Fala, Brasil! - Herança Política - Escândalos Marcantes do Governo FHC
  Página Inicial arrow Artigos arrow Herança Política - Escândalos Marcantes do Governo FHC Sunday, 05 July 2009 
Fala, Brasil !
Página Inicial
Fórum
Artigos
Forum Fala, Brasil!
Colunistas
Notícias
Mapa do Site
Dê um toque
Add to Technorati Favorites
Login (gratuíto)





Esqueceu sua senha?
Ainda não tem uma conta de acesso? Registre-se
Itens Relacionados
Estatísticas
Brazil / Organic personal skin care wholesale
Herança Política - Escândalos Marcantes do Governo FHC PDF Imprimir E-mail
Escrito por João Paulo Cunha*   
Tuesday, 07 December 2004

Nenhum governo teve mídia tão favorável quanto o de FHC, o que não deixa de ser surpreendente, visto que em seus dois mandatos ele realizou uma extraordinária obra de demolição, de fazer inveja a Átila e a Gêngis Khan.

 

Itinerário de um desastre

Vale a pena relembrar algumas das passagens de um governo que deixou uma pesada herança para seu sucessor.

  • A taxa média de crescimento da economia brasileira, ao longo da década tucana, foi a pior da história, em torno de 2,4%. Pior até mesmo que a taxa média da chamada década perdida, os anos 80, que girou em torno de 3,2%.
  • No período, o patrimônio público representado pelas grandes estatais foi liquidado na bacia das almas. No discurso, essa operação serviria para reduzir a dívida pública e para atrair capitais.
  • Na prática assistimos a um crescimento exponencial da dívida pública. A dívida interna saltou de R$ 60 bilhões para impensáveis R$ 630 bilhões, enquanto a dívida externa teve seu valor dobrado.
  • Enquanto isso, o esperado afluxo de capitais não se verificou. Pelo contrário, o que vimos no setor elétrico foi exemplar. Uma parceria entre as elétricas privatizadas e o governo gerou uma aguda crise no setor, provocando um longo racionamento.Para compensar o prejuízo que sua imprevidência deu ao povo, o governo chegou a premiar as elétricas com sobretaxas e um esdrúxulo programa de energia emergencial. Ou seja, os capitais internacionais não vieram e a incompetência das privatizadas foram sendo financiada pelo povo.

O texto que segue é um itinerário, em 45 pontos, das ações e omissões levadas a efeito pelo governo FHC e de relatos sobre tentativas fracassadas de impor medidas do receituário neoliberal.

Em alguns casos, a oposição, aproveitando-se de rachas na base governista ou recorrendo aos tribunais, bloqueou iniciativas que teriam causado ainda mais dano aos interesses do povo.

Essa recompilação serve como ajuda à memória e antídoto contra a amnésia.

1 - Conivência com a corrupção

O governo do PSDB tem sido conivente com a corrupção. Um dos primeiros gestos de FHC ao assumir a Presidência, em 1995, foi extinguir, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, instituída no governo Itamar Franco e composta por representantes da sociedade civil, que tinha como objetivo combater a corrupção. Em 2001, para impedir a instalação da CPI da Corrupção, FHC criou a Controladoria-Geral da União, órgão que se especializou em abafar denúncias.

2 - O escândalo do Sivam

O contrato para execução do projeto Sivam foi marcado por escândalos. A empresa Esca, associada à norte-americana Raytheon, e responsável pelo gerenciamento do projeto, foi extinta por fraudes contra a Previdência. Denúncias de tráfico de influência derrubaram o embaixador Júlio César dos Santos e o ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Mauro Gandra.

3 - A farra do Proer

O Proer demonstrou, já em 1996, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para FHC, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais.

4 - Caixa-dois de campanhas

As campanhas de FHC em 1994 e em 1998 teriam se beneficiado de um esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões.

5 - Propina na privatização

A privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de FHC e do senador José Serra e ex-diretor da Área Internacional do Banco do Brasil, é acusado de pedir propina de R$ 15 milhões para obter apoio dos fundos de pensão ao consórcio do empresário Benjamin Steinbruch, que levou a Vale, e de ter cobrado R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar.

6 - A emenda da reeleição

O instituto da reeleição foi obtido por FHC a preços altos. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara.

7 - Grampos telefônicos

Conversas gravadas de forma ilegal foram um capítulo à parte no governo FHC. Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos no BNDES flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil.

8 - TRT paulista

A construção da sede do TRT paulista representou um desvio de R$ 169 milhões aos cofres públicos. A CPI do Judiciário contribuiu para levar o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do Tribunal, para a cadeia e para cassar o mandato do Senador Luiz Estevão (PMDB-DF), dois dos principais envolvidos no caso.

