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"DATAFOLHA: 41% dos brasileiros se manifestaram
muito dispostos a trabalhar como voluntário. Mas dados do IBOPE
mostrou que apenas 10% da população brasileira estava, de fato,
envolvida com alguma instituição ou trabalho voluntário".
Há cerca de 10 anos o voluntariado
nacional, era tipicamente feminino e fundamentado na idéia
simplista da caridade e da boa ação, mas esse quadro já foi
alterado. "Atualmente, o trabalho voluntário é visto
como um pleno exercício de cidadania e está mais organizado,
responsável e reconhecido pela sociedade", afirma
Maria Lúcia (coordenadora geral do "Faça Parte",
instituição fundada pela necessidade de uma mobilização mais
aguerrida no Ano Internacional do Voluntariado), que vê na
mídia um importante aliado na difusão dessa nova consciência
solidária entre as pessoas.
Em 2001, o Ano Internacional do
Voluntariado, uma pesquisa realizada pelo Data Folha* revelava
que: (41%) dos brasileiros se diziam muito dispostos a trabalhar
como voluntário. No entanto, essa vontade ainda não se refletia
em ação efetiva. Dados (2001) do IBOPE** mostravam que apenas
(10%) da população brasileira estava, envolvida com alguma
instituição ou trabalho voluntário. Pela pesquisa, as pessoas
que abraçavam as causas sociais eram as mais velhas: (44%) dos
voluntários tinham entre 40 anos ou mais, e eram da classe
média: (36%) eram da Classe B.
Em 2001, o Data Folha entrevistou 2.830
pessoas em 127 municípios do país sobre trabalho voluntário.
De acordo com as informações apuradas, (70%) dos entrevistados
que trabalham voluntariamente em alguma campanha ou instituição
acreditam muito nas organizações que utilizam voluntários.
Entre as pessoas que não atuam como voluntários, (51%)
partilham a mesma opinião.
A pesquisa também aponta que os brasileiros
depositam mais confiança em iniciativas envolvendo trabalho
voluntário promovido por igrejas (59%) do que naquelas
patrocinadas por empresas (32%) ou pelo governo (26%) e que (69%)
dos entrevistados acreditam fazer menos do que poderiam para
ajudar.
O IBOPE também realizou uma pesquisa sobre
voluntariado no mesmo período e informa que, das nove capitais
onde foram feitas as entrevistas, 1 milhão e 398 mil pessoas
participam ou já participaram voluntariamente em alguma
instituição ou campanha e (71%) dessas pessoas vivem em São
Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Do total de
entrevistados, (49%) acreditam que trabalhar como voluntário
traz mais benefícios à sociedade do que fazer doações,
opinião compartilhada por (27%) dessas pessoas.
Confira os principais resultados do
levantamento:

*Pesquisa Data Folha: Levantamento por
amostragem estratificada por sexo e idade com sorteio aleatório
dos entrevistados. Foram entrevistadas 2830 pessoas em 127 municípios
de todas as unidades da Federação. A pesquisa foi realizada no
dia 18 de setembro de 2001 e como de praxe apresentava margem de
erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos dentro de um
intervalo de confiança de 95%.
**Pesquisa IBOPE: Levantamento que ouviu 7700 pessoas em nove
municípios com idade acima de 10 anos e características
representativas da população (nível de confiança de 95%).
Coleta efetuada de 3 a 9 de agosto de 2001.
SOBRE VOLUNTARIADO
Voluntariado é uma relação humana, rica e solidária.
Não é uma atividade fria, racional e impessoal. É relação de
pessoa a pessoa, oportunidade de se fazer amigos, viver novas
experiências, conhecer outras realidades.
Trabalho voluntário é uma via de mão dupla.
O voluntário doa sua energia e criatividade, mas ganha em troca
contato humano, convivência com pessoas diferentes, oportunidade
de aprender coisas novas, satisfação de se sentir útil.
Voluntariado é escolha.
Não há hierarquia de prioridades. As formas de ação são tão
variadas quanto as necessidades da comunidade e a criatividade do
voluntário.
Cada um é voluntário a seu modo.
Não há fórmulas nem modelos a serem seguidos. Alguns
voluntários são capazes, por si mesmos, de olhar em volta,
arregaçar as mangas e agir. Outros preferem atuar em grupo,
juntando os vizinhos, amigos ou colegas de trabalho. Por vezes é
uma instituição inteira que se mobiliza, seja ela uma entidade
beneficente, um clube de serviços, uma igreja ou uma empresa.
Voluntariado é compromisso.
Cada um contribui na medida de suas possibilidades, mas cada
compromisso assumido é para ser cumprido. Uns têm mais tempo
livre, outros só dispõem de algumas poucas horas por semana.
