferência Mundial da Mulher, realizada em Pequim (China) em 1995, o movimento de mulheres reafirmou a importância do planejamento familiar para o pleno exercício dos direitos sexuais e reprodutivos.

... e a sua aplicação

Segundo Dulce Xavier, muitas vezes, a população tem acesso aos meios anticoncepcionais, mas tem dificuldade em usá-los, em razão da ausência de um trabalho educativo que deve ser feito pelos profissionais de saúde. Para ela, falta um empenho maior do poder público para capacitar esses profissionais e para obrigar os serviços públicos de saúde a fazerem esse atendimento.

Ana Paula Portella, coordenadora de pesquisa da SOS Corpo, concorda: "O governo nunca conseguiu fazer uma cobertura eficaz de ações para o planejamento familiar no país todo. Infelizmente, não é uma prioridade dentro da política de saúde pública no país".

Para Fátima Oliveira, o governo federal não consegue suprir a demanda no país inteiro. "Em 2003, houve um aumento expressivo da disponibilização dos métodos contraceptivos pelo governo, mas não de forma suficiente. É preciso que os estados e os municípios também façam a sua parte".

Uma das barreiras apontadas pelas organizações para a implementação da lei de formar eficaz é a posição da Igreja Católica contrária aos métodos de contracepção que não sejam "naturais". "Algumas cidades têm dificuldade de realizar ações por causa da Igreja, que considera alguns métodos anticoncepcionais abortivos.

Em algumas regiões, a Igreja interfere e veta até a distribuição de camisinhas e o serviço de aborto legal", diz a representante das Católicas pelo Direito de Decidir.

As feministas acusam ainda outras forças que cerceiam o direito de escolha das mulheres.

"Para alguns setores não interessa que essa lei seja implementada, como alguns políticos do interior do Nordeste, por exemplo, que compram votos em troca de laqueadura das trompas, quando esta é um direito das mulheres", diz Sonia.

O resultado disso é que, atualmente, cerca de 40% das mulheres entre 15 e 49 anos estão esterilizadas no Brasil - dado agravante, visto que se trata de um método irreversível e desnecessário.

"Se a lei funcionasse, sem as limitações que existem hoje, isso não aconteceria", reforça Elizabeth Saar, assessora parlamentar do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea), que aponta a educação sexual nas escolas como uma das ações fundamentais para a garantia do direito ao planejamento familiar.

Além de assegurar a oferta de meios anticoncepcionais reversíveis através do Sistema Único de Saúde (SUS) para a população mais jovem, na opinião Sonia Corrêa, o governo terá que enfrentar outros temas complicados, como a legalização do aborto e a dupla jornada vivida pelas mulheres.

"A questão da dupla jornada não é problema da mulher, é da sociedade, mas nunca foi tratada de maneira sistemática. É preciso haver o envolvimento dos homens no planejamento familiar. A responsabilização dos homens pela criação dos filhos deve ser objeto de campanha pública", diz Sonia.

Idéia ultrapassada

A confusão gerada com a idéia de controle de natalidade representa mais um obstáculo que se soma aos outros citados, para o avanço das ações de promoção de saúde reprodutiva no país.

O termo controle de natalidade é oposto ao planejamento familiar, pois está associado a políticas coercitivas, que exige das mulheres pobres o uso de meios contraceptivos e não lhes dá o direito de decidir, por meio de educação e acesso a serviços de saúde.

A utilização do termo controle de natalidade é, portanto, inadequada num Estado democrático como o Brasil.

Para Elizabeth Saar, a confusão é feita pelos próprios políticos. "Eles usam o termo planejamento familiar, quando o discurso é sobre controle de natalidade. O controle tem um grande apelo, pois costuma-se fazer uma associação fácil: se controlarem o número de filhos, controlam a pobreza. Isso não é verdade, mas é um discurso muito utilizado por políticos e que só esconde outra questão: a desigualdade social".

A relação entre a taxa de fecundidade e a reprodução da miséria é mais um aspecto que apareceu no discurso da ex-ministra e que também não parece claro para a opinião pública.

Segundo Dulce Xavier, essa é uma visão muito antiga, ultrapassada e equivocada, especialmente nos dias de hoje.

"A idéia de que a partir da diminuição do nascimento de pessoas é possível reduzir a pobreza é totalmente equivocada. Prova disso é a queda expressiva da taxa de fecundidade no Brasil nos últimos 20 anos - hoje, comparável às dos países desenvolvidos - e que, no entanto, não foi acompanhada pela redução da pobreza. Sabemos que é a concentração de renda injusta que causa exclusão social. A pobreza não depende do resultado do número dos filhos que se tem", enfatiza.