9 - Os ralos do DNER

O DNER foi o principal foco de corrupção no governo de FHC. Seu último avanço em matéria de tecnologia da propina atende pelo nome de precatórios. A manobra consiste em furar a fila para o pagamento desses títulos. Estima-se que os beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor dos precatórios para a quadrilha que comandava o esquema. O órgão acabou sendo extinto pelo governo.

10 - O "caladão"

O Brasil calou no início de julho de 1999 quando o governo FHC implementou o novo sistema de Discagem Direta a Distância (DDD). Uma pane geral deixou os telefones mudos. As empresas que provocaram o caos no sistema haviam sido recém-privatizadas. O "caladão" provocou prejuízo aos consumidores, às empresas e ao próprio governo. Ficou tudo por isso mesmo.

11 - Desvalorização do real

FHC se reelegeu em 1998 com um discurso que pregava "ou eu ou o caos". Segurou a quase paridade entre o real e o dólar até passar o pleito. Vencida a eleição, teve de desvalorizar a moeda. Há indícios de vazamento de informações do Banco Central. O deputado Aloizio Mercadante, do PT, divulgou lista com o nome dos 24 bancos que lucraram muito com a mudança cambial e outros quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas.

12 - O caso Marka/FonteCindam

Durante a desvalorização do real, os bancos Marka e FonteCindam foram socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão. O pretexto é que a quebra desses bancos criaria risco sistêmico para a economia. Chico Lopes, ex-presidente do BC, e Salvatore Cacciola, ex-dono do Banco Marka, estiveram presos, ainda que por um pequeno lapso de tempo. Cacciola retornou à sua Itália natal, onde vive tranqüilo.

13 - Base de Alcântara

O governo FHC enfrenta resistências para aprovar o acordo de cooperação internacional que permite aos Estados Unidos usarem a Base de Lançamentos Espaciais de Alcântara (MA). Os termos do acordo são lesivos aos interesses nacionais. Exemplos: áreas de depósitos de material americano serão interditadas a autoridades brasileiras.

O acesso brasileiro a novas tecnologias fica bloqueado e o acordo determina ainda com que países o Brasil pode se relacionar nessa área. Diante disso, o PT apresentou emendas ao tratado – todas acatadas na Comissão de Relações Exteriores da Câmara.

14 - Biopirataria oficial

Antigamente, os exploradores levavam nosso ouro e pedras preciosas. Hoje, levam nosso patrimônio genético. O governo FHC teve de rever o contrato escandaloso assinado entre a Bioamazônia e a Novartis, que possibilitaria a coleta e transferência de 10 mil microorganismos diferentes e o envio de cepas para o exterior, por 4 milhões de dólares. Sem direito ao recebimento de royalties.

Como um único fungo pode render bilhões de dólares aos laboratórios farmacêuticos, o contrato não fazia sentido. Apenas oficializava a biopirataria.

15 - O fiasco dos 500 anos

As festividades dos 500 anos de descobrimento do Brasil, sob coordenação do ex-ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca (PFL-PR), se transformaram num fiasco monumental. Índios e sem-terra apanharam da polícia quando tentaram entrar em Porto Seguro (BA), palco das comemorações.

O filho do presidente, Paulo Henrique Cardoso, é um dos denunciados pelo Ministério Público de participação no episódio de superfaturamento da construção do estande brasileiro na Feira de Hannover, em 2000.

16 - Eduardo Jorge, um personagem suspeito

Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência, é um dos personagens mais sombrios que freqüentou o Palácio do Planalto na era FHC. Suspeita-se que ele tenha se envolvido no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista e em superfaturamento no Serpro, de montar o caixa-dois para a reeleição de FHC, de ter feito lobby para empresas de informática, e de manipular recursos dos fundos de pensão nas privatizações. Também teria tentado impedir a falência da Encol.

17 - Drible na reforma tributária

O PT participou de um acordo, do qual faziam parte todas as bancadas com representação no Congresso Nacional, em torno de uma reforma tributária destinada a tornar o sistema mais justo, progressivo e simples.

A bancada petista apoiou o substitutivo do relator do projeto na Comissão Especial de Reforma Tributária, deputado Mussa Demes (PFL-PI). Mas o ministro da Fazenda, Pedro Malan, e o Palácio do Planalto impediram a tramitação.

18 - Rombo transamazônico na Sudam

O rombo causado pelo festival de fraudes transamazônicas na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia, a Sudam, no período de 1994 a 1999, ultrapassa R$ 2 bilhões. As denúncias de desvios de recursos na Sudam levaram o ex-presidente do Senado, Jader Barbalho (PMDB-PA) a renunciar ao mandato.

Ao invés de acabar com a corrupção que imperava na Sudam e colocar os culpados na cadeia, o presidente Fernando Henrique Cardoso resolveu extinguir o órgão. O PT ajuizou ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal contra a providência do governo.