Alguns sabem exatamente onde ou com quem querem trabalhar. Outros
estão prontos a ajudar no que for preciso, onde a necessidade é
mais urgente.
A ação voluntária contribui para ajudar pessoas em
dificuldade, resolver problemas, melhorar a qualidade de vida da
comunidade.
Voluntariado é uma ferramenta de inclusão social.
Todos têm o direito de serem voluntários. As energias, recursos
e competências de crianças, jovens, pessoas portadoras de
deficiência, idosos e aposentados podem e devem ser mobilizadas.
Voluntariado é um hábito do coração e uma virtude cívica.
É algo que vem de dentro da gente e faz bem aos outros. No
voluntariado todos ganham: o voluntário, aquele com quem o
voluntário trabalha, a comunidade.
QUEM É VOLUNTÁRIO
O trabalho voluntário não é algo que fazemos por imposição
de alguém. É um compromisso livremente assumido. É claro que,
ao doar, também esperamos receber: o que eu faço por você
hoje, espero que você faça por mim amanhã, se necessário.
Ao doar sua energia e sua generosidade, o voluntário está
respondendo a um impulso humano básico: o desejo de ajudar, de
colaborar, de compartir alegrias, de aliviar sofrimentos, de
melhorar a qualidade da vida em comum. Compaixão e
solidariedade, altruísmo e responsabilidade são sentimentos
profundamente humanos e são também virtudes cívicas.
Ao nos preocuparmos com a sorte dos outros, ao nos mobilizarmos
por causas de interesse social e comunitário, estabelecemos
laços de solidariedade e confiança mútua que nos protegem a
todos em tempos de crise, que tornam a sociedade mais unida e
fazem de cada um de nós um ser humano melhor.
DEPOIMENTOS
"Ao assumir o cargo, o prefeito
chamou um assessor e determinou: "Nossa meta é acabar com a
sujeira". Depois de alguns dias, o assessor disse que era
impossível. Quando terminava de limpar um bairro e iniciava o
trabalho em outro, o primeiro já estava sujo novamente.
O prefeito demitiu o assessor, contratou
outro. Vários passaram pelo cargo sem sucesso. Alegavam que a
população não cuidava da cidade. O prefeito não desistiu.
Até que surgiu um assessor que afirmou: "Sei
como, em meia hora, podemos limpar tudo. Porém, para conservar a
cidade limpa, levaremos mais tempo". O prefeito perguntou:
"Como você fará isso?" O assessor respondeu: "É
simples. Basta que cada morador limpe, diariamente, a frente de
sua casa."
O prefeito vibrou. Só não entendeu por que a cidade
voltaria a ficar suja. O assessor explicou: "Só quando cada
um perceber que, ao limpar a frente de sua casa, está limpando a
cidade inteira. Quando cada um souber que, fazendo sua parte,
todos viveremos em um mundo melhor".
de MILÚ VILLELA
Presidente do Museu de Arte Moderna de São Paulo,
do Centro de Voluntariado de São Paulo, da Associação
Comunitária Despertar
e do Comitê Brasileiro do Ano Internacional do Voluntário.
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"O trabalho voluntário não é simplesmente uma
doação. É uma troca produtiva entre quem deseja construir uma
sociedade mais justa e equilibrada. É exercício de
responsabilidade social e cidadania, em que cada um faz sua parte
e, assim, garante o êxito de todos."
de MILÚ VILLELA
Presidente do Museu de Arte Moderna de São Paulo,
do Centro de Voluntariado de São Paulo, da Associação
Comunitária Despertar
e do Comitê Brasileiro do Ano Internacional do Voluntário.
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"O voluntariado, que nasce do
encontro da solidariedade com a cidadania, deve ser parte de um
esforço nacional de combate à exclusão social. Os voluntários
não vão substituir políticas públicas, nem o trabalho
remunerado, nem iniciativas de empresas que têm compromisso
social. Vão complementar e aperfeiçoar. Da mesma forma, a
pobreza não é o único alvo do trabalho voluntário, já que a
exclusão se manifesta de várias formas. Por suas
características, a atividade voluntária produz excelentes
resultados no apoio a setores da sociedade que necessitam de
atenção especial, como idosos ou portadores de deficiências.
É a ação voluntária que abre a esses grupos a participação
social que na maioria das vezes lhes é negada."
de Ruth Cardoso
Presidente do Comunitas
Jornal do Brasil - 26.04.2001
LIVROS SOBRE VOLUNTARIADO
CORULLÓN, M. B. G.; FILHO, B. M.
Voluntariado na Empresa Gestão eficiente da participação
cidadã. São Paulo: Peirópolis, 2002.
DOHME, V. Voluntariado equipes produtivas: como liderar ou fazer
parte de uma delas. São Paulo: Mackenzie, 2001.
