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 "Se todo brasileiro mantivesse as mãos, com
unhas esmaltadas ou não, longe do bolso alheio, teríamos começado
a entender o espírito da coisa elegante". Joaquim Ferreira dos Santos.
"Todo mundo compra "Chic". Ninguém pratica", diz.
Gloria Kalil parece uma pessoa naturalmente chique, dessas que
não precisam comprar livros sobre o que "é sê-lo" -
ela escreve os livros.
Dita as regras do chiquismo. Já vendeu mais de 400 mil
exemplares de suas lições. São pílulas, alcachofras de
sabedoria. Tentam ensinar desde a maneira correta de se
relacionar com os talheres ao volume certo de silicone com que a
celebridade deve encher os peitos para não passar do ponto e, ao
invés de gostosa, ficar gordosa .É ciência em mutação.
O ser-chique feminino já foi prestar atenção para não
relaxar e sentar de perna aberta. Complicou.
Hoje há mulheres que até se apresentam assim e ficam o fino.
Glorinha traça com equilíbrio os limites deste novo bom gosto.
Esqueceu apenas de dizer, tão Brasil, que uma pessoa realmente
chique não compra livros ensinando como ficar.
Eu, que de chique sei apenas o que aprendi no balcão do armazém
do meu pai, pesando o arroz sem botar os dedos no prato da
balança, tenho claro que o problema do Social Chique Nacional, o
SNC, passa longe da melhor cor para as meias num mocassim.
Recomendo que Glorinha faça um adendo na próxima edição.
Se todo brasileiro mantivesse as mãos, com unhas esmaltadas
ou não, longe do bolso alheio, teríamos começado a entender o
espírito da coisa elegante.
Estaríamos liberados, pelo FMI, pela Danuza Leão, o Julinho
Rego e outros arautos do comportamento na cama, na chuva, na
fazenda a usar camiseta por baixo, até mesmo por cima, do
paletó do smoking.
Chique, é:
- passar pelo guarda da esquina e não piscar.
- apertar o botão na Alfândega e não tremer.
- ver o atorzinho da Globo furando a fila de espera no
restaurante e gritar "Ei, meu chapa, qualé a
tua".
Chique, seja de Vulcabrás ou Manolo Blahnik, é caminhar
ético. Nada a ver com roupa, mas com a paz no rosto, no ombro
mais bem colocado, delícias posturais provocadas pelo simples
assinar a carteira da empregada.
Tente. Ninguém encontra a chave do chique atrás do cheque,
se me permitem a chiadeira do texto micha. Glorinha precisa
vender suas lições. Esconde que esse samba não se aprende na
escola da moda. "É-se."
Mas abrir o jogo para quem sonha em ser bacana ao fim de 258
páginas, convenhamos, seria incompatível com o propósito de
delicadeza do livro.
Vanderlei Cordeiro de Lima, o maratonista interceptado pelo
maluco irlandês, nunca leu um livro desses. Ao beijar a medalha
de bronze e não vibrar qualquer rancor, mostrou que chique é
correr atrás e de suor limpo.
Ser-chique é a foto dos Beatles cruzando Abbey Road.
Ah, quem me dera a pose superior, o orgulho chique civil, de
atravessar a Jardim Botânico sem ter que olhar em todas as
direções com medo de que, entre outros perigos, alguma
bicicleta venha na contramão e te beleléu. Viver com medo é
brega.
Glorinha sabe que:
- "Educação" é a verdadeira bolsa Prada
dessa história.
- Mesmo quando ensina a namorada a dar um pé na bunda,
recomenda, primeiro, que "não se use"
expressão vulgar como a da linha anterior, e,
segundo, que a coisa seja feita sem sofrimento.
- "Não incomode", eis o mantra suíço que
atravessa as lições e que as musiquinhas nos
celulares não deixam ninguém ouvir.
- "Não pergunte" se a vizinha colocou botox
nos beiços.
- "A vida vai além" da grife na gravata.
- "Não é" a beleza das flores. "É o
que" vai escrito no cartão.
- "Não é" a grana. "É como" ela
veio parar no bolso.
O país não piora com um livro assim. Talvez fique apenas um
pouco mais exótico, em tempos PTs, com a nova obsessão em não
se falar de depressão na mesa de jantar nem fungar no cangote de
quem está à frente na fila do banco.
Não adianta. Não temos jeito. Tiro n'água.
- Já não palitamos os dentes, como fizemos depois de
devorar o Sardinha, em compensação o filho do coronel
ainda dá baforadas de havana na cara da mãe da delegada
e vão todos resolver o barraco na delegacia.
- Continuamos, como se vibrando aqueles ancestrais
carnívoros do bispo português, comendo churrasco cru no
Porcão de Ipanema (Rio de Janeiro). Infelizmente, não
há registro de civilização regada a molho campanha.
