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O Perfil do Brasileiro Voluntário PDF Imprimir E-mail
Escrito por Da Redação   
Saturday, 16 October 2004

"DATAFOLHA: 41% dos brasileiros se manifestaram muito dispostos a trabalhar como voluntário. Mas dados do IBOPE mostrou que apenas 10% da população brasileira estava, de fato, envolvida com alguma instituição ou trabalho voluntário".

Há cerca de 10 anos o voluntariado nacional, era tipicamente feminino e fundamentado na idéia simplista da caridade e da boa ação, mas esse quadro já foi alterado. "Atualmente, o trabalho voluntário é visto como um pleno exercício de cidadania e está mais organizado, responsável e reconhecido pela sociedade", afirma Maria Lúcia (coordenadora geral do "Faça Parte", instituição fundada pela necessidade de uma mobilização mais aguerrida no Ano Internacional do Voluntariado), que vê na mídia um importante aliado na difusão dessa nova consciência solidária entre as pessoas.

Em 2001, o Ano Internacional do Voluntariado, uma pesquisa realizada pelo Data Folha* revelava que: (41%) dos brasileiros se diziam muito dispostos a trabalhar como voluntário. No entanto, essa vontade ainda não se refletia em ação efetiva. Dados (2001) do IBOPE** mostravam que apenas (10%) da população brasileira estava, envolvida com alguma instituição ou trabalho voluntário. Pela pesquisa, as pessoas que abraçavam as causas sociais eram as mais velhas: (44%) dos voluntários tinham entre 40 anos ou mais, e eram da classe média: (36%) eram da Classe B.

Em 2001, o Data Folha entrevistou 2.830 pessoas em 127 municípios do país sobre trabalho voluntário. De acordo com as informações apuradas, (70%) dos entrevistados que trabalham voluntariamente em alguma campanha ou instituição acreditam muito nas organizações que utilizam voluntários. Entre as pessoas que não atuam como voluntários, (51%) partilham a mesma opinião.

A pesquisa também aponta que os brasileiros depositam mais confiança em iniciativas envolvendo trabalho voluntário promovido por igrejas (59%) do que naquelas patrocinadas por empresas (32%) ou pelo governo (26%) e que (69%) dos entrevistados acreditam fazer menos do que poderiam para ajudar.

O IBOPE também realizou uma pesquisa sobre voluntariado no mesmo período e informa que, das nove capitais onde foram feitas as entrevistas, 1 milhão e 398 mil pessoas participam ou já participaram voluntariamente em alguma instituição ou campanha e (71%) dessas pessoas vivem em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Do total de entrevistados, (49%) acreditam que trabalhar como voluntário traz mais benefícios à sociedade do que fazer doações, opinião compartilhada por (27%) dessas pessoas.

Confira os principais resultados do levantamento:

*Pesquisa Data Folha: Levantamento por amostragem estratificada por sexo e idade com sorteio aleatório dos entrevistados. Foram entrevistadas 2830 pessoas em 127 municípios de todas as unidades da Federação. A pesquisa foi realizada no dia 18 de setembro de 2001 e como de praxe apresentava margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos dentro de um intervalo de confiança de 95%.
**Pesquisa IBOPE: Levantamento que ouviu 7700 pessoas em nove municípios com idade acima de 10 anos e características representativas da população (nível de confiança de 95%). Coleta efetuada de 3 a 9 de agosto de 2001.


SOBRE VOLUNTARIADO

Voluntariado é uma relação humana, rica e solidária.

Não é uma atividade fria, racional e impessoal. É relação de pessoa a pessoa, oportunidade de se fazer amigos, viver novas experiências, conhecer outras realidades.

Trabalho voluntário é uma via de mão dupla.

O voluntário doa sua energia e criatividade, mas ganha em troca contato humano, convivência com pessoas diferentes, oportunidade de aprender coisas novas, satisfação de se sentir útil.

Voluntariado é escolha.