DOMENEGHETTI, Ana Maria. Voluntariado: gestão do trabalho
voluntário em organizações sem fins lucrativos. São Paulo:
Esfera, 2001.
PEREZ, C.; JUNQUEIRA, L. P. (orgs.). Voluntariado e a gestão das
políticas sociais. São Paulo: Futura, 2002.
LANDIM, L.; SCALON, M. C. Doações e trabalho voluntário no
Brasil uma pesquisa. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2000.
ONDE AGIR
Nos bairros e nas comunidades populares
(ajuda mútua);
Nos hospitais e outras organizações sociais que trabalham na
área da saúde;
Nas organizações sociais e programas de melhoria da educação;
Nas organizações sociais de atendimento a crianças;
Nas organizações sociais voltados para as pessoas portadoras de
necessidades especiais;
Nas organizações sociais e programas que trabalham com pessoas
da terceira idade;
Nos grupos e organizações sociais de atendimento à jovens;
Nos grupos e organizações de defesa e preservação do meio
ambiente;
Nos grupos e organizações de defesa de direitos;
Nos grupos e movimentos de luta contra a violência às
crianças, mulheres, idosos, etc;
Nos grupos e movimentos de luta contra a disseminação da AIDS;
Nos grupos e movimentos de solidariedade e apoio aos portadores
da AIDS e seus familiares;
Nos grupos e movimentos de apoio e solidariedade aos doentes com
câncer e seus familiares;
Nos grupos e associações culturais e de defesa do patrimônio;
Nas igrejas
Em programas promovidos por empresas
Nas comunidades de origem
Nas associações profissionais
Nas instituições e programas de melhoria da educação
Nos grupos e organizações de defesa de direitos
Nos clubes e associações esportivas
Nos grupos e associações culturais e de defesa do patrimônio
Nos movimentos de luta contra a pobreza
Em iniciativas de ajuda mútua e prestação de serviço através
da internet
Em programas promovidos por órgãos governamentais nos níveis
federal, estadual e municipal
Nos grupo e movimentos de educação do trânsito.
mackenzie / setor3
Resultado da pesquisa feita pelo
Data Folha em 2001
Trabalho voluntário
Metade (51%) dos brasileiros afirma que
acredita muito nas entidades que utilizam o serviço de
voluntários. Dizem acreditar um pouco nessas entidades (38%).
Não acreditam nessas instituições (5%), taxa similar à dos
que não souberam responder (6%).
Entre os que participam atualmente de alguma
instituição ou campanha chega a 70% a taxa dos que dizem
acreditar muito nessas entidades. Essa opinião também fica
acima da média entre os espíritas (68%), os que têm nível
superior de escolaridade (63%), têm renda familiar mensal
superior a 20 salários mínimos (62%), pertencem às classes A e
B (60%) e têm entre 16 e 24 anos (56%). Entre os espíritas,
chega a 68% a taxa dos que dizem acreditar muito nessas entidades.
Os brasileiros depositam maior confiança em
iniciativas envolvendo trabalho voluntário promovido por igrejas
do que naquelas patrocinadas por empresas ou pelo governo.
A maioria (59%) diz confiar muito em projetos de trabalho
voluntário promovido por igrejas. Além disso, um terço (30%),
diz confiar um pouco nas iniciativas promovidas pelas igrejas.
Dizem não confiar em projetos desenvolvidos por igrejas 8%.
Entre os evangélicos não pentecostais, 66% dizem confiar muito
em projetos desenvolvidos por igrejas; entre os pentecostais 64%
têm essa opinião. Entre os católicos, a taxa dos que dizem
acreditar muito é idêntica à verificada para o total da
amostra, 59%. Já entre os espíritas, a confiança no trabalho
voluntário promovido pelas igrejas é menor: 44% dizem confiar
muito, 40% confiam um pouco e 14% (taxa seis pontos acima da
média) dizem não confiar.
Em relação a projetos de trabalho voluntário promovidos por
empresas, 32% afirmam confiar muito e 47% um pouco; 15% dizem
não confiar. Já no que diz respeito a trabalho voluntário
promovido pelo governo, 26% afirmam confiar muito e 47% um pouco.
Dizem não confiar 22%.
Maioria acha que brasileiros fazem menos
do que deveriam
A maioria (69%) dos entrevistados acha que
os brasileiros, de uma maneira geral, fazem menos do que deveriam
para ajudar os que precisam. Para 14% a população brasileira
faz o que deveria para ajudar os necessitados - taxa idêntica à
dos que dizem que os brasileiros fazem mais do que deveriam para
ajudar os que precisam.
Entre os que participam de instituições ou campanhas que
promovem trabalho voluntário atualmente, 54% afirmam que fazem
menos do que deveriam para ajudar os que precisam, 38% dizem que
fazem o que deveriam e 8% (cinco pontos percentuais abaixo da
média) que fazem mais do que deveriam.