- Um bom começo para um país como o Brasil entrar na era
do chique seria dar acesso a água e sabão para todos.
- Orelha limpa em alguns casos faz mais bonito que um
Armani de três botões. Em seguida seriam recolhidas
todas as carteiras de
"sabe-com-quem-está-falando", esse objeto
maior, já que o Ronaldinho pegou a Cicarelli, do desejo
nacional.
- Nossos ricos com suas carteiradas são de chanchada.
Compram Glorinha e, pela "altura" com que
continuam conversando no Gero, deixam o livro como
enfeite na mesinha de centro da mansão feng shui.
- Não lêem, mal conseguem usar o guardanapo antes de um
gole no vinho.
- Estamos cada vez mais "grossos", descombinando
sapato e cinto para chamar jornalistas de covardes, e a
apenas um palmo da traseira do outro no Rebouças (São
Paulo).
- Glorinha faz o dela. Tarda, porém, o futuro em que
deixaremos de tossir frenéticos e encatarrados nas
noites de gala do Teatro Municipal.
Este mês, justo quando a deselegância frouxa dos
prefeitáveis avança nas ruas, está sendo lançado o terceiro
volume da coleção, o "Chic (érrimo)". São
basicamente os mesmos toques que Glorinha deu nos livros
anteriores.
- Não adiantaram xongas. O dono daquela importante grife
de roupa masculina, estava outra noite no jantar do
restaurante D'Amicci, do Leme (Rio de Janeiro) - de
óculos escuros, pode?
- As madames buzinam ensandecidas na Garcia D'Ávila,
algumas com o plástico "Basta!" dizendo no
vidro traseiro que o problema da violência é sempre
provocado pelo outro.
- Todo mundo compra "Chic". Ninguém pratica.
Glorinha pede o simples.
- Sabe que a sua platéia é de nível elementar, gente que
compreende como aceitável respeitar as leis de trânsito
atravessando de-va-gar-zi-nho o sinal vermelho depois das
oito da noite.
Ela não complica.
- Pede para não amassar papel de bala laminado no cinema.
- Não fumar maconha na frente dos filhos.
- Se for homem, não use colete - a não ser que você seja
o próprio Zuenir Ventura.
- Mulher, siga Coco Chanel - diante do espelho, troque na
roupa tudo que saltar aos olhos.
- O problema do Social Chique Nacional é a carência de
bons exemplos.
- Zeca Pagodinho até seria um. Depois que pegou o
pacotinho da Brahma e largou a loura pobre, deixou de
sê-lo.
- Há outro caso notório de ex-elegante, mas covarde e nem
um pouco entendido nas coisas do chique me calo. Afinal,
e isso até o presidente Lula sabe, onde já se viu usar
meia com mocassim?!!
decorpointeiro (globo)
Em seu novo livro, um manual de etiqueta, Gloria
Kalil diz que:
1. Saber se vestir é bom, saber se
comportar é melhor ainda.
2. Boa aparência é essencial? É, sem dúvida. Mas
isso ainda não é garantia de graça ou estilo.
3. Vestir roupas e acessórios adequados pouco
adianta quando se esquece o lema de Diana Vreeland
(1906-1989), a lendária editora de moda das revistas
americanas Harper's Bazaar e Vogue: "A
única forma real de elegância que existe é a
elegância da mente. Todo o resto deriva dela".
Na melhor tradição de Vreeland, a
brasileira Gloria Kalil, autora de obras sobre aquela
etérea mas vital forma de elegância que se revela menos
pela escolha apurada do vestuário e muito mais pela
escolha das atitudes.
Para ela o foco é ensinar, acima de tudo, boas maneiras
nos tempos atuais.
"Passei anos convocando as
pessoas a se preocupar com a aparência", diz
ela. "Pois agora estou desconvocando. Parem um
pouco de pensar em si mesmas e invistam mais na
prática de uma convivência civilizada com as outras
pessoas."
Gloria, bem-educadíssima desde
criancinha, se diz impressionada com a ausência
generalizada de boas maneiras.
"Chega ao ponto de, muitas
vezes, a pessoa nem saber que está sendo
mal-educada", diz.
Coloca no topo da lista dos maus modos o "total
descaso para com o outro", reflexo em parte da
intensa concentração das pessoas nelas mesmas (e aí a
moda tem sua parcela de culpa no cartório) e, em parte,
do incessante surge-e-some de celebridades
personagens, como se sabe, mal-educados por excelência.
Contribui muito também para a atual falta de modos a
raridade das ocasiões em que pai, mãe e filhos se
sentam e conversam sobre seu dia.
"A família não se senta
mais à mesa para almoçar ou jantar junta. E esse
costumava ser o momento não só de praticar boas
maneiras nas refeições como também de contar
coisas, comentar acontecimentos, falar da vida
alheia, enfim, ensinar e aprender",
observa.
