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		<title>Mercado de Artes: Global e Desigual</title>
		<description>Comments for Mercado de Artes: Global e Desigual at http://www.brazil-brasil.com , comment 1 to 2 out of 2 comments</description>
		<link>http://www.brazil-brasil.com</link>
		<lastBuildDate>Fri, 09 Jan 2009 20:58:31 +0100</lastBuildDate>
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			<title>Carolina</title>
			<link>http://www.brazil-brasil.com/content/view/349/78/#comment-1140</link>
			<description>Olá,
Em busca de conquistar meus objetivos para me tornar uma grande artista plastica, gostaria de obter algumas dicas ou se possivel sua ajuda.
Desenvolvi um estilo diferente e interessante de se pintar. Levei meu portifólio na galeria Romero Brito e fui muito elogiada.
Como acredito na minha arte, gostaria de desenvolver a comercialização das minhas obras de arte.
Conhece compradores de arte na Florida EUA?

Aguardo seu contato,

Atenciosamente,

Carolina
carolconsultoria@hotmail.com

 - Visitante</description>
			<pubDate>Tue, 26 Jul 2005 16:25:25 +0100</pubDate>
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			<title>A Arte no Quadro Negro</title>
			<link>http://www.brazil-brasil.com/content/view/349/78/#comment-366</link>
			<description>Cara Ana Letícia Fialho,
Um bom artigo.Só não o reputo ótimo porque crê demais no que está vendo.Ora, se a arte popular é a arte dos pobres, como é, a contemporânea é - não digo a dos ricos, mas para os ricos. Ou seja, uma arte de futuro duvidoso.A ótica certa é esta : 
Acabar não vai, mas a Arte e a Cultura estão sendo emasculadas, exploradas e banalizadas, verdadeiramente marginalizadas, devido à forte monopolização e a tosca ideologia das instituições públicas e privadas. Não digo que tais instituições não devam existir, pois alguns papéis sempre podem cumprir, mas tal concentração, quase obsessiva, é um erro temerário.

Duas grandes distorções podem ser verificadas. A primeira é a própria seleção das obras artísticas, escolhidas por pessoas não eleitas para tal e suscetíveis de influências, em geral proprietários de empresas ou funcionários nomeados. A segunda deduz-se da crença ingênua por parte dos artistas de que a simples divulgação e a fama pela simples repetição são suficientes para a realização profissional.

O resultado é a terrível exploração do artista pelas instituições monopolizadoras, que estão usando e abusando dos criadores para suas publicidades. De modo que idéias como um selo de responsabilidade cultural ou políticas de apoio centralizadoras só vão sublinhar e aumentar estas distorções. A solução é relativamente simples: as leis de incentivo e apoio devem evitar a concentração e a burocracia, exigirem lisura e democracia nas seleções e servirem diretamente aos artistas e animadores culturais. Por exemplo: a Lei Rouanet e outras similares deveriam conceder 10% de dedução do imposto devido diretamente aos artistas e animadores culturais. Tal solução permitiria uma ampla e eficaz democratização da cultura, pois o agente cultural poderia beneficiar-se diretamente do apoio oriundo de suas relações pessoais - da padaria, do supermercado do bairro, por exemplo; ou seja, o artista ganharia dinheiro e não somente divulgação, como hoje acontece, já que o artista, como qualquer profissional, deve ganhar dinheiro com seu trabalho. Leis que impedissem as fraudes poderiam ser criadas e até já existem.

Ter sua obra comprada é o maior incentivo para um artista, hoje e sempre, já que na compra está embutida a idéia de aceitação e de valorização.Feliz o pintor que vende sua obra em seu país. As instituições públicas e privadas deveriam formar acervos artísticos, tão carentes no País, acervos comprados, e selecionarem seus eventos através de pessoas de inegável saber artístico e, se possível, eleitas.

Já os artistas deveriam saber que a divulgação de seus nomes, tão somente, é uma quimera, mera fogueira de vaidades e que acaba enchendo a burra publicitária das organizações culturais e relegando o criador à marginalização, em evidente prejuízo à Cultura.
Oscar Araripe
Pintor e escritor
www.oscarararipe.com.br
 

 - Visitante</description>
			<pubDate>Thu, 14 Apr 2005 11:29:30 +0100</pubDate>
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