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Escrito por Joaquim Ferreira dos Santos   
Tuesday, 12 October 2004

"Se todo brasileiro mantivesse as mãos, com unhas esmaltadas ou não, longe do bolso alheio, teríamos começado a entender o espírito da coisa elegante". Joaquim Ferreira dos Santos. "Todo mundo compra "Chic". Ninguém pratica", diz.

Gloria Kalil parece uma pessoa naturalmente chique, dessas que não precisam comprar livros sobre o que "é sê-lo" - ela escreve os livros.

Dita as regras do chiquismo. Já vendeu mais de 400 mil exemplares de suas lições. São pílulas, alcachofras de sabedoria. Tentam ensinar desde a maneira correta de se relacionar com os talheres ao volume certo de silicone com que a celebridade deve encher os peitos para não passar do ponto e, ao invés de gostosa, ficar gordosa .É ciência em mutação.

O ser-chique feminino já foi prestar atenção para não relaxar e sentar de perna aberta. Complicou.

Hoje há mulheres que até se apresentam assim e ficam o fino. Glorinha traça com equilíbrio os limites deste novo bom gosto. Esqueceu apenas de dizer, tão Brasil, que uma pessoa realmente chique não compra livros ensinando como ficar.

Eu, que de chique sei apenas o que aprendi no balcão do armazém do meu pai, pesando o arroz sem botar os dedos no prato da balança, tenho claro que o problema do Social Chique Nacional, o SNC, passa longe da melhor cor para as meias num mocassim. Recomendo que Glorinha faça um adendo na próxima edição.

Se todo brasileiro mantivesse as mãos, com unhas esmaltadas ou não, longe do bolso alheio, teríamos começado a entender o espírito da coisa elegante.

Estaríamos liberados, pelo FMI, pela Danuza Leão, o Julinho Rego e outros arautos do comportamento na cama, na chuva, na fazenda a usar camiseta por baixo, até mesmo por cima, do paletó do smoking.

Chique, é:

  • passar pelo guarda da esquina e não piscar.
  • apertar o botão na Alfândega e não tremer.
  • ver o atorzinho da Globo furando a fila de espera no restaurante e gritar "Ei, meu chapa, qualé a tua".

Chique, seja de Vulcabrás ou Manolo Blahnik, é caminhar ético. Nada a ver com roupa, mas com a paz no rosto, no ombro mais bem colocado, delícias posturais provocadas pelo simples assinar a carteira da empregada.

Tente. Ninguém encontra a chave do chique atrás do cheque, se me permitem a chiadeira do texto micha. Glorinha precisa vender suas lições. Esconde que esse samba não se aprende na escola da moda. "É-se."

Mas abrir o jogo para quem sonha em ser bacana ao fim de 258 páginas, convenhamos, seria incompatível com o propósito de delicadeza do livro.

Vanderlei Cordeiro de Lima, o maratonista interceptado pelo maluco irlandês, nunca leu um livro desses. Ao beijar a medalha de bronze e não vibrar qualquer rancor, mostrou que chique é correr atrás e de suor limpo.

Ser-chique é a foto dos Beatles cruzando Abbey Road.

Ah, quem me dera a pose superior, o orgulho chique civil, de atravessar a Jardim Botânico sem ter que olhar em todas as direções com medo de que, entre outros perigos, alguma bicicleta venha na contramão e te beleléu. Viver com medo é brega.

Glorinha sabe que:

  • "Educação" é a verdadeira bolsa Prada dessa história.
  • Mesmo quando ensina a namorada a dar um pé na bunda, recomenda, primeiro, que "não se use" expressão vulgar como a da linha anterior, e, segundo, que a coisa seja feita sem sofrimento.
  • "Não incomode", eis o mantra suíço que atravessa as lições e que as musiquinhas nos celulares não deixam ninguém ouvir.
  • "Não pergunte" se a vizinha colocou botox nos beiços.
  • "A vida vai além" da grife na gravata.
  • "Não é" a beleza das flores. "É o que" vai escrito no cartão.
  • "Não é" a grana. "É como" ela veio parar no bolso.

O país não piora com um livro assim. Talvez fique apenas um pouco mais exótico, em tempos PTs, com a nova obsessão em não se falar de depressão na mesa de jantar nem fungar no cangote de quem está à frente na fila do banco.

Não adianta. Não temos jeito. Tiro n'água.