Despreparadas para o convívio social, as
pessoas, mais cedo ou mais tarde, vão sentir falta de um
bom e velho conjunto de regras nem que seja para
transgredi-las com conhecimento de causa, o que é
plenamente permitido.
Uma vantagem da individualidade reinante é que, de fato,
as pessoas não são mais obrigadas a fazer tudo igual
às outras. Mas, se decidirem não fazer, têm de saber
muito bem onde estão pisando.
"Se você foi com seu jeans
rasgado a um jantar formal porque quis, faz sentido.
Agora, se foi de jeans porque não sabia o que queria
dizer 'traje social', vai se sentir mal e fora do
tom", diz Gloria em seu livro.
Conhecer as regras se torna mais útil
ainda quando se sabe que, para cada transgressor seguro
de si, existe uma multidão que morre de medo de cometer
uma gafe.
"Estamos sempre sendo
avaliados seja por nossa aparência, seja pelo
modo como nos comportamos. Por isso, o conhecimento
dos códigos pode facilitar muito a vida",
avisa Gloria.
Por causa da necessidade de saber se
portar socialmente, executivos, donos de empresa e
profissionais liberais bem-sucedidos, mas perdidos num
jantar formal, estão procurando cada vez mais os cursos
de etiqueta disponíveis.
"Ainda temos mais mulheres
do que homens, mas o número de homens sem dúvida
cresceu", confirma Janir Jurado Fraga,
professora de etiqueta do Senac São Paulo.
"Hoje, dificilmente tem dondoca no curso. Os
melhores alunos são as pessoas simples, que foram
ascendendo na vida e precisam saber como se
portar", acrescenta ela, que criou um curso
só para seguranças que trabalham com políticos,
altos executivos e celebridades.
Janir diz que as dúvidas mais comuns
ainda envolvem a etiqueta à mesa, mas a lista é vasta e
ampla.
"Ensino também como andar,
como carregar a bolsa, como colocar a pasta no colo,
que caneta usar, como arrumar a carteira",
relata.
Na escola da chinesa Christine Yufon,
veteraníssima professora de postura e apresentação
pessoal em São Paulo, que cobra R$ 600 pelo curso
completo (cinco aulas de duas horas por semana) e R$ 240
por aula particular, a procura por regras de etiqueta fez
o número de horários disponíveis aumentar de dois, há
dois anos, para cinco atualmente.
"O segredo é saber utilizar
as regras com elegância, saber se portar de forma
solta e comunicativa, sem ser vulgar",
ensina Christine.
"Ser fino é saber usar as regras com charme
e um toque pessoal."
Receber estrangeiros e ser recebido por
eles é outra fonte permanente de dúvidas e gafes entre
executivos.
"É fundamental tomar todas
as providências para que o visitante se sinta bem.
Por exemplo: muçulmanos praticantes necessitam de
uma sala à parte para rezar; japoneses são
formalíssimos e comparecem em grupo aos encontros.
Quem recebe precisa ter essas coisas em mente",
diz Paulo Striker, que, na função de diretor de
logística da Sadia, empresa com negócios na
América do Sul, Europa e Oriente, visita
estrangeiros e é visitado por eles com freqüência.
Sendo as celebridades um fenômeno mais
ou menos recente (pelo menos em quantidade) e pior
situando-se na perigosa condição de quem tudo
pode e de quem tudo se espera, o manual de etiqueta de
Gloria Kalil dedica parte de suas recomendações
especificamente a elas.
"Já que elas invadiram
nossa vida, está na hora de propor uma etiqueta de
comportamento para que esses dois mundos o dos
simples mortais e o dos famosos possam trazer
mais alegrias do que aborrecimentos para ambas as
partes", explica.
Faz parte da "etiqueta do
fã" a recomendação:
"Mães, não dêem corda à
histeria de seus filhos em torno de
celebridades".
Estas, por sua vez, até pela maior
exposição, têm obrigação de respeitar os outros.
Fernanda Barbosa, assessora de eventos em São Paulo, diz
que uma gafe comum dos famosos é confirmar presença em
uma reunião pequena, exclusiva, e não aparecer.
"A pessoa tem lugar marcado
na mesa, garante que vai, não aparece nem dá
explicações. Isso não acontece em lugar nenhum do
mundo. Só aqui", indigna-se (com muita
razão) Fernanda.
Chic(érrimo) avisa: "O que prolonga o tempo
de validade de um célebre é a contribuição que
ele traz com seu trabalho, seu talento e
realizações concretas. Sem essa sustentação, o
mito não se segura".
Por fim, famosos ou anônimos, em se
tratando de saber se comportar, Gloria observa:
"Nunca vi ninguém
bem-educado ser vetado em coisa alguma".
