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O povo espera do padre um testemunho de vida, que
o identifique claramente na sua condição de ministro de
Cristo, razão fundamental de sua missão.
Neste final de ano, a Diocese de Jales vai ordenar cinco novos
padres, que passarão a integrar o presbitério diocesano, a
serviço das comunidades. A partir do próximo dia 11, os três
finais de semanas seguidos serão marcados pelas ordenações, a
serem feitas nas localidades onde residem suas famílias.
Mesmo a ordenação de um único padre se constitui sempre em
fato significativo para qualquer diocese. Pois significa contar
com a dedicação integral de uma pessoa, que coloca toda sua
vida a serviço da missão.
Mais significativo ainda é quando uma diocese pode contar com
um grupo assim expressivo de novos padres, como agora acontece
com a Diocese de Jales.
Continua difícil encontrar vocações. Mesmo em meio ao
acentuado desemprego da juventude. Prova de que o sacerdócio
não se reduz a uma profissão. Ele é uma vocação, que exige
opção de vida, e que requer uma longa formação.
Além do mais, a figura do padre ao longo dos tempos foi se
carregando de simbolismo e de incumbências, que tornam muito
exigente o seu cumprimento. Assim, na prática, o padre se
defronta com múltiplas tarefas, que desafiam sua competência,
seu equilíbrio e sua fidelidade, e requerem convicções
embasadas vocacionalmente.
Além da presidência das celebrações litúrgicas, que
constituem sua característica mais típica e mais evidente, o
padre é solicitado a exercer junto ao povo uma presença
constante, que se traduz de diversas maneiras.
Sua atenção precisa se voltar especialmente para apoiar os
leigos a assumirem sua vocação cristã. Para isto é importante
sobretudo a formação das pessoas, tarefa que exige do padre o
que ele tem de melhor para oferecer, e que o coloca na
necessidade de ele próprio procurar uma permanente
atualização.
Outra contribuição que o povo espera do padre é a ajuda na
organização das comunidades. Seja do ponto de vista
administrativo, como sobretudo pastoral. O fato do padre poder
agora distribuir tarefas pastorais aos leigos, como recomenda a
Igreja, não significa que ele pode se eximir da preocupação em
acompanhar os leigos para apoiá-los e estimulá-los no seu
trabalho.
Mas sobretudo o povo espera do padre um testemunho de vida,
que o identifique claramente na sua condição de ministro
de Cristo, razão fundamental de sua missão.
São Paulo flagrou bem esta identidade do padre, quando
afirmou de si próprio: Que todos nos considerem como
ministros de Cristo, e dispensadores dos mistérios de Deus
(1Cor 4,1).
O interesse que o povo demonstra pela ordenação de um padre
revela a importância de sua missão, e expressa os votos de
todos para que seja sempre bem cumprida.
O acréscimo de novas ordenações, somado ao fato da Diocese
de Jales estar acolhendo também quatro padres missionários
procedentes da Índia, possibilita fazer agora uma ampla
redistribuição de responsabilidades, conforme comunicado que
está sendo feito às comunidades da Diocese neste final de
semana.
Ele se torna, ao mesmo tempo, um convite para todos darem
graças a Deus pelo dom do ministério que Cristo confiou à sua
Igreja, com um pedido de preces para todos os que o exercem com
amor e dedicação.