  • Já não palitamos os dentes, como fizemos depois de devorar o Sardinha, em compensação o filho do coronel ainda dá baforadas de havana na cara da mãe da delegada e vão todos resolver o barraco na delegacia.
  • Continuamos, como se vibrando aqueles ancestrais carnívoros do bispo português, comendo churrasco cru no Porcão de Ipanema (Rio de Janeiro). Infelizmente, não há registro de civilização regada a molho campanha.
  • Um bom começo para um país como o Brasil entrar na era do chique seria dar acesso a água e sabão para todos.
  • Orelha limpa em alguns casos faz mais bonito que um Armani de três botões. Em seguida seriam recolhidas todas as carteiras de "sabe-com-quem-está-falando", esse objeto maior, já que o Ronaldinho pegou a Cicarelli, do desejo nacional.
  • Nossos ricos com suas carteiradas são de chanchada. Compram Glorinha e, pela "altura" com que continuam conversando no Gero, deixam o livro como enfeite na mesinha de centro da mansão feng shui.
  • Não lêem, mal conseguem usar o guardanapo antes de um gole no vinho.
  • Estamos cada vez mais "grossos", descombinando sapato e cinto para chamar jornalistas de covardes, e a apenas um palmo da traseira do outro no Rebouças (São Paulo).
  • Glorinha faz o dela. Tarda, porém, o futuro em que deixaremos de tossir frenéticos e encatarrados nas noites de gala do Teatro Municipal.

Este mês, justo quando a deselegância frouxa dos prefeitáveis avança nas ruas, está sendo lançado o terceiro volume da coleção, o "Chic (érrimo)". São basicamente os mesmos toques que Glorinha deu nos livros anteriores.

  • Não adiantaram xongas. O dono daquela importante grife de roupa masculina, estava outra noite no jantar do restaurante D'Amicci, do Leme (Rio de Janeiro) - de óculos escuros, pode?
  • As madames buzinam ensandecidas na Garcia D'Ávila, algumas com o plástico "Basta!" dizendo no vidro traseiro que o problema da violência é sempre provocado pelo outro.
  • Todo mundo compra "Chic". Ninguém pratica.

Glorinha pede o simples.

  • Sabe que a sua platéia é de nível elementar, gente que compreende como aceitável respeitar as leis de trânsito atravessando de-va-gar-zi-nho o sinal vermelho depois das oito da noite.

Ela não complica.

  • Pede para não amassar papel de bala laminado no cinema.
  • Não fumar maconha na frente dos filhos.
  • Se for homem, não use colete - a não ser que você seja o próprio Zuenir Ventura.
  • Mulher, siga Coco Chanel - diante do espelho, troque na roupa tudo que saltar aos olhos.
  • O problema do Social Chique Nacional é a carência de bons exemplos.
  • Zeca Pagodinho até seria um. Depois que pegou o pacotinho da Brahma e largou a loura pobre, deixou de sê-lo.
  • Há outro caso notório de ex-elegante, mas covarde e nem um pouco entendido nas coisas do chique me calo. Afinal, e isso até o presidente Lula sabe, onde já se viu usar meia com mocassim?!!

decorpointeiro (globo)

Em seu novo livro, um manual de etiqueta, Gloria Kalil diz que:

1. Saber se vestir é bom, saber se comportar é melhor ainda.

2. Boa aparência é essencial? É, sem dúvida. Mas isso ainda não é garantia de graça ou estilo.

3. Vestir roupas e acessórios adequados pouco adianta quando se esquece o lema de Diana Vreeland (1906-1989), a lendária editora de moda das revistas americanas Harper's Bazaar e Vogue: "A única forma real de elegância que existe é a elegância da mente. Todo o resto deriva dela".

Na melhor tradição de Vreeland, a brasileira Gloria Kalil, autora de obras sobre aquela etérea mas vital forma de elegância que se revela menos pela escolha apurada do vestuário e muito mais pela escolha das atitudes.

Para ela o foco é ensinar, acima de tudo, boas maneiras nos tempos atuais.

"Passei anos convocando as pessoas a se preocupar com a aparência", diz ela. "Pois agora estou desconvocando. Parem um pouco de pensar em si mesmas e invistam mais na prática de uma convivência civilizada com as outras pessoas."

Gloria, bem-educadíssima desde criancinha, se diz impressionada com a ausência generalizada de boas maneiras.

"Chega ao ponto de, muitas vezes, a pessoa nem saber que está sendo mal-educada", diz.