Sonia lembra que no início dos anos 80 prevalecia uma tendência pró-natalista na sociedade e que a idéia de controle da natalidade estava adormecida. Para ela, os principais fatores que reavivaram esse pensamento foram o recrudescimento da violência urbana e a maneira como a mídia projeta a imagem da pobreza para a sociedade. "Para retratar a pobreza, a mídia sempre usa a imagem de mulheres pobres cheias de filhos", diz.

O que acontece é o analfabetismo - muito comum entre as camadas mais pobres - dificultar o acesso à informação e, conseqüentemente, o conhecimento dessa parcela da população sobre os meios contraceptivos e sobre o próprio corpo. Entretanto, a maior queda de fecundidade nos últimos anos, segundo dados demográficos, aconteceu entre as mulheres pobres e negras, onde há uma taxa maior de analfabetismo.

Isso significa que essas mulheres encontraram saídas para exercerem a sua liberdade reprodutiva, segundo Fátima Oliveira.

"É claro que quanto mais informações tiverem, mais condições as mulheres terão para planejarem. Mas os dados mostram que já chegou à consciência dessas mulheres de que elas têm o direito de regular a sua própria fecundidade. Por outro lado, são estas mulheres que mais precisam ter meios contraceptivos disponíveis pela rede pública de saúde", afirma.

Portanto, cabe aos governos refletir sobre a importância de entender o que é o planejamento familiar, tratar de fato a questão como ação básica de saúde e seguir o exemplo, estabelecido pelas próprias mulheres, de buscar saídas que suplantem os obstáculos encontrados - atitude que seria coerente especialmente em 2004, Ano da Mulher, segundo lei sancionada pelo presidente Lula.

rits.org

Fecundidade cai e só recompõe a população

 Pela primeira vez, taxa atinge o nível de 2,1 filhos por mulher, o que coloca o Brasil próximo ao padrão de países desenvolvidos

A taxa de fecundidade da mulher brasileira chegou pela primeira vez ao limite de 2,1 filhos por mulher, que indica tendência de mera reposição populacional.

 A taxa de 2,1 é considerada de reposição porque supõe que, num casal com dois filhos, uma criança substituirá a mãe e outra substituirá o pai. O excedente de 0,1 é necessário porque leva em conta os efeitos da mortalidade.

 A fecundidade no Brasil se aproxima do padrão dos países mais desenvolvidos e se une ao grupo de 64 países (de um total de 187) que apresentam regime de fecundidade baixo (menos de 2,1 filhos por mulher), segundo dados da ONU para 2002.

 Na Europa, o número médio de filhos por mulher é de 1,4, enquanto na África essa taxa chega a 4,9, segundo dados da ONU para este ano. A taxa brasileira é semelhante à dos EUA: 2,1.

 Por ter origem na Pnad (uma pesquisa diferente do censo, já que é feita por amostragem), o dado ainda está sujeito a oscilações no futuro. Mas os demógrafos vêem clara tendência de queda.

 A chegada da fecundidade ao padrão de reposição não significa que a população já vai começar a diminuir porque, com a redução da mortalidade infantil e o aumento na expectativa de vida, os brasileiros estão morrendo menos na infância e vivendo mais.

 O demógrafo José Eustáquio Diniz Alves, da Ence (Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE), diz que a queda na taxa de fecundidade afasta o risco de explosão populacional.

"Com essa taxa, o país vai apresentar crescimento demográfico cada vez menor, até se estabilizar", afirma.

Alves diz que ainda existem grandes diferenças regionais e socioecônomicas na população. O Censo 2000 indica que as brasileiras de maior renda tinham, em média, 1,11 filho. No extremo de menor renda, a taxa era de 5,3.

 "Vamos ter que dar aos filhos de classes mais baixas o que a elite sempre negou: educação de qualidade e de tempo integral", diz Eduardo Rios-Neto, pesquisador do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da UFMG.

"O desafio será educar com qualidade filhos de mulheres que tiveram pouca escolaridade, muitas vezes analfabetas."

A diminuição do número de filhos por mulher não é, necessariamente, um dado apenas positivo.

A demógrafa panamenha Carmem Miró diz que "os europeus estão tendo grave problema com essa taxa [reduzida] porque não têm força de trabalho suficiente e precisam importar trabalhadores". Ela aponta que "alta porcentagem de idosos causa peso muito grande sobre a economia".