19 - Os desvios na Sudene

Foram apurados desvios de R$ 1,4 bilhão em 653 projetos da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste, a Sudene. A fraude consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos recebidos do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor) foram aplicados. Como no caso da Sudam, FHC decidiu extinguir o órgão. O PT também questionou a decisão no Supremo Tribunal Federal.

20 - Calote no Fundef


O governo FHC desrespeita a lei que criou o Fundef. Em 2002, o valor mínimo deveria ser de R$ 655,08 por aluno/ano de 1ª a 4ª séries e de R$ 688,67 por aluno/ano da 5ª a 8ª séries do ensino fundamental e da educação especial. Mas os valores estabelecidos ficaram abaixo: R$ 418,00 e R$ 438,90, respectivamente. O calote aos estados mais pobres soma R$ 11,1 bilhões desde 1998.

21 - Abuso de MPs

Enquanto senador, FHC combatia com veemência o abuso nas edições e reedições de Medidas Provisórias por parte José Sarney e Fernando Collor. Os dois juntos editaram e reeditaram 298 MPs. Como presidente, FHC cedeu à tentação autoritária. Editou e reeditou, em seus dois mandatos, 5.491medidas. O PT participou ativamente das negociações que resultaram na aprovação de emenda constitucional que limita o uso de MPs.

22 - Acidentes na Petrobras


Por problemas de gestão e falta de investimentos, a Petrobras protagonizou uma série de acidentes ambientais no governo FHC que viraram notícia no Brasil e no mundo. A estatal foi responsável pelos maiores desastres ambientais ocorridos no País nos últimos anos. Provocou, entre outros, um grande vazamento de óleo na Baía de Guanabara, no Rio, outro no Rio Iguaçu, no Paraná.

Uma das maiores plataformas da empresa, a P-36, afundou na Bacia de Campos, causando a morte de 11 trabalhadores. A Petrobras também ganhou manchetes com os acidentes de trabalho em suas plataformas e refinarias que ceifaram a vida de centenas de empregados.

23 - Apoio a Fujimori

O presidente FHC apoiou o terceiro mandato consecutivo do corrupto ditador peruano Alberto Fujimori, um sujeito que nunca deu valor à democracia e que fugiu do País para não viver os restos de seus dias na cadeia. Não bastasse isso, concedeu a Fujimori a medalha da Ordem do Cruzeiro do Sul, o principal título honorário brasileiro. O Senado, numa atitude correta, acatou sugestão apresentada pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR) e cassou a homenagem.

24 - Desmatamento na Amazônia

Por meio de decretos e medidas provisórias, o governo FHC desmontou a legislação ambiental existente no País. As mudanças na legislação ambiental debilitaram a proteção às florestas e ao cerrado e fizeram crescer o desmatamento e a exploração descontrolada de madeiras na Amazônia. Houve aumento dos focos de queimadas. A Lei de Crimes Ambientais foi modificada para pior.

25 – Os computadores do FUST

A idéia de equipar todas as escolas públicas de ensino médio com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata. Os recursos para a compra viriam do Fundo de Universalização das Telecomunicações, o Fust. Mas o governo ignorou a Lei de Licitações, a 8.666.

Além disso, fez megacontrato com a Microsoft, que teria, com o Windows, o monopólio do sistema operacional das máquinas, quando há softwares que poderiam ser usados gratuitamente. A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam o edital de compra e a negociata está suspensa.

26 - Arapongagem

O governo FHC montou uma verdadeira rede de espionagem para vasculhar a vida de seus adversários e monitorar os passos dos movimentos sociais. Essa máquina de destruir reputações é constituída por ex-agentes do antigo SNI ou por empresas de fachada. Os arapongas tucanos sabiam da invasão dos sem-terra à propriedade do presidente em Buritis, em março deste ano, e o governo nada fez para evitar a operação. Eles foram responsáveis também pela espionagem contra Roseana Sarney.

27 - O esquema do FAT

A Fundação Teotônio Vilela, presidida pelo ex-presidente do PSDB, senador alagoano Teotônio Vilela, e que tinha como conselheiro o presidente FHC, foi acusada de envolvimento em desvios de R$ 4,5 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Descobriu-se que boa parte do dinheiro, que deveria ser usado para treinamento de 54 mil trabalhadores do Distrito Federal, sumiu.

As fraudes no financiamento de programas de formação profissional ocorreram em 17 unidades da federação e estão sob investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério Público.

28 - Mudanças na CLT

A maioria governista na Câmara dos Deputados aprovou, contra o voto da bancada do PT, projeto que flexibiliza a CLT, ameaçando direitos consagrados dos trabalhadores, como férias, décimo terceiro e licença maternidade. O projeto esvazia o poder de negociação dos sindicatos. No Senado, o governo FHC não teve forças para levar adiante essa medida anti-social.