Coloca no topo da lista dos maus modos o "total descaso para com o outro", reflexo em parte da intensa concentração das pessoas nelas mesmas (e aí a moda tem sua parcela de culpa no cartório) e, em parte, do incessante surge-e-some de celebridades – personagens, como se sabe, mal-educados por excelência.

Contribui muito também para a atual falta de modos a raridade das ocasiões em que pai, mãe e filhos se sentam e conversam sobre seu dia.

"A família não se senta mais à mesa para almoçar ou jantar junta. E esse costumava ser o momento não só de praticar boas maneiras nas refeições como também de contar coisas, comentar acontecimentos, falar da vida alheia, enfim, ensinar e aprender", observa.

Despreparadas para o convívio social, as pessoas, mais cedo ou mais tarde, vão sentir falta de um bom e velho conjunto de regras – nem que seja para transgredi-las com conhecimento de causa, o que é plenamente permitido.

Uma vantagem da individualidade reinante é que, de fato, as pessoas não são mais obrigadas a fazer tudo igual às outras. Mas, se decidirem não fazer, têm de saber muito bem onde estão pisando.

"Se você foi com seu jeans rasgado a um jantar formal porque quis, faz sentido. Agora, se foi de jeans porque não sabia o que queria dizer 'traje social', vai se sentir mal e fora do tom", diz Gloria em seu livro.

Conhecer as regras se torna mais útil ainda quando se sabe que, para cada transgressor seguro de si, existe uma multidão que morre de medo de cometer uma gafe.

"Estamos sempre sendo avaliados – seja por nossa aparência, seja pelo modo como nos comportamos. Por isso, o conhecimento dos códigos pode facilitar muito a vida", avisa Gloria.

Por causa da necessidade de saber se portar socialmente, executivos, donos de empresa e profissionais liberais bem-sucedidos, mas perdidos num jantar formal, estão procurando cada vez mais os cursos de etiqueta disponíveis.

"Ainda temos mais mulheres do que homens, mas o número de homens sem dúvida cresceu", confirma Janir Jurado Fraga, professora de etiqueta do Senac São Paulo.

"Hoje, dificilmente tem dondoca no curso. Os melhores alunos são as pessoas simples, que foram ascendendo na vida e precisam saber como se portar", acrescenta ela, que criou um curso só para seguranças que trabalham com políticos, altos executivos e celebridades.

Janir diz que as dúvidas mais comuns ainda envolvem a etiqueta à mesa, mas a lista é vasta e ampla.

"Ensino também como andar, como carregar a bolsa, como colocar a pasta no colo, que caneta usar, como arrumar a carteira", relata.

Na escola da chinesa Christine Yufon, veteraníssima professora de postura e apresentação pessoal em São Paulo, que cobra R$ 600 pelo curso completo (cinco aulas de duas horas por semana) e R$ 240 por aula particular, a procura por regras de etiqueta fez o número de horários disponíveis aumentar de dois, há dois anos, para cinco atualmente.

"O segredo é saber utilizar as regras com elegância, saber se portar de forma solta e comunicativa, sem ser vulgar", ensina Christine.

"Ser fino é saber usar as regras com charme e um toque pessoal."

Receber estrangeiros e ser recebido por eles é outra fonte permanente de dúvidas e gafes entre executivos.

"É fundamental tomar todas as providências para que o visitante se sinta bem. Por exemplo: muçulmanos praticantes necessitam de uma sala à parte para rezar; japoneses são formalíssimos e comparecem em grupo aos encontros. Quem recebe precisa ter essas coisas em mente", diz Paulo Striker, que, na função de diretor de logística da Sadia, empresa com negócios na América do Sul, Europa e Oriente, visita estrangeiros e é visitado por eles com freqüência.

Sendo as celebridades um fenômeno mais ou menos recente (pelo menos em quantidade) e – pior – situando-se na perigosa condição de quem tudo pode e de quem tudo se espera, o manual de etiqueta de Gloria Kalil dedica parte de suas recomendações especificamente a elas.

"Já que elas invadiram nossa vida, está na hora de propor uma etiqueta de comportamento para que esses dois mundos – o dos simples mortais e o dos famosos – possam trazer mais alegrias do que aborrecimentos para ambas as partes", explica.

Faz parte da "etiqueta do fã" a recomendação:

"Mães, não dêem corda à histeria de seus filhos em torno de celebridades".

Estas, por sua vez, até pela maior exposição, têm obrigação de respeitar os outros.