Para Alves, da Ence, o Brasil entrou num processo irreversível de envelhecimento populacional que precisará ser acompanhado pelas políticas públicas.

"A proporção de pessoas acima de 65 anos vai aumentar constantemente e, por volta de 2030, será a única parcela que vai apresentar crescimento populacional positivo."

Essa mudança já vem sendo verificada nos últimos 25 anos, quando a taxa de fecundidade caiu de 4,1 para 2,1. Como a expectativa de vida aumentou, houve mudança no padrão etário.

A comparação das Pnads de 1992 e de 2003 mostra que o percentual de crianças de 0 a 9 anos caiu de 22,1% para 17,8% e que a proporção de idosos (60 anos ou mais) foi de 7,9% para 9,6%. Em 2003, segundo a Pnad, o país tinha 173.966.052 habitantes.

Fonte: FSP Antônio Gois e Gabriela Wolthers

 

Senado.gov

 

Comentarios (33)Add Comment
Hugo
escrito por Visitante, 2005-04-08 11:30:21
bom para mim vcs estao de parabens mas eu de sobre natalidade especificos ,obrigado! tchau.
Taxa de natalidade
escrito por Visitante, 2005-05-01 17:35:34
é .. eu li toda a reportagem , porque estou fazendo um trabalho de sociologia da faculdade defendendo o controle de natalidade, acredito q sim .. todas nós, mulheres temos o direito de escolher quantos filhos gostaríamos de ter, mais .. e para as que não têm a consciência de que não terá condições de sustentar esse filho, acho que vale o controle de natalidade, e não o planejamento familiar, há planejamento familiar em famílias de classe média, onde as mulheres são mais esclarecidas, porém na classe baixa, o planejamento familiar, não funcionaria, digamos q .. a família planeje ter 2 filhos, só vai transar duas vezes? normalmente a classe baixa é apegada a religião, e o catolicismo não permite o uso de métodos contraceptivos, não há outra solução q não seja o controle de natalidade.
a solução seria a priorização da educação..
Minha opinio
escrito por Visitante, 2005-05-07 18:50:05
Quanto ao comentário anterior, creio que há uma má interpretação da doutrina cristã quanto a pólítica de natalidade. A Igreja é a favor do planejamento familiar o problema está no egoísmo (não vou ter filho pelo simples fato de que este acarretará muitos problemas pra mim). O planejamento familiar consiste no fato de que o casal deve usar métodos naturais ("tabelinha"). O que as pessoas não entendem é que a Igreja pede que seus fiéis usem a inteligência, que Deus deu para cada um, por exemplo, em uma família que está passando por uma má situação financeira e não quer ter filhos, esta concerteza poderá ter relação com seu conjugê, mas utilizando-se de métodos naturais.
...
escrito por Visitante, 2005-05-20 11:20:11
oi
...
escrito por Visitante, 2005-05-28 05:04:12
Acho que têm razão e que se deve ter uma maior informação sobre planeamento familiar mas para isso creio que será melhor junto com a distribuiçaõ de contraceptivos informarem pessoalmente as pessoas.
Francisco Jose
escrito por Visitante, 2005-07-16 12:02:24
A igreja é a favor da vida e orienta seus fieis a não utilizarem os métodos artificiais. Mas a maioria das pessoas, até mesmo, católicos não concordam com a igreja, mas, também, nunca se preocuparam em saber o porquê?
Qualquer pessoa temente a Deus, deveria saber que sempre que há laguma inovação tecnológica que atinja o ser humano, a igreja se manifesta a fim de orientar a seus filhos, naquilo que reconhece ser a vontade de Deus. Tudo é analisado, estudado, rezado ao espírito santo. Só então pública um documento a respeito do assunto. Vale esclarecer que os maiores Doutores, cientistas estão no vaticano.
ester evangelista salgado
escrito por Visitante, 2005-07-31 07:44:21
eu gostaria de saber mais sobre o controle de natalidade
...
escrito por Visitante, 2005-08-11 12:01:37
Estou pensando em fazer o meu trabalho de conclusão do curso de direito - monografia - sobre o controle da natalidade no Brasil, mas estou em dúvida pois este trabalho é baseado em posições de autores e não sei se sobre este assunto consigo obras, pois isto é fundamental!
...
escrito por Visitante, 2006-03-02 08:38:04
o texto é bom mais não tinha em quamtos porcento é a taxa de natalidade e outros
legal!
escrito por Visitante, 2006-03-10 03:00:56
mas q legal!!!
nanah
escrito por Visitante, 2006-03-13 09:42:54
oii...como ele disse ali em cima, vocês estão de parabens...mais eu também preciso da taxa de natalidade, mais com dados especificos!!