29 - Obras irregulares

Um levantamento do Tribunal de Contas da União, feito em 2001, indicou a existência de 121 obras federais com indícios de irregularidades graves. A maioria dessas obras pertence a órgãos como o extinto DNER, os ministérios da Integração Nacional e dos Transportes e o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas. Uma dessas obras, a hidrelétrica de Serra da Mesa, interior de Goiás, deveria ter custado 1,3 bilhão de dólares. Consumiu o dobro.

30 - Explosão da dívida pública

Quando FHC assumiu a Presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e externa somava R$ 153,4 bilhões. Entretanto, a política de juros altos de seu governo, que pratica as maiores taxas do planeta, elevou essa dívida para R$ 684,6 bilhões em abril de 2002, um aumento de 346%. Hoje, a dívida já equivale a preocupantes 54,5% do PIB.

31 - Avanço da dengue

A omissão do Ministério da Saúde é apontada como principal causa da epidemia de dengue no Rio de Janeiro. O ex-ministro José Serra demitiu seis mil mata-mosquitos contratados para eliminar focos do mosquito Aedes Aegypti. Em 2001, o Ministério da Saúde gastou R$ 81,3 milhões em propaganda e apenas R$ 3 milhões em campanhas educativas de combate à dengue. Resultado: de janeiro a maio de 2002, só o estado do Rio registrou 207.521 casos de dengue, levando 63 pessoas à morte.

32 – Verbas do BNDES

Além de vender o patrimônio público a preço de banana, o governo FHC, por meio do BNDES, destinou cerca de R$ 10 bilhões para socorrer empresas que assumiram o controle de ex-estatais privatizadas. Quem mais levou dinheiro do banco público que deveria financiar o desenvolvimento econômico e social do Brasil foram as teles e as empresas de distribuição, geração e transmissão de energia. Em uma das diversas operações, o BNDES injetou R$ 686,8 milhões na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa.

33 - Crescimento pífio do PIB

Na "Era FHC", a média anual de crescimento da economia brasileira estacionou em pífios 2%, incapaz de gerar os empregos que o País necessita e de impulsionar o setor produtivo. Um dos fatores responsáveis por essa quase estagnação é o elevado déficit em conta-corrente, de 23 bilhões de dólares no acumulado dos últimos 12 meses.

Ou seja: devido ao baixo nível da poupança interna, para investir em seu desenvolvimento, o Brasil se tornou extremamente dependente de recursos externos, pelos quais paga cada vez mais caro.

34 – Renúncias no Senado

A disputa política entre o Senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA) e o Senador Jader Barbalho (PMDB-PA), em torno da presidência do Senado expôs publicamente as divergências da base de sustentação do governo. ACM renunciou ao mandato, sob a acusação de violar o painel eletrônico do Senado na votação que cassou o mandato do senador Luiz Estevão (PMDB-DF).

Levou consigo seu cúmplice, o líder do governo, senador José Roberto Arruda (PSDB-DF). Jader Barbalho se elegeu presidente do Senado, com apoio ostensivo de José Serra e do PSDB, mas também acabou por renunciar ao mandato, para evitar a cassação. Pesavam contra ele denúncias de desvio de verbas da Sudam.

35 - Racionamento de energia

A imprevidência do governo FHC e das empresas do setor elétrico gerou o apagão. O povo se mobilizou para abreviar o racionamento de energia. Mesmo assim foi punido. Para compensar supostos prejuízos das empresas, o governo baixou Medida Provisória transferindo a conta do racionamento aos consumidores, que são obrigados a pagar duas novas tarifas em sua conta de luz. O pacote de ajuda às empresas soma R$ 22,5 bilhões.

36 - Assalto ao bolso do consumidor

FHC quer que o seu governo seja lembrado como aquele que deu proteção social ao povo brasileiro. Mas seu governo permitiu a elevação das tarifas públicas bem acima da inflação. Desde o início do plano real até agora, o preço das tarifas telefônicas foi reajustado acima de 580%. Os planos de saúde subiram 460%, o gás de cozinha 390%, os combustíveis 165%, a conta de luz 170% e a tarifa de água 135%. Neste período, a inflação acumulada ficou em 80%.

37 – Explosão da violência

O Brasil é um país cada vez mais violento. E as vítimas, na maioria dos casos, são os jovens. Na última década, o número de assassinatos de jovens de 15 a 24 anos subiu 48%. A Unesco coloca o País em terceiro lugar no ranking dos mais violentos, entre 60 nações pesquisadas. A taxa de homicídios por 100 mil habitantes, na população geral, cresceu 29%. Cerca de 45 mil pessoas são assassinadas anualmente. FHC pouco ou nada fez para dar mais segurança aos brasileiros.

38 – A falácia da Reforma agrária

O governo FHC apresentou ao Brasil e ao mundo números mentirosos sobre a reforma agrária. Na propaganda oficial, espalhou ter assentado 600 mil famílias durante oito anos de reinado. Os números estavam inflados. O governo considerou assentadas famílias que haviam apenas sido inscritas no programa. Alguns assentamentos só existiam no papel. Em vez de reparar a fraude, baixou decreto para oficializar o engodo.