Quando indagados sobre si próprios, 52% dizem que fazem menos do
que deveriam para ajudar os que precisam, 33% dizem que fazem o
que deveriam e 13% acham que fazem mais do que deveriam pelos
necessitados.
A maioria dos brasileiros afirma estar disposta a trabalhar como
voluntário, fazer doações em dinheiro ou de outro tipo. Do
total de entrevistados, 41% se dizem muito e 34% um pouco
dispostos a trabalhar como voluntários. São 21% os que se dizem
nada dispostos a isso.
O percentual de entrevistados que se dizem muito dispostos a
trabalhar como voluntário chega a (73%) entre os que atualmente
já participam de entidades que promovem esse tipo de atividade
é de (58%) entre os que já participaram mas não participaram
mais. Essa opinião também é verificada com maior frequência
entre os espíritas (58%), os que têm nível superior de
escolaridade (51%), pertencem às classes A e B (47%) e têm 16 e
24 anos de idade (45%).
Os brasileiros que se dizem nada dispostos a trabalhar como
voluntário são, especialmente os que têm 60 anos ou mais (44%
deles) e pertencem às classes D ou E (25%), moram na região
Nordeste e têm renda familiar superior a 20 salários mínimos
mensais (24% em cada segmento).
Afirmam que estariam muito dispostos a doar
coisas (44%), enquanto (41%) se dizem um pouco dispostos a isso.
Não estariam dispostos a contribuir com doações (12%).
A disposição para doar coisas é maior entre os espíritas
(69%), entre os brasileiros com renda familiar mensal entre 10 e
20 (62%) e superior a 20 salários mínimos (60%), aqueles com
nível superior de escolaridade (55%), na faixa dos 16 a 24 anos
(53%) e as mulheres (48%). Fazer doações em dinheiro é a
hipótese que encontra maior resistência: (40%) se dizem nada
dispostos a contribuir dessa maneira. Se declaram um pouco
dispostos (39%), e muito dispostos (17%) dos entrevistados.
Afirmam com maior frequência que estariam muito dispostos a
fazer doações em dinheiro especialmente os moradores da região
Nordeste (23%), aqueles com idade entre 16 e 24 anos, os
evangélicos pentecostais (22% em cada segmento) e os não
pentecostais (20%).
Indagados sobre o que acham mais importante, doar coisas, fazer
doações em dinheiro ou trabalhar como voluntário, a maioria
(60%) optou pelo trabalho voluntário. Percentual semelhante
(58%) diz que doar coisas ou dinheiro não substitui o trabalho
voluntário.
Cerca de um terço (28%) acha que doar coisas é a mais
importante das três possibilidades e (8%) preferem fazer
doações em dinheiro.
Para (33%) doar coisas ou dinheiro substitui o trabalho
voluntário.
Os entrevistados foram solicitados a
demonstrar seu grau de concordância com algumas frases
relacionadas ao trabalho voluntário. A maioria discorda
totalmente das idéias de que só os ricos deveriam trabalhar
como voluntários ((58%) discordam totalmente e (20%) discordam
em parte), de que o trabalho voluntário é para quem não tem
nada importante para fazer ((57%) discordam totalmente e (15%) em
parte) e de as pessoas não devem fazer trabalho voluntário para
ajudar os que precisam, pois isso é uma obrigação do governo
(51% discordam totalmente e 18% discordam em parte).
Metodologia
A pesquisa do Datafolha é um levantamento por amostragem
estratificada por sexo e idade com sorteio aleatório dos
entrevistados. O conjunto da população acima de 16 anos do
país é tomada como universo da pesquisa e dividido em quatro
sub-universos que representam as regiões Sul, Sudeste, Nordeste
e Norte/Centro-Oeste.
Em cada sub-universo os municípios são agrupados de acordo com
a localização e o nível sócio-econômico. Dentro de cada
grupo são sorteados municípios estratificados pelo porte
correspondente. Através de um processo de sorteios sucessivos,
chega-se ao bairro, a rua e ao indivíduo.
Desta forma a pesquisa fornece resultado para o Brasil, regiões,
porte e natureza dos municípios que podem ser generalizados
dentro de certos limites estatísticos.
Nesse levantamento realizado no dia 18 de setembro de 2001, foram
entrevistadas 2830 pessoas em 127 municípios de todas as
unidades da Federação. A margem de erro decorrente desse
processo de amostragem é de 2 pontos percentuais (para mais ou
para menos dentro de um intervalo de confiança de 95%. Isto
significa que se fossem realizados 100 levantamentos com a mesma
metodologia, em 95 os resultados estariam dentro da margem de
erro prevista.
Essa pesquisa é uma realização da Gerência de Pesquisas de
Opinião do Datafolha.
São Paulo, 8 de outubro de 2001.
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