Não há hierarquia de prioridades. As formas de ação são tão variadas quanto as necessidades da comunidade e a criatividade do voluntário.

Cada um é voluntário a seu modo.

Não há fórmulas nem modelos a serem seguidos. Alguns voluntários são capazes, por si mesmos, de olhar em volta, arregaçar as mangas e agir. Outros preferem atuar em grupo, juntando os vizinhos, amigos ou colegas de trabalho. Por vezes é uma instituição inteira que se mobiliza, seja ela uma entidade beneficente, um clube de serviços, uma igreja ou uma empresa.

Voluntariado é compromisso.

Cada um contribui na medida de suas possibilidades, mas cada compromisso assumido é para ser cumprido. Uns têm mais tempo livre, outros só dispõem de algumas poucas horas por semana. Alguns sabem exatamente onde ou com quem querem trabalhar. Outros estão prontos a ajudar no que for preciso, onde a necessidade é mais urgente.
A ação voluntária contribui para ajudar pessoas em dificuldade, resolver problemas, melhorar a qualidade de vida da comunidade.

Voluntariado é uma ferramenta de inclusão social.

Todos têm o direito de serem voluntários. As energias, recursos e competências de crianças, jovens, pessoas portadoras de deficiência, idosos e aposentados podem e devem ser mobilizadas.

Voluntariado é um hábito do coração e uma virtude cívica.
É algo que vem de dentro da gente e faz bem aos outros. No voluntariado todos ganham: o voluntário, aquele com quem o voluntário trabalha, a comunidade.

QUEM É VOLUNTÁRIO

O trabalho voluntário não é algo que fazemos por imposição de alguém. É um compromisso livremente assumido. É claro que, ao doar, também esperamos receber: o que eu faço por você hoje, espero que você faça por mim amanhã, se necessário.

Ao doar sua energia e sua generosidade, o voluntário está respondendo a um impulso humano básico: o desejo de ajudar, de colaborar, de compartir alegrias, de aliviar sofrimentos, de melhorar a qualidade da vida em comum. Compaixão e solidariedade, altruísmo e responsabilidade são sentimentos profundamente humanos e são também virtudes cívicas.

Ao nos preocuparmos com a sorte dos outros, ao nos mobilizarmos por causas de interesse social e comunitário, estabelecemos laços de solidariedade e confiança mútua que nos protegem a todos em tempos de crise, que tornam a sociedade mais unida e fazem de cada um de nós um ser humano melhor.

DEPOIMENTOS

"Ao assumir o cargo, o prefeito chamou um assessor e determinou: "Nossa meta é acabar com a sujeira". Depois de alguns dias, o assessor disse que era impossível. Quando terminava de limpar um bairro e iniciava o trabalho em outro, o primeiro já estava sujo novamente.

O prefeito demitiu o assessor, contratou outro. Vários passaram pelo cargo sem sucesso. Alegavam que a população não cuidava da cidade. O prefeito não desistiu.

Até que surgiu um assessor que afirmou: "Sei como, em meia hora, podemos limpar tudo. Porém, para conservar a cidade limpa, levaremos mais tempo". O prefeito perguntou: "Como você fará isso?" O assessor respondeu: "É simples. Basta que cada morador limpe, diariamente, a frente de sua casa."

O prefeito vibrou. Só não entendeu por que a cidade voltaria a ficar suja. O assessor explicou: "Só quando cada um perceber que, ao limpar a frente de sua casa, está limpando a cidade inteira. Quando cada um souber que, fazendo sua parte, todos viveremos em um mundo melhor".

de MILÚ VILLELA
Presidente do Museu de Arte Moderna de São Paulo,
do Centro de Voluntariado de São Paulo, da Associação Comunitária Despertar
e do Comitê Brasileiro do Ano Internacional do Voluntário.