39 - Subserviência internacional

A timidez marcou a política de comércio exterior do governo FHC. Num gesto unilateral, os Estados Unidos sobretaxaram o aço brasileiro. O governo do PSDB foi acanhado nos protestos e hesitou em recorrer à OMC. Por iniciativa do PT, a Câmara aprovou moção de repúdio às barreiras protecionistas. A subserviência é tanta que em visita aos EUA, no início deste ano, o ministro Celso Lafer foi obrigado a tirar os sapatos três vezes e se submeter a revistas feitas por seguranças de aeroportos.

40 – Renda em queda e desemprego em alta

Para o emprego e a renda do trabalhador, a Era FHC pode ser considerada perdida. O governo tucano fez o desemprego bater recordes no País. Na região metropolitana de São Paulo, o índice de desemprego chegou a 20,4% em abril, o que significa que 1,9 milhão de pessoas estão sem trabalhar. O governo FHC promoveu a precarização das condições de trabalho. O rendimento médio dos trabalhadores encolheu nos últimos três anos.

41 - Relações perigosas

Diga-me com quem andas e te direi quem és. Esse ditado revela um pouco as relações suspeitas do presidenciável tucano José Serra com três figuras que estiveram na berlinda nos últimos dias. O economista Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de Serra e de FHC, é acusado de exercer tráfico de influência quando era diretor do Banco do Brasil e de ter cobrado propina no processo de privatização.

Ricardo Sérgio teria ajudado o empresário espanhol Gregório Marin Preciado a obter perdão de uma dívida de R$ 73 milhões junto ao Banco do Brasil. Preciado, casado com uma prima de Serra, foi doador de recursos para a campanha do senador paulista. Outra ligação perigosa é com Vladimir Antonio Rioli, ex-vice-presidente de operações do Banespa e ex-sócio de Serra em empresa de consultoria.

Ele teria facilitado uma operação irregular realizada por Ricardo Sérgio para repatriar US$ 3 milhões depositados em bancos nas Ilhas Cayman - paraíso fiscal do Caribe.

42 – Violação aos direitos humanos

Massacres como o de Eldorado do Carajás, no sul do Pará, onde 19 sem-terra foram assassinados pela polícia militar do governo do PSDB em 1996, figuram nos relatórios da Anistia Internacional, que recentemente denunciou o governo FHC de violação aos direitos humanos.

A Anistia critica a impunidade e denuncia que polícias e esquadrões da morte vinculados a forças de segurança cometeram numerosos homicídios de civis, inclusive crianças, durante o ano de 2001. A entidade afirma ainda que as práticas generalizadas e sistemáticas de tortura e maus-tratos prevalecem nas prisões.

43 – Correção da tabela do IR

Com fome de leão, o governo congelou por seis anos a tabela do Imposto de Renda. O congelamento aumentou a base de arrecadação do imposto, pois com a inflação acumulada, mesmo os que estavam isentos e não tiveram ganhos salariais, passaram a ser taxados. FHC só corrigiu a tabela em 17,5% depois de muita pressão da opinião pública e após aprovação de projeto pelo Congresso Nacional.

Mesmo assim, após vetar o projeto e editar uma Medida Provisória que incorporava parte do que fora aprovado pelo Congresso, aproveitou a oportunidade e aumentou alíquotas de outros tributos.

44 – Intervenção na Previ

FHC aproveitou o dia de estréia do Brasil na Copa do Mundo de 2002 para decretar intervenção na Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, com patrimônio de R$ 38 bilhões e participação em dezenas de empresas. Com este gesto, afastou seis diretores, inclusive os três eleitos democraticamente pelos funcionários do BB.

O ato truculento ocorreu a pedido do banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunitty. Dias antes da intervenção, FHC recebeu Dantas no Palácio Alvorada. O banqueiro, que ameaçou divulgar dossiês comprometedores sobre o processo de privatização, trava queda-de-braço com a Previ para continuar dando as cartas na Brasil Telecom e outras empresas nas quais são sócios.

45 – Barbeiragens do Banco Central

O Banco Central – e não o crescimento de Lula nas pesquisas – tem sido o principal causador de turbulências no mercado financeiro. Ao antecipar de setembro para junho o ajuste nas regras dos fundos de investimento, que perderam R$ 2 bilhões, o BC deixou o mercado em polvorosa.

Outro fator de instabilidade foi a decisão de rolar parte da dívida pública estimulando a venda de títulos LFTs de curto prazo e a compra desses mesmos papéis de longo prazo. Isto fez subir de R$ 17,2 bilhões para R$ 30,4 bilhões a concentração de vencimentos da dívida nos primeiros meses de 2003.