Fernanda Barbosa, assessora de eventos em São Paulo, diz que uma gafe comum dos famosos é confirmar presença em uma reunião pequena, exclusiva, e não aparecer.

"A pessoa tem lugar marcado na mesa, garante que vai, não aparece nem dá explicações. Isso não acontece em lugar nenhum do mundo. Só aqui", indigna-se (com muita razão) Fernanda.

Chic(érrimo) avisa: "O que prolonga o tempo de validade de um célebre é a contribuição que ele traz com seu trabalho, seu talento e realizações concretas. Sem essa sustentação, o mito não se segura".

Por fim, famosos ou anônimos, em se tratando de saber se comportar, Gloria observa:

"Nunca vi ninguém bem-educado ser vetado em coisa alguma".

O francês Yves Saint-Laurent, disse certa vez que:

"a moda é passageira e o estilo, eterno". Ele lembrava sempre que "ser elegante é esquecer o que se está vestindo".

No caso das boas maneiras, o ideal mesmo é nunca se esquecer de que elegância, como ensina Gloria Kalil, é estar consciente dos sentimentos dos outros.

Elegante é ver o outro:

  • Em público, procure não se olhar demais no espelho, ajeitar permanentemente a roupa, checar o tempo todo sua aparência.
  • Não estique os foras. Ninguém precisa piorar a situação espichando o assunto. Poupe o outro dessa agonia.
  • Mulher avisa mulher, homem avisa homem quando há: verde no dente, zíper da calça aberto, peito pulando fora do biquíni, falta de papel no banheiro.
  • Nunca mais na sua vida diga: "Troquei uma de 50 por duas de 25" ou "Nooossa! Como você está abatida!".
  • Furar filas para mim é o máximo da incivilidade. Nada justifica – exceto nas emergências hospitalares.
  • Aonde você deve ir com uma roupa de arrasar: alfândega americana. Aonde você deve ir bem-vestido, mas nem tanto: fórum. Seja para que pendência for.
  • Nunca, jamais, em tempo algum pergunte se alguém fez uma plástica, se colocou Botox, se fez lipo. É tão invasivo e grosseiro quanto perguntar a idade.
  • Coisas que condenam você a nunca mais vê-lo depois do primeiro encontro: falar palavrão, beber como um homem, dizer o que vai fazer no banheiro, falar alto.
  • Coisas que condenam você a nunca mais vê-la depois do primeiro encontro: exibicionismo, cabelo sujo/oleoso, tratar mal o garçom, falar alto.
  • Há um método simplíssimo de resolver qualquer dúvida que um convite possa suscitar: o telefone. Não hesite em ligar para os anfitriões, ou para alguém íntimo deles.
  • Para chamar o garçom, não abane a mão, assovie ou, pior de tudo, estale os dedos. O simples chamado "Garçom, por favor" resolve na maioria dos restaurantes. Mas, se o serviço é péssimo e você está há horas fazendo mímicas inúteis, pode até bater palmas para chamar a atenção dele.
  • Mais de três pessoas servidas? É o suficiente para que comecem a comer.
  • Coisas com D que não se falam à mesa: dieta, doença, depressão, dureza, diretrizes políticas, doutrinas religiosas.
  • Sua mesa de trabalho não é seu altar pessoal. Maneire com fotos de família, latinhas coloridas, adesivos, plantas, bichinhos.
  • Repetir roupa é chiquérrimo. Mostra bom senso, personalidade e acerto.

Surpresa: famosos não podem tudo

  • Não entre nos lugares e aja como se fosse óbvio – e obrigatório – que todos reconheçam você. Acredite ou não, há pessoas que não sabem quem você é.
  • Entrevistas em casa: receba o jornalista no escritório ou na sala de estar, com seus livros, suas plantas ou, no máximo, com seu cachorrinho aos pés.
  • Hotéis, pousadas – nos momentos em que fizer questão de privacidade, pague suas contas. Do contrário, sua foto de jogging na beira da piscina sairá no jornal.
  • Também pague sua conta no restaurante. Se o dono insistir em oferecer de graça, compense os garçons com uma gorjeta gorda.
  • O paparazzo flagrou a imagem da sua briga amorosa? Agüente firme. E boca fechada. Não saia dando o texto para a legenda da foto.
  • Vai casar? Não convide vinte pares de padrinhos para cada lado, fazendo do altar um palco de musical.
  • Atores e jogadores de futebol são mestres em levar a sua mirabolante criatividade das telas e dos campos para o altar, cometendo faltas dignas de dez cartões vermelhos com seus ternos brancos, prateados, roupas de bell-boy. Compostura, rapazes.
  • O seu maior problema se chama "última moda". Não deixe seu personal stylist (se tiver um) convencê-lo a usar a cor, o look e o corte de cabelo da hora, para não ficar absolutamente idêntico a... outra celebridade.
  • Respeite os horários combinados. E dê satisfações, como qualquer pessoa bem-educada, caso venha a se atrasar ou alterar a programação.
  • Não ligue para pedir mais quantidade de qualquer brinde que você tenha recebido. É muito feio.