é isso ai....

obrigado

tchauzinho
Planejamento familiar
escrito por Visitante, 2006-05-02 07:25:00
Este será o meu tema de conclusão do curso de direito - monografia. Mas, infelizmente não estou encontrando Obras literárias sobre o assunto.
Obrigada
Lídia
IVANILDA
escrito por Visitante, 2006-05-21 06:37:44
ACHO MUITO IMPORTANTE A PESSOA TER UM CONTROLE, POIS SE ELE NÃO EXISTIR TEREMOS UM CRESCIMENTO DE POPULAÇÃO MUITO GRANDE, MAS VALE LEMBRAR SE A PESSOA TIVER CONDIÇÕES FINANCEIRAS ELA NÃO TERÁ PROBLEMA EM TER GRANDE QUANTIDADE DE FILHOS.

PARABÉNS
PELO
ESCLARECIMENTO.
leda
escrito por Visitante, 2006-05-21 13:35:44
gostaria de saber da taxa de natalidade da china.
lie na revista veja tem mais jorvem homens que mulheres. queria mais
informaoes.
debora c
escrito por Visitante, 2006-06-19 12:28:50
eu concordo com o uso dos metodos anticoncepcionais porque se voce nao quer ter um filho e nao tem condicoes de crialo pra que coloca-lo no mundo so pra ele sofrer, passar fome,etc se ele nao for desejado e melhor nao ter ele e tem mais se nao usar anticoncepcional e engravidar depois fazer um aborto e pior porque vai matalo, eu sou estudante de setima serie.
    [email=null]null[/email]



Rose
escrito por Visitante, 2006-06-21 04:31:15
gostaria de saber como devemos fazer para ter acesso a esse tipo de atendimento pois não tem informação clara para a população e acho que também para os postos que atendem em nosso pais. hoje nós quequeremos fazer um procedimento desses temos que pagar uma coisa que é de enteresse do estado também e temos que pagar caro já que não temos condições financeira e os planos de saíde não cobrem. pois dezem que é um dever do Estado. E Aí?
taxa de natalidade
escrito por Visitante, 2006-07-07 05:51:33
eu achei rui porque nao encontrei nada de taxa de natalidade
vcs estaum de parabes
escrito por andressa, 2006-10-02 22:10:30
smilies/smiley.gif vcs estaum de parabens me ajudaram bastante
no meu trabalho;;.
gostei valeu
escrito por rodolpho cesar, 2006-10-18 17:47:51
esse trabalho fico muito legal
obrigado por me ajuda ......
Taxa de natalidade
escrito por andrey, 2007-11-18 19:45:33
Acho que a taxa Brasileira ja esta na hora de se estabilizar se cintinuar
a cair da qui a menos de 50 anos vamos ver nossa população declinar,
o governo deve ter planos para extabilizar a taxa de natalidade Brasileira,
acho que a taxa do meu esta do ja esta abaixo do nivel de repor a população!
Trabalho de Conclusão de Curso / Universidade Castelo Branco -Campus Realego . O tema: Métodos Contraceptivos Naturais a nível primário na Saúde da mulher. Mas, estou enfrentando muitos problem
escrito por Sônia de Fatima Marinho Simões, 2007-12-23 20:45:27
Maravilha !!!!! Adorei !!!! Estou precisando muito de alguém para lêr o meu trabalho de conclusão de curso. É possível.
Telefone para contato: 24-90-12-46
Endereço: Rua: Alfredo Volpi nº 165- Recreio dos bandeirantes - Rio de janeiro - Cep. 22790-600
Métodos Contraceptivos Naturais a Nível Primário na Saúde da Mulher
escrito por Sônia de Fatima Marinho Simões, 2007-12-23 21:02:15
Muito pequeno na escrita mas, muito grande de significados.
Eu, estou encantada. Parabéns. Quanto ao comentário sobre o planejamento familiar e o Controle de Natalidade
estou de acordo com o controle de natalidade
escrito por jorge sales, 2008-01-23 21:13:25
temos que juntar forças para os politicos mudarem as leis para que mudem o pensamento do povo brasileiro e eu sou de acordo como poderemos juntar força existe alguma organização para pressionar os politicos.