O dólar e o risco Brasil dispararam. Combinado com os especuladores e o comando da campanha de José Serra, Armínio Fraga não vacilou em jogar a culpa no PT e nas eleições.

*João Paulo Cunha, deputado e líder do PT

 

revistaforum

Comentarios (15)Add Comment
É mais fácil Falar da Falta de Memória d
escrito por Visitante, 2005-01-08 13:16:09
Enganasse o Sr. João Paulo Cunha ao escrever que necessitamos de um 'antídoto contra a amnésia'. Tanto não temos amnésia, que não esquecemos que nenhum partido abandonou seus princípios históricos mais escancaradamente do que o PT do Sr. João Paulo. Das composições com os ex- membros da TROPA DE CHOQUE de Fernando Collor à pura e simples cópia do Modelo desenvolvido por Fernando Henrique, o PT inovou ZERO na Área Econômica, e ainda pior, surpreendeu ao inovar ZERO no social. Seria no mínimo curioso ver o presidente Lula da Silva tendo de enfrentar o cenário de turbulências econômicas ocorridas durante as administrações de Fernando Henrique. Felizmente isso não está ocorrendo (pensamente muito diferente do 'enquanto pior, melhor', outrora entoado pelo PT quando na oposição).
Por não ter tido a coragem ou a capacidade para mudar qualquer coisa, o PT vai administrando com a competente gestão de Anônio Palocci, que não alterou praticamente nada daquilo que já foi concebido pela equipe de Pedro Malan. O modelo concebido pelo PSDB foi mantido. E o Banco Central, então, muito bem cuidado por Henrique Meireles, deputado eleito pelo PSDB. Por isso, São Paulo, estado que o Sr. João Paulo representa, já disse um ressonante NÃO ao PT nas últimas eleições.

César A.C. Sanchez
Brasília
DF
E agora...
escrito por Visitante, 2005-02-05 12:39:53
com tudo estou sem partido...
em quem confiar...
ou melhor...
sera que esta politica continuara sempre?
ou mlhor mudar o sistema...
desde quando eu me entendo por gente... sempre foi assim... sempre h acusa顧es...
no sei mais se vale a pena copmentar politica no brasil...
pq o 壩 o brasileiro que se acomodou...
cidadão brasileiro angustiado
escrito por Visitante, 2005-02-10 17:35:13
Sou Engenheiro Civil formado. Pretendia fazer minha carreira na Eletropaulo, onde trabalhei por 14 anos, até quando o citado partido pos todo meu plano de carreira por água abaixo, com a privatização. Hoje estou no Japão trabalhando como dekassegui como operário em fábrica, ainda porque sou nissei, senão não teria esta oportunidade de emprego, pois aí no Brasil não havia mais mercado de trabalho para mim. Portanto sou partidário às críticas do João Paulo, descontente com a situação que se encontra o meu país, na esperança de um futuro melhor para que meus filhos ainda possam viver com dignidade no Brasil, se possível sem passar por angústias as quais nos amarguraram durante e após longos anos de PSDB.
Só cidadãos comuns como nós é que sabemos o mal que assolou o Brasil nestes 8 anos de FHC.
...
escrito por Visitante, 2005-06-06 17:41:54
Meu nome e Glaucio Vinhosa Netto Tenho 42 anos e sou Tecnico em Meio Ambiente.
É de pasmar vermos os últimos acontecimentos , Assistimos a um vendaval de noticias de corrupção que assolam o país.
"Meus Deus viu no que Deu o Governo deste incompetente"
Rugem os moralistas e nobres senhores desta nossa carcomida sociedade, e do NOSSO GLORIOSO CONGRESSO NACIONAL"