Dom Luiz Demétrio Valentini, é bispo Diocesano de
Jales/SP. Natural de S.Valentim, Rio Grande do Sul. Foi membro da Comissão Episcopal de Pastoral da Conferência
Nacional de Bispos Brasileiros (CNBB), responsável pelo Setor
Pastoral Social. Foi Presidente da Cáritas Brasileira, e membro
do Depto. de Pastoral Social do CELAM (1991-99). Como coordenador
da Comissão de Ecologia participou da 4ª Conferência Episcopal
Latino Americana, de Sto Domingos (1992). É membro da Comissão
Permanente do Sínodo Especial da América, onde foi eleito
membro permanente (1997). Você se comunica com ele pelo email:
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El periódico El Tiempo, diario colombiano de propiedad de la Dinastía Santos (entre ellos el Vicepresidente de Colombia y su hermano, ex - ministro de hacienda), línea utraderechista de la maquinaria propagandística; anunciaba como una noticia rutinaria, fría y de poca monta, el hecho de que el GURU de la economía colombiana,Don MIGUEL URRUTIA, entregara el cargo de GERENTE DEL BANCO DE LA REPÚBLICA DE COLOMBIA (BANCO EMISOR), entrega que le hace al nuevo GURÚ, el antioqueño don JOSÉ DARIO URÍBE. Tan fría es la noticia, que un desprevenido populacho, en pleno guayavo de fiestas tropicales de estos terruños colombianos, seguramente no se detenga, y mayor desprevención, cuando no hay campeonato de futbol colombiano que apasione a todos estos sectores populares. En resumen, la noticia es tan fria, como las cifras de la economía que estos GURUS proyectan. Que jartera consultar estas cifras y noticias, diría cualquier populacho defensor del FUNDAMENTALISMO AUTORITARIO DEL PRESIDENTE ALVARO URIBE VÉLEZ, también antioqueño (región colombiana), al igual que el nuevo GERENTE, REGENTE DEL BANCO EMISOR.
El mismo periódico de la ultraderecha, anuncia el retiro de la JUNTA DIRECTIVA del otro GURU de la economía colombiana don SALOMÓN KALMANOVITZ, amigote del URRUTIA.
Indica que la despedida del legendario GURU (regentó por más de 12 años la Gerencia del Banco, firmó billetes, etc) fue bien acompañada de biandas; segurmente de algún WISKEY, pero traido por allá de GINEBRA SUIZA, porque el Magnate J MARIO SANTOMINGO (Propietario de Bavaria) no ofrece sino GUARAPO ORDINARIO EMPACADO EN BOTELLA.
Se dice en el periódico de la DINASTÍA SANTOS, como ya quedó dicho, que el mayor logro del legendario GURU, que regentó por más de doce años la Gerencia, fue reducir la inflación.
No se sabe por qué no se trae a colación el manejo de la inflación (correción monetaria)en materia de créditos para vivienda (UPAC - UVR) durante el lapso de tiempo comnprendido entre 19933 a 1999, inflación ligada a la DTF y no a la inflación ordinaria (IPC), por precios del consumidor. Tampocó se sabe sobre la falta de control sobre los desafueros de la banca privada.
Seguramente, deberán ahora celebrar por allá en el Departamento de Cordoba - Santa Fe de Ralito, todos los que aparecen en la lista del título, en compañía del Señor ALVARO URIBE VELEZ, haciendo una cabalgata (porque si la hacen la cabalgata en Bogotá, la Cultura Ciudadana del prohombre del capital judio - ANTANAS MOCKUS - los pone a cargar pala y bolsa para que levanten el estuercol de los cabllos, como a las Señoras les toca levantar el de los perros y demás mascotas). Y allí en Santa ..., no mejor, Departamento de Cordoba, LE GIREN UN CHEQUESITO con la firma del presidente y bien revisado por los señalados gurus, chequesito que sirva para SUBSIDIAR A COLTEJER, y dejar mejor librado al otro magnate, don CARLOS ARDILA LULE. una vez subsidiado la sección textilera del mencionado Señor ARDILA LULE, hagan un Consejo Comunitario con los de MANCUSO, para que le sigan protegiendo la economía. Claro está, deben contar con los buenos oficios del ex - presidente CESAR GAVIRIA, que debe aún tener influencias en la OEA.
Bueno, se requiere que estas líneas no sean tan frias como las cifras de la economía de los GURUS COLOMBIANOS o la noticia del Períodico el Tiempo.
Ojala estén igual o más calientico que los calcetines chiiiiiiinnnnnnnooos.