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"O trabalho voluntário não é simplesmente uma doação. É uma troca produtiva entre quem deseja construir uma sociedade mais justa e equilibrada. É exercício de responsabilidade social e cidadania, em que cada um faz sua parte e, assim, garante o êxito de todos."

de MILÚ VILLELA
Presidente do Museu de Arte Moderna de São Paulo,
do Centro de Voluntariado de São Paulo, da Associação Comunitária Despertar
e do Comitê Brasileiro do Ano Internacional do Voluntário.

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"O voluntariado, que nasce do encontro da solidariedade com a cidadania, deve ser parte de um esforço nacional de combate à exclusão social. Os voluntários não vão substituir políticas públicas, nem o trabalho remunerado, nem iniciativas de empresas que têm compromisso social. Vão complementar e aperfeiçoar. Da mesma forma, a pobreza não é o único alvo do trabalho voluntário, já que a exclusão se manifesta de várias formas. Por suas características, a atividade voluntária produz excelentes resultados no apoio a setores da sociedade que necessitam de atenção especial, como idosos ou portadores de deficiências. É a ação voluntária que abre a esses grupos a participação social que na maioria das vezes lhes é negada."

de Ruth Cardoso
Presidente do Comunitas
Jornal do Brasil - 26.04.2001

LIVROS SOBRE VOLUNTARIADO

CORULLÓN, M. B. G.; FILHO, B. M. Voluntariado na Empresa Gestão eficiente da participação cidadã. São Paulo: Peirópolis, 2002.

DOHME, V. Voluntariado equipes produtivas: como liderar ou fazer parte de uma delas. São Paulo: Mackenzie, 2001.

DOMENEGHETTI, Ana Maria. Voluntariado: gestão do trabalho voluntário em organizações sem fins lucrativos. São Paulo: Esfera, 2001.

PEREZ, C.; JUNQUEIRA, L. P. (orgs.). Voluntariado e a gestão das políticas sociais. São Paulo: Futura, 2002.

LANDIM, L.; SCALON, M. C. Doações e trabalho voluntário no Brasil – uma pesquisa. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2000.

ONDE AGIR

Nos bairros e nas comunidades populares (ajuda mútua);
Nos hospitais e outras organizações sociais que trabalham na área da saúde;
Nas organizações sociais e programas de melhoria da educação;
Nas organizações sociais de atendimento a crianças;
Nas organizações sociais voltados para as pessoas portadoras de necessidades especiais;
Nas organizações sociais e programas que trabalham com pessoas da terceira idade;
Nos grupos e organizações sociais de atendimento à jovens;
Nos grupos e organizações de defesa e preservação do meio ambiente;
Nos grupos e organizações de defesa de direitos;
Nos grupos e movimentos de luta contra a violência às crianças, mulheres, idosos, etc;
Nos grupos e movimentos de luta contra a disseminação da AIDS;
Nos grupos e movimentos de solidariedade e apoio aos portadores da AIDS e seus familiares;
Nos grupos e movimentos de apoio e solidariedade aos doentes com câncer e seus familiares;
Nos grupos e associações culturais e de defesa do patrimônio;
Nas igrejas
Em programas promovidos por empresas
Nas comunidades de origem
Nas associações profissionais
Nas instituições e programas de melhoria da educação
Nos grupos e organizações de defesa de direitos
Nos clubes e associações esportivas
Nos grupos e associações culturais e de defesa do patrimônio
Nos movimentos de luta contra a pobreza
Em iniciativas de ajuda mútua e prestação de serviço através da internet
Em programas promovidos por órgãos governamentais nos níveis federal, estadual e municipal
Nos grupo e movimentos de educação do trânsito.

mackenzie / setor3

Resultado da pesquisa feita pelo Data Folha em 2001

Trabalho voluntário

Metade (51%) dos brasileiros afirma que acredita muito nas entidades que utilizam o serviço de voluntários. Dizem acreditar um pouco nessas entidades (38%). Não acreditam nessas instituições (5%), taxa similar à dos que não souberam responder (6%).