É patético vermos tão nobres senadores e deputados acostumados aos benefícios dos mornos ventos e águas calmas advindas do palácio do planalto, as verbas fáceis em troca dos favorecimentos políticos e alguns até mesmo acostumados ao chicote e mordaças das ditadura , e pior ainda alguns que sequer se conformam com o fim da escravatura que resolviam seus problemas e ideologias com a força dos ATOS.
Estes senhores reflexo do atraso da nossa classe média que sofre, mas vê no engravatado com terno importado o seu ícone maior.
Estes nobres brasileiros tão acostumados a serem governo, incorfomados em não serem mais nomeados para cargos em Estatais, entram em cena tal qual lobos raivosos, babando, destilando todo o seu ódio pela nação. Dane-se o Brasil, voltaremos ao poder mais rápido que pensavamos aproveitemos o momento e matemos o País. Abramos nosso arsenal democrático de opções para o povo de certo eles se identificaram com alguem competente que trabalhe que tenha estudo e assim voltaremos ao poder com o nosso jeito de governar.
É de fato patétio ver O PT condenar o que defendia e o PSDB defender o que condenava.
Ligo a televisão e fico a esperar. Ainda hei de ver líderes do PFL, representantes de olgarquias, empresários do PSDB e amorfos de outros partidos empunharem bandeiras vermelhas e gritarem em coro palavras de ordem. Assim como espero ver membros PT lançando mão de artificios há muito conhecidos para calar as manifestações do povo, que so espera por paz, ordem, trabalho e que acabem com as maracutaias, que predam os corruptos, que devolvam aos cofres públicos o que roubaram.
POR NOSSOS FILHOS DESTA MÃE GENTIL SOCORRAM O BRASIL
Realmente...
escrito por Visitante, 2005-07-01 02:48:45
Como pudemos ver nos comentários acima há ainda algumas pessoas cegas que não enxergaram o estrago feito pelo FHC e PSDB durante os 8 anos de gestão.Tenho apenas 16 anos e já sei que na política brasileira nunca existiu uma gestão sem corruptos...tenho esperança no governo Lula. Agora que começou o progresso do país existe uma forte oposião querendo desestabilizar o governo...esses casos de corrupção que apareceram são o resultado do trabalho bem feito pela Polícia Federal.
As pessoas que ainda estão alienadas têm que cair na real...o governo passado nem de perto foi melhor que governo atual. Nosso país, agora sim, começou a crescer. A grande imprensa como Globo, Veja e Istoé divulgam apenas reportagens e "fatos" de seu interesse. Nunca ocorreu um escandalo desses no governo FHC...por falta de motivos? Claro que não! Motivos houve de sobre...o que não teve foi interesse, pois assim os grandes empresários que financiam alguns destes meios de comunicação em massa não lucrariam com o governo elitista dirigido por FHC.
Pensem muito antes de formarem qualquer opinião e depois de lerem, verem ou ouvirem. não deixe a midia manipular você!
\"Um erro no justifica o outro\"
escrito por Visitante, 2005-07-06 07:18:52
"Um erro não justifica o outro"
"Fico admirado de ver como os ideáis mudam
na velocidade que se dá um passo".
Sou um sipatizante pelo Brasil.
Não votei no Lula, nada contra a pessoa, mas contra o "profissional".
Para quem tinha intenções de governar o país
ele teve tempo suficiente para estudar, não o fez.
Hoje para os serviços de nenhuma responsabilidade se exige no mínimo 2º grau, mas para Presidente da República, basta saber ler. É uma vergonha! O culpado somos nós!
Espero que tudo não acabe em "pizza".
Os "santinhos, salvadores" do PT, estão tendo seus "rabos puxando" para a sociedade toda ver.
NÃO ME VENHAM COM DEMAGOCIAS BARATAS, A HORA É DE MORALIZAÇÃO.