RQG (RVeja)

 

Comentarios (12)Add Comment
Coquetel Inaugurao Espa磧o Revistaria,
escrito por Visitante, 2005-01-12 19:58:38
Boa Noite Gloria,

Gostaria de saber qual o melhor dia, hora , o que servir e qual roupa devo vestir para a inaugurao de nosso espa磧o de lazer abrangendo no mnimo os itens listados acima ?

Sou jovem 32 anos, casada, alegre, discreta.

O que sugere ? O espao � de muito bom gosto, estilo rstico 괴requintadoԴ.
Juliana Fabre
Vitoria - ES
27 9942 9924
...
escrito por Visitante, 2005-04-21 20:44:54
Muito interessante
a dor de ser ofendido
escrito por Visitante, 2005-06-11 16:53:10
a dor de ser ofendido por uma pessoa realmente dolorosa, por isso temos de no ligar para o que dizem.
Raquel
escrito por Visitante, 2005-07-05 12:19:44
Gloria...
O que vc me sugere como assunto para um reencontro com uma pessoa que no nos falamos a 4 anos?! Vc acha ser idiota falar sobre o passado?!
Vc acha que vai ficar estranho, pois estou toda social (estou saindo do trabalho) e o encontro vai ser informal?!

Me d algumas dicas que vc acha ser util...

Obrigada!!!
Camila
escrito por Visitante, 2005-07-23 17:07:20
olá Glória!
Gostaria de saber se falar gírias é deselegante? (com moderação obviamente)

Obrigada.
dicas para o estrangeiro que vem ao Bras
escrito por Visitante, 2005-09-07 21:08:14
dicas para o estrangeiro que vem ao Brasil por ex; algumas cidades do nordeste proibem entrar de shorts nas igrejas, etc.. seria legal, minha filha precisa fazer um trabalho agora e no conhecemos nenhum artigo do genero.

abraos Martinho
Joane Saint Pearl
escrito por Visitante, 2006-03-07 12:56:23
Boa tarde.

Me chamo Joane, tenho 19 anos.
Primeiramente gostaria de elogia-la por sua boa educao e seu carisma.
A quest磣o : no ser fluente em portugu飪s justificaria falar em francs em um evento social particular no Brasil, mesmo que a maioria dos presentes sejam capazes de entende-la em francs?

Aguardo resposta, obrigada
endereço
escrito por michelle, 2006-08-25 15:47:53
Por favor alguém teria como me informar o telefone de contato com a escola da Christiane Yufon.

Obrigada
Contato
escrito por Zuleica Guedes, 2007-04-25 14:39:02
Bom dia!!!

Pretendo entrar no mercado da moda ainda este ano.
Não vejo pessoa melhor para tirar algumas dúvidas do que você.
Gostaria de saber como faço para ter uma consultoria "pessoal" contigo?
Não sei se você presta esse tipo de consultoria, mas gostaria muito de marcar uma hora.
Não há problema algum em me deslocar de cuiabá e ir ao seu encontro.
Fico no aguardo de sua resposta.

Desde já agradeço.

Zuleica Guedes
dúvidas casamento
escrito por danielle, 2008-09-02 14:58:50
tenho que ir a um casamento num sábado,as 18:00 hs vai ser em uma igreja tudo normal,só que eu gostaria de saber como eu e meu marido devemos ir (vestidos) gostaria de ir com um vestido preto mais nao sei se longo ou abaixo do joelho e meu marido quer ir de terno,gostaria de saber algumas dicas pra nos dois, se devo ir com cabelo preso,algum acessório? por favor tire minhas dúvidas obrigado danielle smilies/cry.gif
Casamento
escrito por Mayana, 2008-10-27 23:21:50
Olá, sou convidada de um casamento dia 01/11 às 20:30h, posso ir de vestido preto? Longuete ou na altura dos joelhos? Que calçado devo usar e que cor?
Obrigada!

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