O francês Yves Saint-Laurent, disse
certa vez que:
"a moda é passageira e o
estilo, eterno". Ele lembrava sempre que "ser
elegante é esquecer o que se está vestindo".
No caso das boas maneiras, o ideal mesmo
é nunca se esquecer de que elegância, como ensina
Gloria Kalil, é estar consciente dos sentimentos dos
outros.
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Elegante é ver o outro:
- Em público, procure não se olhar demais no espelho,
ajeitar permanentemente a roupa, checar o tempo todo sua
aparência.
- Não estique os foras. Ninguém precisa piorar a
situação espichando o assunto. Poupe o outro dessa
agonia.
- Mulher avisa mulher, homem avisa homem quando há: verde
no dente, zíper da calça aberto, peito pulando fora do
biquíni, falta de papel no banheiro.
- Nunca mais na sua vida diga: "Troquei uma de 50 por
duas de 25" ou "Nooossa! Como você está
abatida!".
- Furar filas para mim é o máximo da incivilidade. Nada
justifica exceto nas emergências hospitalares.
- Aonde você deve ir com uma roupa de arrasar: alfândega
americana. Aonde você deve ir bem-vestido, mas nem
tanto: fórum. Seja para que pendência for.
- Nunca, jamais, em tempo algum pergunte se alguém fez uma
plástica, se colocou Botox, se fez lipo. É tão
invasivo e grosseiro quanto perguntar a idade.
- Coisas que condenam você a nunca mais vê-lo depois do
primeiro encontro: falar palavrão, beber como um homem,
dizer o que vai fazer no banheiro, falar alto.
- Coisas que condenam você a nunca mais vê-la depois do
primeiro encontro: exibicionismo, cabelo sujo/oleoso,
tratar mal o garçom, falar alto.
- Há um método simplíssimo de resolver qualquer dúvida
que um convite possa suscitar: o telefone. Não hesite em
ligar para os anfitriões, ou para alguém íntimo deles.
- Para chamar o garçom, não abane a mão, assovie ou,
pior de tudo, estale os dedos. O simples chamado
"Garçom, por favor" resolve na maioria dos
restaurantes. Mas, se o serviço é péssimo e você
está há horas fazendo mímicas inúteis, pode até
bater palmas para chamar a atenção dele.
- Mais de três pessoas servidas? É o suficiente para que
comecem a comer.
- Coisas com D que não se falam à mesa: dieta, doença,
depressão, dureza, diretrizes políticas, doutrinas
religiosas.
- Sua mesa de trabalho não é seu altar pessoal. Maneire
com fotos de família, latinhas coloridas, adesivos,
plantas, bichinhos.
- Repetir roupa é chiquérrimo. Mostra bom senso,
personalidade e acerto.
Surpresa: famosos não podem tudo
- Não entre nos lugares e aja como se fosse óbvio
e obrigatório que todos reconheçam você.
Acredite ou não, há pessoas que não sabem quem você
é.
- Entrevistas em casa: receba o jornalista no escritório
ou na sala de estar, com seus livros, suas plantas ou, no
máximo, com seu cachorrinho aos pés.
- Hotéis, pousadas nos momentos em que fizer
questão de privacidade, pague suas contas. Do
contrário, sua foto de jogging na beira da piscina
sairá no jornal.
- Também pague sua conta no restaurante. Se o dono
insistir em oferecer de graça, compense os garçons com
uma gorjeta gorda.
- O paparazzo flagrou a imagem da sua briga amorosa?
Agüente firme. E boca fechada. Não saia dando o texto
para a legenda da foto.
- Vai casar? Não convide vinte pares de padrinhos para
cada lado, fazendo do altar um palco de musical.
- Atores e jogadores de futebol são mestres em levar a sua
mirabolante criatividade das telas e dos campos para o
altar, cometendo faltas dignas de dez cartões vermelhos
com seus ternos brancos, prateados, roupas de bell-boy.
Compostura, rapazes.
- O seu maior problema se chama "última moda".
Não deixe seu personal stylist (se tiver um)
convencê-lo a usar a cor, o look e o corte de cabelo da
hora, para não ficar absolutamente idêntico a... outra
celebridade.
- Respeite os horários combinados. E dê satisfações,
como qualquer pessoa bem-educada, caso venha a se atrasar
ou alterar a programação.
- Não ligue para pedir mais quantidade de qualquer brinde
que você tenha recebido. É muito feio.
RQG (RVeja)
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Gostaria de saber qual o melhor dia, hora , o que servir e qual roupa devo vestir para a inaugurao de nosso espa磧o de lazer abrangendo no mnimo os itens listados acima ?
Sou jovem 32 anos, casada, alegre, discreta.
O que sugere ? O espao de muito bom gosto, estilo rstico 괴requintadoԴ.
Juliana Fabre
Vitoria - ES
27 9942 9924