Entre os que participam atualmente de alguma instituição ou campanha chega a 70% a taxa dos que dizem acreditar muito nessas entidades. Essa opinião também fica acima da média entre os espíritas (68%), os que têm nível superior de escolaridade (63%), têm renda familiar mensal superior a 20 salários mínimos (62%), pertencem às classes A e B (60%) e têm entre 16 e 24 anos (56%). Entre os espíritas, chega a 68% a taxa dos que dizem acreditar muito nessas entidades.

Os brasileiros depositam maior confiança em iniciativas envolvendo trabalho voluntário promovido por igrejas do que naquelas patrocinadas por empresas ou pelo governo.

A maioria (59%) diz confiar muito em projetos de trabalho voluntário promovido por igrejas. Além disso, um terço (30%), diz confiar um pouco nas iniciativas promovidas pelas igrejas. Dizem não confiar em projetos desenvolvidos por igrejas 8%. Entre os evangélicos não pentecostais, 66% dizem confiar muito em projetos desenvolvidos por igrejas; entre os pentecostais 64% têm essa opinião. Entre os católicos, a taxa dos que dizem acreditar muito é idêntica à verificada para o total da amostra, 59%. Já entre os espíritas, a confiança no trabalho voluntário promovido pelas igrejas é menor: 44% dizem confiar muito, 40% confiam um pouco e 14% (taxa seis pontos acima da média) dizem não confiar.

Em relação a projetos de trabalho voluntário promovidos por empresas, 32% afirmam confiar muito e 47% um pouco; 15% dizem não confiar. Já no que diz respeito a trabalho voluntário promovido pelo governo, 26% afirmam confiar muito e 47% um pouco. Dizem não confiar 22%.

Maioria acha que brasileiros fazem menos do que deveriam

A maioria (69%) dos entrevistados acha que os brasileiros, de uma maneira geral, fazem menos do que deveriam para ajudar os que precisam. Para 14% a população brasileira faz o que deveria para ajudar os necessitados - taxa idêntica à dos que dizem que os brasileiros fazem mais do que deveriam para ajudar os que precisam.

Entre os que participam de instituições ou campanhas que promovem trabalho voluntário atualmente, 54% afirmam que fazem menos do que deveriam para ajudar os que precisam, 38% dizem que fazem o que deveriam e 8% (cinco pontos percentuais abaixo da média) que fazem mais do que deveriam.

Quando indagados sobre si próprios, 52% dizem que fazem menos do que deveriam para ajudar os que precisam, 33% dizem que fazem o que deveriam e 13% acham que fazem mais do que deveriam pelos necessitados.

A maioria dos brasileiros afirma estar disposta a trabalhar como voluntário, fazer doações em dinheiro ou de outro tipo. Do total de entrevistados, 41% se dizem muito e 34% um pouco dispostos a trabalhar como voluntários. São 21% os que se dizem nada dispostos a isso.

O percentual de entrevistados que se dizem muito dispostos a trabalhar como voluntário chega a (73%) entre os que atualmente já participam de entidades que promovem esse tipo de atividade é de (58%) entre os que já participaram mas não participaram mais. Essa opinião também é verificada com maior frequência entre os espíritas (58%), os que têm nível superior de escolaridade (51%), pertencem às classes A e B (47%) e têm 16 e 24 anos de idade (45%).

Os brasileiros que se dizem nada dispostos a trabalhar como voluntário são, especialmente os que têm 60 anos ou mais (44% deles) e pertencem às classes D ou E (25%), moram na região Nordeste e têm renda familiar superior a 20 salários mínimos mensais (24% em cada segmento).

Afirmam que estariam muito dispostos a doar coisas (44%), enquanto (41%) se dizem um pouco dispostos a isso. Não estariam dispostos a contribuir com doações (12%).