Elias S. do Prado
...
escrito por Visitante, 2005-07-08 01:27:38
Deputado João Paulo Cunha faz uma avaliação e relembra com total lucidez os ftos que condenam o país. "O passado vem à tona e condena", o povo brasileiro têm memória curta mesmo, ou melhor, só lembra do que julga ser necessário.
Nessa onda de acusações, CPMI's e denúncias... é comum vermos á população julgar tudo de forma precoce. Ainda mais, as elites brasileiras estão com cada vez mais defiência mental, pois basta alguém ter uma visão de forma ponderada e lúcida e então as elites de forma desesperada vão em meio a mídia ilusória fazer denúncias baixas, infundadas e irresponsáveis, ainda é bom lembrar que FHC, foi aluno do maior sociólogo brasileiro: Florestam Fernandes, FHC deixa explícito que não aprendeu muita coisa com seu tutor, isso se torna ainda mais explícito quando paramos para analizar seu governo, um socialista, teria obrigação de efetuar um bom governo, no entanto não foi o que ocorreu. A situação do país é frágil, ainda asim, com a oposição fazendo uma oposição IRRESPONSÀVEL, pois creio que quem vai aos meios de comunicação tentar desinstabilizar o governo, procurar alguma corrupção no governo pelo simples fato de rirem e por recha política, certamente não esta a favor do país, isso é uma de uma infantilidade absurda. Ainda se pararmos pra analisar em outro Ângulo, vamos ver que(chega a ser ridículo): "O real motivo que o PSDB, PFL, procuram fraudes é de se um dia acharem PODER ECOAR QUE "O PT TAMBÉM É IGUAL A ELES!!!". Não consigo ver de forma alguma que esse tipo de oposição seje construtiva para o país. EU RELEMBRO aqui eue o PSDB têm pessoas conscientes, cito o senador Sérgio Guerra(PSDB), senador pela qual tenho grande admiração por simplesmente não estar fazendo como os demais, é um homem responsável que sim faz uma oposição convicta diferentemente dos outros membros do partido PSDB.
Como últimas palavras ainda lembro e gero levanto aqui a POSSIBILIDADE de que as elites(Partidos Nobres e burgueses e a Mídia) estarem sendo munidos pelo EUA a fazer tal irresponsabilidade, pois RELEMBRO aqui que os EUA sempre estão arranjando formas de se intromoterem a seu único benefício, pois PRA QUEM TEM MEMÓTIA CURTA EU RELEMBRO AQUI: POR QUE HOUVE DITADURA AQUI NO BRASIL?, desde aquela época os EUA atuavam, pois para barrar a expansão da URSS, os EUA forma so responsáveis pelas implantações das ditaduras no Brasil e no Chile por exemplo, portanto NÃO É NEHUMA NOVIDADE ESSE INTERESSE DOS ESTADUNIDENSES CAPITALISTAS BARRAREM O POVO, POR ELES E POR CERTOS ILUSTRES HOMENS PÚBLICOS QUE BRINCAM COM INFANTILIDADE COM O POVO, POIS O ÚNICO E REAL OBJETIVO MASCARADO POR TRÁS DE TUDO É """IMORTALIZAR A SUBMISSÃO DO POVO, PARA QUE ELES POSSAM SEMPRE REINAR SOBRE NOSSAS CABEÇAS"""".
Pior que no saber, achar que sabe!
escrito por Visitante, 2005-07-15 06:00:23
Gostaria de entender como o cidadão LuLa, se manteve todo este tempo, sem trabalhar e gastando muito?
Será que ele tem a galinha dos ovos de ouro?
Será que ganhou na mega sena?
Será....
Agora vejo o mesmo, falando com a maior prioridade de que se ouver culpados estes tem que ser punidos.
Como se o mesmo não fizesse parte do meio.
Agora quem vê seu discursso chega pensar que foi um presidente eleito sem partido.
Façam-me um favor!
Corrupção existe e infelizmente sempre existirá, mas não me venham com demagogias.
Quem governas?
Agora com a saida de JD, não sei?
Pra quem, quando oposição vivia metendo o pau nos viajantes, o sr LL está me saindo muito bem!
Falta de compromisso histrico com os ma
escrito por Visitante, 2005-08-23 09:38:47
Ao abraçar o empresariado o governo fez uma opção e está(mos) pagando por isso. O compromisso com a população carente é onerosa, porém necessária. O meio termo não é a resposta, há muitos anos se faz necessário descer do muro e ir a luta. O empresariado quer retorno em benefícios e oportunidades de expandirem seus negócios, fazendo-se valer do "social". Não vamos tampar o sol com a peneira, o rombo é enorme. Infelizmente, o ônus nestas questões sociais graves é de quem mais tem capital, não tem acordo. Quem enriqueceu-se tem obrigações para com os excluídos, é o preço da falta de equilíbrio causada pelos descompassos descomprometidos do mercado e da ganância do empresariado monopolista brasileiro e internacional.
Compromissar-se é necessário, não com ideais partidários, mas com a pessoa humana e sua dignidade, favorecendo os que não tem e não o contrário que gera acúmulo de um lado e falta noutro.
Governo e empresas devem existir para melhorar a qualidade de vida das pessoas e não as pessoas devem viver para a permanência destas instituições. Se tais instituições não mais se prestam a isso, devem fechar ou naturalmente desaparecer.
Apoiar-se sobre a falta de tempo gerada pelo desespero de manter-se empregado das pessoas é criminoso. Políticos e empresários
acabam por se utilizar deste mecanismo, favorecendo a si mesmos, não possibilitando a maior cobrança da população sobre suas iniciativas (chega de propaganda política enganosa). Povo desinteressado, político e empresário ladrão. É o preço.
...
escrito por Guest, 2006-02-21 10:55:00
kuk
...
escrito por Visitante, 2006-03-13 16:45:27

Companheiro Paulo Rogrio,
...
escrito por Visitante, 2006-03-13 16:51:39

Este indivduo que tem por nome uma sigla de treis letras deveria
...
escrito por Visitante, 2006-03-13 16:53:03

Este indivíduo que tem por nome uma sigla com treis letras deveria ter vergonha na cara e esq
Um perído triste da história Brasileira
escrito por Karen, 2006-10-26 22:37:24
FHC foi um dos piores governadores que o Brasil já teve em toda a sua história....................................................................................... smilies/smiley.gif
Letícia
escrito por Letícia, 2008-03-08 15:35:52
Eu dó a razão há ele ,coloca-se no lugar dele .....
Ele fez isso para facilar....

Escreva seu Comentario
quote
bold
italicize
underline
strike
url
image
quote
quote
smile
wink
laugh
grin
angry
sad
shocked
cool
tongue
kiss
cry
smaller | bigger

security code
Escreva os caracteres mostrados


busy
 
< Anterior   Próximo >
FeedBurner


Receba conteúdo grátis

Nosso Feed
Humor Brasileiro
  Kibe Loco
Folha de S. Paulo
powered by joomla open source designed by joomla-templates.com