Planejamento familiar
escrito por Roberta, 2008-03-17 03:53:38
Li em um dos comentários que o planejamento familiar só funcionaria para as mulheres de classe média. Discordo de tal afirmação por acreidtar que se realmente houver um trabalho de conscientização entre as camadas mais baixas é possível sim que o índice de aderência se ja bem positivo. Quanto à religião., gostaria de ressaltar que está presente em ambas as classes . Não querendo ser redundante, mas já sendo, O primeiro e grande passo deve ser a conscientização.
CONTROLE DE NATALIDADE NO BRASIL
escrito por WAGNER ALBRECHT, 2008-04-07 17:52:49
GOSTARIA DE RECEBER ESCLARECIMNTOS SOBRE ESTE TEMA, AUTORES ETC. ESTOU FAZENDO A MINHA MONOGRAFIA SOBRE ESTE TEMA NO CURSO DE DIREITO.

GRATO
geografiaa
escrito por Cynthia, 2008-04-07 21:53:04
euuu queria ver Graficos com a taxa da natalidade smilies/cheesy.gif smilies/cheesy.gif smilies/cheesy.gif e que tipoo euu queroo saber o total smilies/kiss.gif smilies/kiss.gif smilies/kiss.gif
...
escrito por francisco, 2008-07-04 21:23:59
gostaria de saber se alguem sabe o numero de natalidades do brasil de 2007 ou 2006???

muito obrigado
Controle de Natalidade - Levar a informação a quem precisa
escrito por Samuel Soares, 2008-08-27 02:07:35
Você e eu sabemos que a população pobre, a mesma que não tem acesso a este site, que não sabe que a lei 9.263 de 1996 lhe dá o direito de fazer laquadura de trompa, é a que mais precisa dessa informação.

Como posso juntar forças com vocês para informar as mulheres dessa lei, e através da ONG, dar um bônus a cada mulher que fizer a laqueadura, digamos de 2 salários mínimos?

Acredito que não faltaria colaboradores financeiros para patrocinar e com isso incentivar a prática, dentro da lei especificada.

Samuel Soares


...
escrito por Gabriele, 2008-09-02 01:42:40
Oiii Gostaria de receber mais informaçoes sobre Controle de Natalidade.
estou fazendo a minha monografia sobre este tema no curso de Serviço social...
por favor me ajudem!!
Obrigada..
cada caso é um caso
escrito por sergio andrade, 2008-10-19 03:53:53
observo que os dados são gerais e não expressão a cituação real pois aqui no rio por exemplo uma familia que vive em um condominio da barra tem um filho e paga todos os impostos enguanto um nordestino que vive em rio das pedras (favela local)e não paga qualquer imposto tem seis filhos que teram de ser assistidos pelos impostos desta familia da barra e ai tudo sera de pessima qualidade a escola o hospital a segurança e esta familia que pagou todo o imposto tera que pagar tudo por fora a escola prticular o plano de saude a segurança do condominio ai a conta não fecha se continuar assim vai acabar todos indo morar na favela ai quero ver quem e que vai pagar os impostos ou vcs querem me dizer que o sonho desta nordestina era ter seis filhos e que a da barra de ter apenas um ou isto e um fato de informação e condições de planejamento então concluo que os dados devem ser usados em cada caso especifico pois se as comunidades carentes não forem controladas ai sim veremos uma situação de colapso social fato este ja observado aqui no rio e quando citarem paises europeus não vomos esquecer todos os controles que tiveram como doenças e guerras
Quero intender mais sobre isso
escrito por Brunno, 2008-10-31 16:22:43
Olá...eu só quero postar uma perguntah espero que
possam me responder essa perguntah...se é q eu posso
estar sendo ignorante pq ...eu quero saber...o q é natalidade...1



somente isso espero q possam meresponder

Bjus:Brunno Silva de Olyveyra smilies/cool.gif
eu adorei
escrito por francilene, 2008-11-03 20:24:19
Eu acho q tudo isso é super verdade!!! smilies/grin.gif smilies/tongue.gif smilies/kiss.gif smilies/cheesy.gif smilies/smiley.gif
Natalidade
escrito por Jeanwmj_@.., 2008-11-15 20:16:26
Oi,Eu queria Graficos Sobre Natalidade do ano de 2000 em diante para eu desenhar para um trbalho de escola Qm poder Me Ajudar Eu aGradeço
Thanks , Bye

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