A disposição para doar coisas é maior entre os espíritas (69%), entre os brasileiros com renda familiar mensal entre 10 e 20 (62%) e superior a 20 salários mínimos (60%), aqueles com nível superior de escolaridade (55%), na faixa dos 16 a 24 anos (53%) e as mulheres (48%). Fazer doações em dinheiro é a hipótese que encontra maior resistência: (40%) se dizem nada dispostos a contribuir dessa maneira. Se declaram um pouco dispostos (39%), e muito dispostos (17%) dos entrevistados.

Afirmam com maior frequência que estariam muito dispostos a fazer doações em dinheiro especialmente os moradores da região Nordeste (23%), aqueles com idade entre 16 e 24 anos, os evangélicos pentecostais (22% em cada segmento) e os não pentecostais (20%).

Indagados sobre o que acham mais importante, doar coisas, fazer doações em dinheiro ou trabalhar como voluntário, a maioria (60%) optou pelo trabalho voluntário. Percentual semelhante (58%) diz que doar coisas ou dinheiro não substitui o trabalho voluntário.

Cerca de um terço (28%) acha que doar coisas é a mais importante das três possibilidades e (8%) preferem fazer doações em dinheiro.

Para (33%) doar coisas ou dinheiro substitui o trabalho voluntário.

Os entrevistados foram solicitados a demonstrar seu grau de concordância com algumas frases relacionadas ao trabalho voluntário. A maioria discorda totalmente das idéias de que só os ricos deveriam trabalhar como voluntários ((58%) discordam totalmente e (20%) discordam em parte), de que o trabalho voluntário é para quem não tem nada importante para fazer ((57%) discordam totalmente e (15%) em parte) e de as pessoas não devem fazer trabalho voluntário para ajudar os que precisam, pois isso é uma obrigação do governo (51% discordam totalmente e 18% discordam em parte).

Metodologia

A pesquisa do Datafolha é um levantamento por amostragem estratificada por sexo e idade com sorteio aleatório dos entrevistados. O conjunto da população acima de 16 anos do país é tomada como universo da pesquisa e dividido em quatro sub-universos que representam as regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Norte/Centro-Oeste.

Em cada sub-universo os municípios são agrupados de acordo com a localização e o nível sócio-econômico. Dentro de cada grupo são sorteados municípios estratificados pelo porte correspondente. Através de um processo de sorteios sucessivos, chega-se ao bairro, a rua e ao indivíduo.

Desta forma a pesquisa fornece resultado para o Brasil, regiões, porte e natureza dos municípios que podem ser generalizados dentro de certos limites estatísticos.

Nesse levantamento realizado no dia 18 de setembro de 2001, foram entrevistadas 2830 pessoas em 127 municípios de todas as unidades da Federação. A margem de erro decorrente desse processo de amostragem é de 2 pontos percentuais (para mais ou para menos dentro de um intervalo de confiança de 95%. Isto significa que se fossem realizados 100 levantamentos com a mesma metodologia, em 95 os resultados estariam dentro da margem de erro prevista.

Essa pesquisa é uma realização da Gerência de Pesquisas de Opinião do Datafolha.

São Paulo, 8 de outubro de 2001. 

Comentarios (3)Add Comment
Annelise e Las
escrito por Visitante, 2005-06-08 10:04:04
Passamos por aqui por que estamos fazendo um trabalho, sobre o Trabalho Voluntario, e queriamos dizer que adoramos o site de voces!!!
Quero participr de um grupo de voluntari
escrito por Visitante, 2005-06-24 16:54:14
tomei a decisão de participar de um grupo de voluntariados na minha cidade, só que não conheço ninguém que faz parte de um grupo Moro em Contagem/MG por acaso vocês conhcem um grupo ou alúém que particpa para poder ingressar e poder ser efetiva.
Parabns!
escrito por Visitante, 2005-08-21 19:54:23
Olá, me chamo Julia Schiavo. Queria lhes desejar parabéns pelo site!
Estes dados ajudaram bastante na minha pesquisa.
Obrigada!

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